<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>2012 - Dois Mil e Doze &#187; Agricultura</title>
	<atom:link href="http://www.doismiledoze.com/categoria/maias/agricultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.doismiledoze.com</link>
	<description>Verdade ou mentira?</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2009 05:46:06 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Mandioca era segredo do sucesso dos maias</title>
		<link>http://www.doismiledoze.com/mandioca-era-segredo-do-sucesso-dos-maias/</link>
		<comments>http://www.doismiledoze.com/mandioca-era-segredo-do-sucesso-dos-maias/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 02:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Civilizações perdidas/antigas]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.doismiledoze.com/mandioca-era-segredo-do-sucesso-dos-maias/</guid>
		<description><![CDATA[


Uma das perguntas mais difíceis de responder sobre o auge da civilização maia, no primeiro milênio da Era Cristã, é como os maias conseguiram alimentar tanta gente. Com uma densidade populacional tão grande, muitos arqueólogos achavam que só plantações de mandioca em larga escala estariam à altura da tarefa. A idéia acaba de ter sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-1283015842183846";
/* 2012 # RG 336x280 */
google_ad_slot = "8286365081";
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></p><p>Uma das perguntas mais difíceis de responder sobre o auge da civilização maia, no primeiro milênio da Era Cristã, é como os maias conseguiram alimentar tanta gente. Com uma densidade populacional tão grande, muitos arqueólogos achavam que só plantações de mandioca em larga escala estariam à altura da tarefa. A idéia acaba de ter sua primeira confirmação: pesquisadores americanos acharam os restos de uma lavoura de mandioca de <strong>1.400 anos</strong>, a mais antiga evidência da domesticação da planta nas Américas.</p>
<p>Os arqueólogos da <em>Universidade do Colorado</em> acharam resquícios do tubérculo em Cerén, um sítio arqueológico a cerca de <strong>40 km</strong> da capital de <em>El Salvador</em>, na <em>América Central</em>. Cerén às vezes é chamada de Pompéia do Novo Mundo, porque a erupção de um vulcão próximo por volta do ano 600 enterrou os prédios e artefatos da cidade maia numa camada profunda de cinzas.</p>
<p>&#8220;<em>Esse sítio foi como ganhar na loteria</em>&#8220;, diz <em>Payson D. Sheets</em>, professor de antropologia da Universidade do Colorado. <em>&#8220;A extraordinária produtividade da mandioca pode ajudar a explicar como as enormes cidades clássicas maias, como <strong>Tikal</strong>, na Guatemala, e <strong>Copán</strong>, em Honduras, conseguiam abrigar populações tão densas.&#8221;</em></p>
<p>As escavações anteriores em Cerén tinham revelado um único pé de mandioca, que foi achado numa horta perto de uma cozinha. <em>Sheets</em> diz que isso levou todo mundo a acreditar que a mandioca deveria ter tido um papel menor na dieta maia. &#8220;<em>Como estávamos errados</em>&#8220;, lamenta ele. Uma antologia sobre a agricultura maia publicada em 1996 fazia apenas uma referência à mandioca, dizendo que &#8220;<em>o papel dos tubérculos na dieta maia é desconhecido&#8221;.</em></p>
<p>A equipe de <em>Sheets</em> usou radar, brocas e escavações de sondagem para encontrar as fileiras bem-ordenadas das plantações de mandioca a cerca de 3 m de profundidade. Buracos deixados pelo material vegetal em decomposição foram usados como molde, usando o mesmo tipo de gesso que faz modelos dentários. Isso permitiu preservar sua forma e identificá-los como ocupados por tubérculos de mandioca. Agora, os cientistas querem encontrar indícios do plantio em outras cidades maias.</p>
<p>Fonte: 
<a  href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL91391-5603,00.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/external/g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL91391-5603,00.html');" >GLOBO</a> <meta name="SKYPE_FRAMEID" content="FIAXEBSJMJ" /><!-- /MultiMateria --></p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.doismiledoze.com/mandioca-era-segredo-do-sucesso-dos-maias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maias: Economia e Agricultura</title>
		<link>http://www.doismiledoze.com/maias-a-economia/</link>
		<comments>http://www.doismiledoze.com/maias-a-economia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 16:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.doismiledoze.com/maias-a-economia/</guid>
		<description><![CDATA[A base da economia era a agricultura primitiva praticada nas milpas, unidades de produção agrária. O trato da terra era comunal, em sistema rotativo de culturas, sem adubagem ou técnica elaborada, o que levava ao rápido esgotamento do solo e seu conseqüente abandono. Na preparação do terreno a ser cultivado, os maias cortavam as árvores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A base da economia era a <strong>agricultura</strong> <strong>primitiva</strong> praticada nas milpas, unidades de produção agrária. O trato da terra era comunal, em sistema rotativo de culturas, sem adubagem ou técnica elaborada, o que levava ao rápido esgotamento do solo e seu conseqüente abandono. Na preparação do terreno a ser cultivado, os maias cortavam as árvores e arbustos com machados de pedra e depois os queimavam. As sementes eram plantadas em buracos cavados no solo por estacas de madeira pontiagudas. Esgotada a terra, os maias há deixavam alguns anos em repouso, sem cultivar, e novas áreas da floresta eram desmatadas para o plantio.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg" title="Plantation maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg" title="Plantation maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg" title="Plantation maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg" title="Plantation maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg" alt="Plantation maia" /></a></p>
<p> Como unidade de troca, utilizavam sementes de cacau e sinetas de cobre, material que empregavam também para trabalhos ornamentais, ao lado do ouro, da prata, do jade, das conchas do mar e das plumas coloridas. Entretanto, desconheciam as ferramentas metálicas.</p>
<p>As observações astronômicas davam aos maias o domínio sobre o fenômeno da mudança das estações, o que permitia obter melhores colheitas.</p>
<p>Os principais produtos cultivados eram em primeiro lugar o <em>milho</em>, mas também <em>feijão</em>, <em>abóbora, vários tubérculos, cacau, mamão, abacate, algodão e tabaco</em>. Os excedentes da colheita se destinavam ao comércio, na base do escambo ou troca, que alcançou notável desenvolvimento entre as principais cidades e gerou respeitada classe de comerciantes.<br />
Os maias também se dedicavam à caça e à pesca e criavam animais para a alimentação. Desconheciam, no entanto a tração animal, o arado e a roda. Por falta de matéria-prima local não conheceram também a metalurgia, mas desenvolveram importante indústria lítica (de pedra) que lhes fornecia armas, enfeites e instrumentos de trabalho. Tiveram ainda muita importância na civilização maia à produção de cerâmica (embora não conhecessem a roda de oleiro), a cestaria, a tecelagem e a arte lapidária.</p>
<p><strong><font color="#008000">Atividades agrículas e comercias</font></strong></p>
<p>É importante observar que por serem os recursos naturais escassos não lhes garantindo o excedente que necessitavam a tendência foi desenvolverem técnicas agrícolas, como terraços, por exemplo, para vencer a erosão.Os pântanos foram drenados para se obter condições adequadas ao plantio.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" title="Cacau, antiga base de troca maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" title="Cacau, antiga base de troca maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" title="Cacau, antiga base de troca maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" title="Cacau, antiga base de troca maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" title="Cacau, antiga base de troca maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" title="Cacau, antiga base de troca maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" alt="Cacau, antiga base de troca maia" /></a></p>
<p>Ao lado desses progressos técnicos, observamos que o cultivo do milho se prendia  ao uso das queimadas. Durante os meses da seca, limpavam os terreno, deixando apenas as árvores mais frondosas. Em seguida, ateavam fogo para limpa-lo deixando o campo em condições de ser semeado, e com um bastão faziam buracos onde eram colocadas as semente.</p>
<p>Dada a forma com que era realizado o cultivo a produção se mantinha por apenas dois ou três anos consecutivos. Com o desgaste certo do solo, o agricultor era obrigado a procurar novas terras. Ainda hoje a técnica da queimada, apesar de prejudicar o solo, é utilizada em diversas regiões do continente americano.</p>
<p>As Terras Baixas concentraram uma população densa em áreas pouco férteis. Com produção pequena para as necessidades da população, foi necessário não apenas inovar em termos de técnicas agrícolas, como também importar de outras regiões produtos como o milho, por exemplo.</p>
<p>O comércio era dinamizado com produtos como o jade, plumas, tecidos, cerâmicas, mel, cacau e escravos, através das estradas ou de canoas.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.doismiledoze.com/maias-a-economia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
