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	<title>2012 - Dois Mil e Doze &#187; Códices</title>
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		<title>Maias: O Códice Grolier</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 18:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

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		<description><![CDATA[


Nome
Códice Grolier.






História
A descoberta do Códice Grolier foi autenticada a 25 anos atrás, mas devida a dificuldade na elaboração de estudos sobre o manuscrito, poucas coisas foram reveladas. Como pouco se sabe sobre tal documento, devemos entender o perigo de se chegar a conclusões precipitadas com relação ao assunto. Sabemos que a descoberta do Códice Grolier [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><script type="text/javascript"><!--
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</script></p><p><strong><font color="#008000">Nome</font></strong></p>
<p>Códice Grolier.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" title="Fragmento do Códice Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" title="Fragmento do Códice Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" title="Fragmento do Códice Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" title="Fragmento do Códice Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" alt="Fragmento do Códice Grolier" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">História</font></strong></p>
<p>A descoberta do Códice Grolier foi autenticada a 25 anos atrás, mas devida a dificuldade na elaboração de estudos sobre o manuscrito, poucas coisas foram reveladas. Como pouco se sabe sobre tal documento, devemos entender o perigo de se chegar a conclusões precipitadas com relação ao assunto. Sabemos que a descoberta do Códice Grolier é um tópico delicado, e para alguns, inquietante.</p>
<p>O Códice Grolier foi descoberto no México no ano de 1965, embora ainda não fosse concluída a sua origem Maia. A história de seu descobrimento é contada no livro &#8220;Breaking the Maya Code&#8221;, de Michael Coe( Thames e Hudson, 1992). Não podemos deixar de mencionar a pessoa de José Saenz, que partiu para uma viagem perto da Serra das Chiapas e Tortuguero, onde foram procurados os fragmentos desse códice juntamente com outras relíquias.</p>
<p>Relatos dizem que o manuscrito foi encontrado em uma caverna. Logo após alguns estudos, o documento foi levado para o Clube Grolier de Nova York(1971).</p>
<p><strong><font color="#008000">Curiosidade</font></strong></p>
<p>Algo interessante foi o fato de que o Códice Groiler foi montado através de fragmentos, fragmentos esses encontrados através de espedições e buscas no local onde inicialmente foram descobertos os vestígios.</p>
<p>Uma grande polêmica girou em torno dos estudos do manuscrito, onde se criou um clima hostil entre o estudioso Thompson e o linguista soviético Knorosov. Muitas pessoas consideravam o soviético como o grande descobridor dos hieróglifos do códice, embora algumas pessoas atribuissem tal feito para Thompson. Essa rivalidade gerou trocas de &#8220;elogios&#8221; de ambas as partes.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" title="Lâmina Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" title="Lâmina Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" title="Lâmina Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" title="Lâmina Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" alt="Lâmina Grolier" /></a><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" alt="Lâmina Grolier" /></p>
<p><strong><font color="#008000">Particularidades</font></strong></p>
<p>Hoje em dia já se foi comprovada a autenticidade do Códice, sendo esta baseada nas característica próprias do documento, e não na sua forma. O Códice Groiler é um códice menos carregado de conceitos, de misticismos e estudos mais aprofundados, sendo ele considerado um códice genuíno, até mesmo erudito.</p>
<p><strong><font color="#008000">Falsa confirmação</font></strong></p>
<p>Algumas pessoas afirmaram que o Códice Grolier se travava de um falso documento, tais pessoas cometeram alguns erros para que viessem declarar tal afirmação:</p>
<p><strong>*</strong>A sua forma não convencional prejudicou a identificação do Códice como sendo um manuscrito Maia.</p>
<p><strong>*</strong>Não examinaram a consistência do documento.</p>
<p><strong>*</strong>Ao tentarem examinar o manuscrito, tais pessoas se prenderam nos pequenos detalhes que indicavam características que não fossem da civilização meso-americana, fechando os olhos para os indícios que provavam o contrário.</p>
<p>Dessa forma podemos dizer que devemos tomar o máximo de cuidado ao analizarmos um documento. Existem muitos vestígios que podem  definir a origem de certos objetos, e nunca o orgulho de um estudioso especialista deve ser maior que a verdade dos fatos.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" title="Lâmina danificada" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" title="Lâmina danificada" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" title="Lâmina danificada" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" title="Lâmina danificada" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" alt="Lâmina danificada" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Últimas informações</font></strong></p>
<p><strong>              </strong>Como última informação, sabemos que o Códice Groiler desapareceu misteriosamente, sem deixar pistas de onde possa se encontrar. Muitas códigos do documento ainda não foram desifrados. Pode-se dizer que o Códice Groiler é um dos documentos mais misteriosos da atualidade.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p><strong>                </strong>New York, Estados Unidos da América</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maias: O Códice Madrid</title>
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		<comments>http://www.doismiledoze.com/maias-o-codice-madrid/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2007 17:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[



Nome
Madrid, Tro-Cortesianus, Cortesianus, Troano, Tro-Cortés. 
História
O Códice Madrid apareceu nos arredores da Espanha por volta do ano de 1860 em poder de duas pessoas, Juan de Tro e Ortolano. Posteriormente o manuscrito passou pelas mãos do francês Brasseur de Bourbourg(1814-1874), grande conhecedor das culturas meso-americanas, que com suas pesquisas decifrou uma parte do Códice Maia.
Após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" title="Códice Madrid" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" alt="Códice Madrid" height="144" width="412" /></a></p>
<p><font color="#008000"><strong>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" title="Códice Madrid" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg');" ></a></strong></font></p>
<p><strong><font color="#008000">Nome</font></strong></p>
<p>Madrid, Tro-Cortesianus, Cortesianus, Troano, Tro-Cortés.<strong> </strong></p>
<p><strong><font color="#008000">História</font></strong></p>
<p>O Códice Madrid apareceu nos arredores da Espanha por volta do ano de 1860 em poder de duas pessoas, Juan de Tro e Ortolano. Posteriormente o manuscrito passou pelas mãos do francês Brasseur de Bourbourg(1814-1874), grande conhecedor das culturas meso-americanas, que com suas pesquisas decifrou uma parte do Códice Maia.</p>
<p>Após esse estudo, o documento veio a publico, como o nome de Códice Troano, em homenagem as pessoas que encontraram o Códice e o mantiveram em bom estado. Através das pesquisas, o estudioso Brasseur concluiu que o documento se tratava de um manuscrito Maia, devido as suas características inconfundíveis.</p>
<p>Alguns anos após tal descoberta, o espanhol Juan Palacios ofereceu a duas instituições culturais a venda de um suposto códice Maia, dizendo ser o quarto códice a ser encontrado.</p>
<p>Porém, nem o Museu britânico de Londres e nem a Biblioteca Imperial de Paris mostrou interesse no documento. Com o passar do tempo o documento passou por diversas mãos, dentre elas as do estudioso José Ignacio Miró, e em 1875 foi adquirido pelo Museu Arqueológico de Madrid. Este códice recebeu o nome de Cortesiano, sendo relacionado com a pessoa de Hernán Cortés.</p>
<p>Na realidade, Juan Palacios estava certo ao dizer que se tratava de um códice, mas errado ao crer ser um quarto códice descoberto. O manuscrito não era um novo códice, mas sim uma parte do Códice Troano. Tal informação veio a tona em 1880, quando Leon de Rosny teve a oportunidade de examinar o documento e concluir sobre sua origem. Dessa forma, unificaram o conteúdo de ambos os documentos, passando este a ser chamar Códice Tro &#8211; Cortesiano.</p>
<p>Em 1888 o filho de Tro e Ortolano venderam partes do documento para o Museu Arqueológico de Madrid; a partir daquele ano ambas as partes permaneceram reunidas, sendo denominadas como Códice Madrid.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" alt="Ritual Maia" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Composição</font></strong></p>
<p>O manuscrito possui 6.70m, sendo assim o mais longo dos manuscritos Maia. É composto por 50 folhas, que possuem as medidas de 12 por <metricconverter productid="24 cm" w:st="on"></metricconverter>24 cm. O Códice Madrid é o códice mais conservado dentre os já encontrados.</p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p>Sobre tudo tratasse de um texto de adivinhações, com o intuito de predizer a sorte. Ele é dividido em 11 seções: o primeiro inclui rituais dedicados aos deuses kukulcán e itzamná; o segundo recorre às influências más no cultivo, e rituais e oferecimento, que devem ser feitos para que ocorra a regularização das chuvas; a terceira seção é dedicada a descrever 52 rituais, com vários significados, dentre eles o de celebrar os acontecimentos dos anos anteriores. As outras 8 partes restantes falam sobre caça, armadilhas, calendários, morte e sobre a purificação.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif" title="Lâmina 35" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif');" ><strong><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif" alt="Lâmina 35" /></strong></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Origem</font> </strong></p>
<p>Após estudos concluiu-se que o documento é originário da parte ocidental da península de Yucatan. A data mais aceita é correspondente ao período de transição do século XIII, XIV e XV, por essa razão ele seria contemporâneo ao Códice Paris.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Madrid, Espanha.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maias: O Códice Paris</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 22:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome
Códice Paris, Códice Peresiano
História
Por incrível que pareça, o Códice Paris foi achado pelo estudioso francês Léon de Rosny em uma lata de lixo da Biblioteca Imperial de Paris em 1859. O Códice estava embrulhado por um papel, onde havia escrito duas palavras, &#8220;Peres&#8221; e &#8220;Tzeltal. Posteriormente, ao fazer uma busca nos registros descobriu-se que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#008000">Nome</font></strong></p>
<p>Códice Paris, Códice Peresiano</p>
<p><strong><font color="#008000">História</font></strong></p>
<p>Por incrível que pareça, o Códice Paris foi achado pelo estudioso francês Léon de Rosny em uma lata de lixo da Biblioteca Imperial de Paris em 1859. O Códice estava embrulhado por um papel, onde havia escrito duas palavras, &#8220;Peres&#8221; e &#8220;Tzeltal. Posteriormente, ao fazer uma busca nos registros descobriu-se que o manuscrito havia chegado por volta do ano de 1832, talvez antes.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" alt="Lâmina 22" /></a></p>
<p>Depois de ter salvo o documento, Rosny identificou o Códice como sendo um manuscrito Maia, devido a sua pictografia e hierogrifo. O estudioso colocou-lhe o nome de Peresiano, devido ao nome encontrado junto ao manuscrito. Infelizmente o Códice Paris não está em um bom estado de conservação, isso faz com que a sua qualidade artística seja infeior aos demais.</p>
<p><strong><font color="#008000">Composição</font></strong></p>
<p>O documento foi escrito em papel kópó, sendo constituído por 11 folhas de 24 por 13 cm, folhas essas que foram pintadas de ambos os lados.</p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p>O Códice Paris é um documento que revela basicamente algumas questões sobre os rituais. Uma parte dele é totalmente dedicada a sucessão dos Katunes(período de 20 anos). Muitos trechos do Códice datam provavelmente do período entre os anos de 1224 e 1441, através de alguns relatos. Em cada página há a representação de um Katún, e o texto hieroglífico que o  cerca está relacionado a ritos e profecias. O restante é formado pro almanaques divinatórios, cerimônias de ano novo e uma representação do zodíaco, com aproximadamente 364 dias.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" alt="Códice Paris" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Origem</font></strong></p>
<p>Muitas são as dúvidas a respeito de sua origem e ao período em que inicialmente foi escrito. A sua localização inicial mais aceita é a das províncias mexicanas, sendo considerado um Códice posterior ao Códice Dresde, datando provavelmente do século XIII.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Paris, França.</p>
<p>Infelizmente ainda possuimos poucas informações sobre esse códice, e estudiosos do mundo inteiro então empenhados em desvendar os mistérios desse importante manuscrito. Arduamente iremos trabalhar com o intuito de trazer novas informações sobre o assunto.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maias: O Códice Dresde</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 21:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[O descobrimento do Códice
É o primeiro Códice a ser descoberto, sendo consideração o mais importante entre a tríade formada por Códice Dresde, Códice Paris e Códice Madrid. Artisticamente é o mais belo, com muitas gravuras feitas através de pinturas, além de estar em um razoável estado de conservação. Em 1739, o diretor da Biblioteca Real [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#008000">O descobrimento do Códice</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">É o primeiro Códice a ser descoberto, sendo consideração o mais importante entre a tríade formada por <strong>Códice Dresde</strong>, <strong>Códice Paris</strong> e <strong>Códice Madrid</strong>. Artisticamente é o mais belo, com muitas gravuras feitas através de pinturas, além de estar em um razoável estado de conservação. Em <strong>1739</strong>, o diretor da Biblioteca Real de Dresde adquiriu o manuscrito das mãos de um influente cidadão de Viena, Áustria. Pouco se sabe sobre como o Códice foi parar na Áustria, não possuímos uma data específica para tal fato, mas muitos especialistas afirmam que o manuscrito foi para a Europa logo depois do domínio espanhol na América. O motivo de estar na Áustria pode ser explicado, pois provavelmente este documento adentrou o país no mesmo período em que Espanha e Áustria trabalhavam sob o domínio do mesmo soberano.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg" title="Códice Dresde" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg" alt="Códice Dresde" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Quando deixou <strong>Viena</strong>, o documento passou a fazer parte da riqueza da Biblioteca de Dresde, embora inicialmente não lhe fosse dado o devido valor, pois as pesquisas sobre o manuscrito haviam cessado a mais de <strong>70 anos</strong>. Até então não havia sido descoberto a origem do Códice, apenas após a retomada das pesquisas e estudos que foi comprovado que o documento era de origem Maia. Tal descoberta foi feita através da comparação da escrita e das característica da arte relatada no manuscrito. A partir desse fato, os estudiosos passaram a olhar o manuscrito com outros olhos, dando-lhe a devida importância, colocando-o no mais alto nível de prioridade e importância dos objetos ali encontrados.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg" alt="Ritual Maia" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Durante a Segunda Guerra Mundial a cidade de Dresde foi severamente bombardeada, e sua biblioteca sofreu gravíssimos danos. Devido aos danos causados pela guerra, e pelo desgaste referente ao tempo, 12 páginas do Códice foram bastante deterioradas. Muitos atribuem o mal estado de conservação dessas páginas a ação da água, que em muitas vezes esteve em contato com o manuscrito. Esta ação deteriorou totalmente o canto esquerdo superior do Códice, e dessa forma, perdendo todas as informações ali existentes. &#8220;<em>Mesmo com todas essas perdas, o documento mostra um belo estilo de pintura e representa fielmente a elegância Maia&#8221;</em>, são palavras de <strong>Salvador Toscana (1912-1949)</strong>, historiador, arqueólogo e crítico da arte mexicana.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/?attachment_id=119" rel="attachment wp-att-119" title="Sacerdote Maia"><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/madridnm4.jpg" alt="Sacerdote Maia" style="width: 376px; height: 225px" height="225" width="376" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Características físicas</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O Códice Dresde foi escrito em papel Kopó, sendo um documento em forma de tela, dividido em 39 folhas de <metricconverter productid="9 cm" w:st="on"></metricconverter>9 cm de largura por 20,4 de altura, um pouco abaixo da média documentada sobre os Códices Maia. A pintura foi feita de ambos os lados da folha, com exceção de apenas 4 paginas, que estão em branco. Estendido o documento mede <metricconverter productid="3,50 metros" w:st="on"></metricconverter>3,50 metros, possuindo 70 quadros paginais. Destaque para as pinturas, que foram feitas com máximo de cuidado, com certeza por um profissional da arte. Eram utilizados pincéis e outras ferramentas para sua confecção, que espalhavam com precisão as cores vermelho preto e azul por todo o Códice. Devido ao diferente modo de escrita em alguns trechos, concluiu-se que o Códice foi feito por cerca de 8 pessoas, sendo 1 pessoa responsável pela temática, e outro pela arte. Provavelmente o manuscrito é originário da região de Chichén Itzá, grande cidade Maia que se localizava ao norte da península de Yucatan. Estudos mostram que o documento foi concluído por volta de <strong>1000 D.C</strong> até <strong>1200 D.C</strong>, sendo ainda utilizado pelos Maias um pouco antes a invasão e domínio espanhol.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg" title="Estudo animal" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg" alt="Estudo animal" /></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm2053.jpg" title="Página Códice" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/mm2053.jpg');" ></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Modo de elaboração</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Aparentemente esse Códice trata de uma versão de um manuscrito de origem mais antiga, sendo que a última adição ao manuscrito é datada de <strong>1210 d.C</strong>. Boa parte do conteúdo foi elaborado de modo a poder ser reutilizado futuramente, esse aspecto é explicado ao fato dos Maias acreditarem que o tempo é algo cíclico e periódico. Percebesse também um sistema de correção de um &#8220;<em>erro acumulado</em>&#8220;, que se refere a falta de frações no sistema matemático, dessa forma não fazendo cálculos para os anos bissextos. O nascimento e desaparecimento de Vênus está totalmente relacionado com essa técnica utilizada pelos Maias, que mesmo sem a correção bissexta, conseguirão aproximar o seu calendário do ciclo do ano solar, mais próximo até mesmo que o calendário utilizado atualmente, o calendário gregoriano.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg" title="Purificação" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg" alt="Purificação" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Dresde pode ser considerado um documento astronômico, pois este é o tema central de seu contexto. No manuscrito podemos encontrar almanaques, cálculo de dias que envolvem rituais, ciclo lunar, cicli venusiano, calendário sistêmico e cíclico e adivinhações, além de uma seção dedicada ao planeta Marte; Algo que chama a atenção é a presença de um material astronômico-astrológico dividido em 2 quadros: o dos eclipses de Vênus e das profecias referentes às gerações futuras. Contém também referências sobre a agricultura e dos dias favoráveis para a manipulação das artes divinas. Não podemos deixar de mencionar que o texto possui explicações sobre algumas doenças e sobre a medicina que ali era utilizada. Aparentemente inclui dados sobre as constelações, planetas e sobre a Lua. Foi dedicada no Códice uma página inteira explanando sobre inundações já ocorridas e outras que hão de vir, sendo este um dos trechos proféticos do Códice Dresde. Fica claro a apresentação de ciclos de chuva na região Maia, e a influência que esta tinha sobre o seu povo.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg" title="Cerimônia de celebração" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg" alt="Cerimônia de celebração" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Principais pesquisadores</font></strong></p>
<p>Uma comunidade internacional de especialistas contribuiu para que o Códice pudesse ser compreedido. Entre eles realçam <em>William Gates(1932), Gunter Zimmermann(1956), Maria Cristina Lómeli(1974), Victoria R. Bricker(1986) </em>e <em>Roberto Trepadeira(1998).</em> <em>Yuri Knorozov </em>propôs uma leitura fonética dos glifos. <em>John Eric S. Thompson </em>fez um elaborado estudo, que deve duração de 16 anos(<strong>1972 </strong>à<strong> 1988</strong>). <em>Merideth Paxton(1991) </em>focalizou sua investigação aos provenientes problemas de data e na elaboração da pictografia, publicando no ano de 1997 um estudo com novas teorias sobre a pictografia Maia.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif" title="Conflitos" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif" alt="Conflitos" height="474" width="328" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Páginas Dresde</font></strong></p>
<p>Agora iremos relatar o conteúdo de algumas lâminas Dresde, ou páginas, se achar melhor, para que venha a ser exemplificado esse manuscrito de tamanha importância na história da civilização Maia. O conteúdo das páginas a serem mostradas talvez não esteja completo, devido aos danos sofridos pelo decorrer do tempo.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/?attachment_id=139" rel="attachment wp-att-139" title="Lâminas"><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/codeximg.jpg" alt="Lâminas" /></a></p>
<p><strong>Lâmina 1</strong></p>
<p>Por mais que esteja deteriorada em algumas partes, podesse observar a figura do deus <em>Chan Chique</em>, que segundo a crença Maia representava a fertilidade e a fecundação. Os Maias davam uma grande importância a esse deus, pois segundo eles era essa divindade a responsável pelo nascimento de todos os habitantes da terra, dando-lhes a vida de presente.</p>
<p><strong>Lâmina 2</strong></p>
<p>Nessa página notamos a presença de algumas datas divinas na parte superior. Abaixo percebemos a imagem de um homem decapitado com as mãos amarradas para trás, levando sobre si o colar da morte, estando este próximo ao deus da fecundidade. Tal morte simboliza o sacrifício para nascer pela segunda vez. Também é possível perceber a presença de outros deuses, estando esses em um plano superior<strong>.</strong></p>
<p><strong>Lâmina 3</strong></p>
<p>Essa parte do Códice relata o sacrifício humano, onde é possível visualizar um homem , estirado sobre uma pedra, perto da <em>árvore da vida</em> cujas raízes são cabeças de cobras. Anteriomente podesse perceber uma pintura simbolizando a tentação sobrevindo ao homem.</p>
<p><strong>Lâmina 9</strong></p>
<p>Na parte superior, <em>Itzamná</em> com um tridente na mão(que simboliza o domínio das três forças primárias da natureza), então um deus com os olhos vendados(é um hierarca da lei que não vê preferências e age de acordo com os fatos, esse é o sentido dos &#8220;<em>olhos vendados&#8221;</em>) e o deus do milho, que se convida a trabalhar com a semente para pagar uma dívida. Logo após o deus do milho recebe ordens de Itzamná, que o instrui em sabedoria, para que ele siga para a região de <em>Tiphereth. </em>Em segundo plano aparecem outros deuses, como a deusa do tecido e a deusa da morte.</p>
<p><strong>Lâmina 26</strong></p>
<p>Esta folha faz parte de uma unidade específica que foi desenvolvida por um período entre 25 e 28 horas, e que mostra rituais associados com o fim do ciclo de 365 dias e o começo de um novo. O periodo anual foi dividido em 18 seções de 20 dias, ou seja, 18 meses, que possuiam dias com nomes respectivos, seguidos por uma seção adicional de 5 dias(o Uayeb), que simbolizava os dias de azar daquele ano. O conteúdo da folha pode ser relacionado com as descriçoes de cerimônias de ano novo. As especificações encontradas na lâmina mais parecem com um manual, onde são representados os dias, os ciclos , e a sua relação com a humanidade.</p>
<p>Misteriosamente também se observa premonições relacionadas ao destino dos anos que hão de vir. Além de demonstrarem os dias, eles também relacionaram os anos na parte superior, mantendo a grafia dos dias na lateral esqueda na página.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Dresde, Alemanha</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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		<title>O Códice Maia</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 17:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema desse misterioso livro poderia estar ligado a religião, a astronomia, aos ciclos agrícolas, a história ou até mesmo a profecias, contudo podemos observar que o Códice possui um valor próprio, que o coloca em um patamar que não deve ser rotulado por nenhuma definição, apenas a de estar totalmente relacionado com o “mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O tema desse misterioso livro poderia estar ligado a religião, a astronomia, aos ciclos agrícolas, a história ou até mesmo a profecias, contudo podemos observar que o Códice possui um valor próprio, que o coloca em um patamar que não deve ser rotulado por nenhuma definição, apenas a de estar totalmente relacionado com o “<strong>mundo superior</strong>”, um mundo que talvez ainda não tenha sido imaginado por ninguém.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Na tradição Maia, para escrever nas páginas de um Códice era necessário ter um contato direto com os deuses, onde o produto daquela escrita era considerado um objeto sagrado, sendo conservados em quartos específicos dentro dos maiores templos e edifícios da civilização. Isso mostra a importância dada pelos Maias com relação aos livros sagrados.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Durante as festas e cerimônias especiais, os códices eram escritos em público, depois de sujeitar os participantes a rituais de purificação e renovação. Essa revelação chamou bastante à atenção dos estudiosos, que conseguiram assimilar a grandiosidade desses eventos, onde os Maias tiveram a preocupação de relatá-los em seus livros sagrados. Tais escrituras passaram pelas mãos de vários doutores da lei meso-americana e indígena, devido à complexidade que é decifrar e interpretar os códigos Maias.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong><font color="#008000">Códice Maia</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong>Composição</strong><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Os Códices Maias possuem algumas semelhanças com os nossos livros atuais, uma delas é o fato dele ser elaborado em papel, de modo diferente do nosso, mas com a mesma finalidade. Esse papel era chamado de Kopó, que era feito com folhas da árvore de figo, embora ainda tivessem em sua composição o algodão e alguns outros materiais.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/madrid.jpg" title="Códice Madrid(Tro- Cortesano)" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/madrid.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/madrid.jpg" alt="Códice Madrid(Tro- Cortesano)" /></a></p>
<p><strong>Processo de produção</strong><strong><font face="Times New Roman"> </font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O processo de produção utilizado pelos maias era muito semelhante aos processos utilizados por outras civilizações indígenas. O material, depois de misturado, era trabalhado da seguinte forma: a massa resultante da mistura era prensada, e alongada horizontalmente e verticalmente, até se obter uma macia e fina fibra. Depois desse processo era feito a secagem do material, que era exposto ao sol. Com isso surgia uma folha de dimensão<span> </span><strong>15</strong> por <metricconverter productid="25 cm" w:st="on"></metricconverter><strong>25</strong> <strong>cm</strong>, que formavam as páginas dos Códices. As páginas eram cobertas com uma “goma”, e finalmente preparada com a utilização de carbonato de cálcio, que dava consistência ao material.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Em cada página eram pintadas grossas linhas vermelhas, vertical e horizontalmente, formando quadros, que eram interligados entre si, formando o tema proposto para aquela ocasião. Os tópicos tratados poderiam ocupar uma ou várias páginas.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/conoci3.jpg" title="Códice Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/conoci3.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/conoci3.jpg" alt="Códice Maia" /></a></p>
<p><strong>Características</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Talvez o tema mais interessante dos Códices seja o das profecias, que eram adivinhações baseadas no <strong>Tzolkín</strong> (calendário maia de 260 dias). Cada um dos dias era representado por uma carga de energia, que eram interpretadas de um modo diferente, de acordo com o indivíduo ou comunidade que tivesse consultado o Códice. Essa cargas também mudavam de acordo com o momento.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Nos Códices Maias eram encontrados calendários com datas significativas para os homens, revelando o período e o momento de cada uma delas. Talvez seja por isso que os Códices possuíam uma importância divina para a sua civilização. Tais datas representavam situações cotidianas, fatos astronômicos e premonitórios.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/maya_r1_c1.jpg" title="Página Códice" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/maya_r1_c1.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/maya_r1_c1.jpg" alt="Página Códice" /></a></p>
<p><strong><strong><font color="#008000">Destruição e Salvação</font></strong></strong><strong> </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Os conquistadores espanhóis chegaram à península de Yucatan, no México, no começo do <strong>século XVI</strong>, quando a maioria dos centros cerimoniais Maias já haviam sido abandonados, e o esplendor da civilização chegado ao fim. Mesmo com a decadência da civilização, ainda eram encontradas comunidades indígenas, conservando a organização social, idiomas, tradições e religião, além de continuarem elaborando os Códices.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/pariscodex.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/pariscodex.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/pariscodex.jpg" alt="Códice Paris" height="239" width="333" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Os ideogramas encontrados nesses documentos provocaram tanto curiosidade quanto medo nos missionários europeus, que rapidamente implantaram o catolicismo nos remanescentes daquela civilização. A curiosidade foi tanta, que os espanhóis deram ordem para achar e agrupar todos os Códices encontrados, com o intuito de decifra através da ajuda de interpretes. A aversão a tais características encontradas nos Códices foi tanta, que muitos deles foram queimados, eliminando riquíssimas informações sobre aquele misterioso povo.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Um dos autores deste trabalho destrutivo foi o bispo de Yucatan, irmão <strong>Diego de Terreno Pantanoso(1524 – 1579</strong>). É incalculável a quantidade de Códices que foram enviados as chamas, porque eram vistos como produtos diabólicos: “Um número grande desses livros não tiveram outra coisa a não ser superstição e falsidades do demônio, que se maravilha ao ver a dor, assim queimamos tudo”. Esta é uma frase utilizada pelo bispo ao descrever aquela situação.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Ao ver a grande devastação a quem estavam sujeitos, os maias enterraram muitos Códices, e alguns foram escondidos em cavernas, afim de evitar a destruição pelos espanhóis. Deste modo, muitos manuscritos foram salvos da destruição, pelo menos momentaneamente. Depois de alguns anos, os maias já dominavam a língua espanhola, dessa forma eles transcreveram para a nova língua aqueles Códices que haviam sido escondidos.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Com o tempo, muitos dos manuscritos que estavam enterrados já haviam se deteriorado, devido à umidade do subterrâneo, onde a maioria deles é formada por pedaços completamente apagados, ou ilegíveis.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Porém, três Códices sobreviveram quase por completo ao fogo e a água, quase que misticamente. Tais manuscritos passaram por diversas mãos, muitas estradas, até chegarem ao continente europeu, resistindo por mais de 250 anos, até que foram enviados para locais onde pudessem ser mantidos conservados, o destino deles foram: <strong>Dresde(Alemanha)</strong>, <strong>Paris(França)</strong> e <strong>Madrid(Espanha)</strong>.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Os manuscritos mais importantes vêm do norte de Yucatan, e eles são conhecidos como “<strong>Livros de Chilam Balam</strong>”, que pode ser traduzido como “<strong>Livros do Adivinho das Coisas Escondidas</strong>”.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/merida-schilderij-2.jpg" title="Destruição Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/merida-schilderij-2.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/merida-schilderij-2.jpg" alt="Destruição Maia" style="width: 412px; height: 288px" height="288" width="412" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Com certeza tais manuscritos guardam segredos inimagináveis, e o mais interessante é que existe a possibilidade de novos Códices serem encontrados, tanto na região da antiga civilização Maia, quanto espalhados pelo mundo. Um verdadeiro tesouro de conhecimento e mistério esta sendo procurado por milhões de pessoas.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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