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	<title>2012 - Dois Mil e Doze &#187; Cultura</title>
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	<description>Verdade ou mentira?</description>
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		<title>Maias: Raab</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Sep 2007 14:18:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Haab faz parte de um sistema de calendários usados pelos povos meso-americanos, mais precisamente, pelo Maias. Esse calendário é constituído por 365 dias, sendo o calendário que mais se aproxima do ano solar.


O calendário possui 18 meses de 20 dias cada, trabalhando assim em uma matriz de ordem 18&#215;20.
Os cálculos não estão errados, 18 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Haab faz parte de um sistema de calendários usados pelos povos meso-americanos, mais precisamente, pelo Maias. Esse calendário é constituído por 365 dias, sendo o calendário que mais se aproxima do ano solar.</p>
<p align="center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/maiacalendarimg.jpg" title="Calendário Haab(Solar)" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/maiacalendarimg.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/maiacalendarimg.jpg" alt="Calendário Haab(Solar)" height="251" width="266" /></a></p>
<p>O calendário possui 18 meses de 20 dias cada, trabalhando assim em uma matriz de ordem 18&#215;20.</p>
<p>Os cálculos não estão errados, 18 x 20 equivale à 360 dias, sendo que os últimos 5 dias restantes correspondem aos &#8220;dias de azar&#8221;. Os nomes dos meses são baseados nas estações e nos eventos ligados a agricultura, por exemplo, o décimo terceiro mês, Mak, pode consultar ao fim da estação chuvosa e o décimo quarto mês, K&#8217;ank&#8217;in, pode consultar às colheitas maduras na queda.</p>
<p>A grande importância dada pelos maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço, em verdade, tratam-se de uma só coisa e que flui não linearmente, como na convenção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. O conceito chama-se Najt e é representado graficamente por uma espiral.</p>
<p>Os maias acreditavam que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre ele.</p>
<p>Por esta razão, a adivinhação era a mais importante função da religião dos maias. Tanto é assim, que a palavra maia usada para designar seus sacerdotes, tem origem na expressão guardião dos dias.</p>
<p>Os nomes dos meses no são comumente referidos pelos seus nomes da era colonial Yucateca. Na ortografia revisada eles são os seguintes:</p>
<p><strong>1</strong>) Pop<br />
<strong>2</strong>) Wo<br />
<strong>3</strong>) Sip<br />
<strong>4</strong>) Sotz&#8217;<br />
<strong>5</strong>) Sek<br />
<strong>6</strong>) Xul<br />
<strong>7</strong>) Yaxk&#8217;in<br />
<strong>8</strong>) Mol<br />
<strong>9</strong>) Ch&#8217;en<br />
<strong>10</strong>) Yax<br />
<strong>11</strong>) Sak<br />
<strong>12</strong>) Keh<br />
<strong>13</strong>) Mak<br />
<strong>14</strong>) K&#8217;ank&#8217;in<br />
<strong>15</strong>) Muwan<br />
<strong>16</strong>) Pax<br />
<strong>17</strong>) K&#8217;ayab&#8217;<br />
<strong>18</strong>) Kumk&#8217;u<br />
<strong>19</strong>) Wayeb&#8217;</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/haab1.jpg" title="Nomenclatura dos dias" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/haab1.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/haab1.jpg" alt="Nomenclatura dos dias" /></a></p>
<p>Cada dia no Haab é identificado por um número que representa o dia do mês, seguido pelo nome do mês. A contagem inicia-se em 0 e vai até 19, então o primeiro dia do Haab seria 0 Pop, seguido por 1 Pop, 2 Pop até 19 Pop, quando então iniciaria o primeiro dia do segundo mês, ou 0 Wo. O Haab é considerado um calendário Inexato, pois ele não trabalha com as correções bissextas, dessa forma de 4 em 4 anos as estações do ano flutuam em seu calendário. Mas o Maias não aceitaram essa imperfeição, praticando técnicas de correção fora do próprio calendário, técnicas essas que já foram expostas.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/maya2.gif" title="Tzolkin e Haab" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/maya2.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/maya2.gif" alt="Tzolkin e Haab" height="255" width="360" /></a></p>
<p>Cada dia no calendário Haab foi identificado por um número do dia dentro do mês, seguido do nome do mês.</p>
<p>É incrível pensar na sincronia que havia entre os calendário Maia. Tal precisão ainda não havia sido encontrada em nenhuma outra civilização, sincronismo e precisão, resumem a eficiência da civilização Maia.</p>
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		<title>Maias: Tzolkin</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 17:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo para os Maias
A Lei natural do Tempo afirma que existe uma única frequência de tempo que unifica a ordem inteira galáctica desde o seu componente maior até ao mais ínfimo da existência: essa frequência de tempo é a relação 13:20. A matemática do Calendário Maia revela a matemática Universal da Quarta Dimensão.
A grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#008000">O tempo para os Maias</font></strong></p>
<p>A Lei natural do Tempo afirma que existe uma única frequência de tempo que unifica a ordem inteira galáctica desde o seu componente maior até ao mais ínfimo da existência: essa frequência de tempo é a relação <strong>13:20</strong>. A matemática do Calendário Maia revela a matemática Universal da Quarta Dimensão.</p>
<p>A grande importância dada pelos maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham, de que tempo e espaço em verdade tratam-se de uma só coisa e que flui, não linearmente como na conceção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. O conceito chama-se <em>Najt</em> e é representado glificamente por uma espiral.</p>
<p>Os maias acreditavam que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre êle.</p>
<p>Por esta razão, a adivinhação era a mais importante função da religião dos maias. Tanto é assim, que a palavra maia usada para designar seus sacerdotes, tem origem na expressão guardião dos dias.</p>
<p>O calendário maia com ciclo equivalente a um ano solar era chamado <strong>Haab</strong>, e tinha ordinariamente <strong>18 meses</strong> de <strong>20 dias</strong> (mais cinco dias sem nome), seu uso era mais afeto às atividades agrícolas, notadamente na prescrição das datas de plantio, colheita, tratos culturais e previsão dos fenômenos meteorológicos. Era o calendário das coisas e das plantas.</p>
<p>Já o calendário <strong>Tzol&#8217;kin</strong> que possuía <strong>13 meses</strong> de <strong>20 dias</strong>, com ciclo completo de 260 dias, era usado para as funções religiosas em função do qual se marcavam as cerimonias religiosas, se fazia a adivinhação das pessoas e se encontravam as datas propícias para seus atos civis.</p>
<p>Assim que nascia uma criança, os maias as apresentavam aos sacerdotes que, em função do dia do nascimento, adivinhavam a futura personalidade da criança, seus traços marcantes, suas propensões, habilidades e dificuldades, analogicamente ao horóscopo mesopotâmico.</p>
<p>Os Maias souberam interpretar os ciclos corretos do tempo, da natureza e do cosmos, reconheciam e celebravam pontos de poder no tempo, e, para isso, observavam o céu e consultavam as efemérides, o livro dos dias ou das mudanças, como era designado pelos gregos, onde se registava o movimento dos planetas.</p>
<p>Além de estudar o posicionamento dos astros, eles perceberam mudanças energéticas, que ocorriam em períodos específicos durante o ano; mudanças estas que não se limitavam apenas à alteração da luz e do calor, mas que aconteciam a níveis bem mais subtis. Assim, demarcaram as quatro estações do ano, e nesses períodos aproveitavam para fazer mudanças sazonais adequadas a cada uma delas, reunindo-se em celebrações que chamavam festivais, os célebres festivais do fogo da Antiguidade. Reconheceram também o ciclo das quatro estações da Lua, que, além de os orientar para a plantação e colheita, os ordenava em ritmos internos.</p>
<p>Os Maias entendiam o tempo da mesma forma que o conceito de &#8216;<em>Noosfera</em>&#8216; de <em>Teilhard</em> de <em>Chardin</em> e o &#8216;<em>Num</em>&#8216; dos egípcios, uma espécie de oceano cósmico de onde tudo flui e de onde plasmam todas as formas vivas. Compreenderam o tempo mais do que qualquer outra cultura, percebendo que ele é a quarta dimensão, assim como afirmou Einstein. Para eles, o tempo não era uma medida linear (presente, passado e futuro), mas uma série de ciclos que se repetem, tal como afirmava <em>Pitágoras</em>, no <strong>século V</strong> a.C. E concebiam a Terra como um ser vivo orgânico, antecipando o pensamento dos ecologistas de nosso século.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/engr.gif" title="Engrenagem do tempo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/engr.gif');" ></a>
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<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/engr1.gif" title="Engrenagem do tempo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/engr1.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/engr1.gif" alt="Engrenagem do tempo" /></a></p>
<p>O calendário Tzolkin, com 20 selos(solares) e 13 tons galácticos(ou lunares) que possui 7 dias de semana, 13 meses de 28 dias e um dia fora do tempo no final do ano.</p>
<p>Alguns acreditam que os maias identificaram o aspecto energético e espiritual do tempo de cada dia e codificaram isso em seus calendários. O que temos, com efeito, é que, a par do arranjo dos ciclos, os maias tentaram consolidar os principais eventos de tais dias.</p>
<p>Há quem diga que os maias definiam o tempo como uma energia real ou força que existe em todo o universo, cuja freüência seria 13:20</p>
<p>Treze referir-se-ia às 13 lunações anuais (<strong>13 x 28 = 364</strong>) onde o mês lunar tem 28 dias, que, coincidentemente multiplicado por 20 (base) resulta em 260 dias, período algo próximo ao ciclo ovariano da reprodução humana.</p>
<p>Estudiosos defendem que a observação da repetição cíclica das estações do ano e seus eventos climáticos, dos ciclos vegetativos e reprodutivos das plantas e dos animais, sincronizada à repetição do curso dos astros na abóbada celeste, é que acabou inspirando os maias à criação de seus calendários.</p>
<p>É pois reconhecido que muito da matemática e astronomia dos maias se desenvolveu sob a necessidade de sistematizar o calendários com os principais eventos no qual o desenvolvimento da escrita tinha o papel preponderante de registrar tanto as datas como os eventos.</p>
<p>O mês de vinte dias é um tanto mais natural e adequado na cultura maia, já que a sua matemática usava a numeração na base vinte, que corresponde à soma dos dedos humanos das mãos e dos pés.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/maya3.jpg" title="Relação entre os calendários" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/maya3.jpg');" ></a>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/maya3.jpg" title="Relação entre os calendários" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/maya3.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/maya3.jpg" title="Relação entre os calendários" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/maya3.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/maya3.jpg" alt="Relação entre os calendários" height="252" width="379" /></a></p>
<p>Não é por outra razão que a cada <strong>katum</strong> (período de 20 anos), data auspiciosa como nossa década, os maias erigiam uma estela, monumento lítico belíssimamente decorado, no qual registravam as datas e principais eventos, que poderiam ser interpretados no futuro.</p>
<p>Como qualquer outra civilização antiga, os maias sacralizavam os conhecimentos de astronomia, matemática e escrita, sendo estas de função dos sacerdotes e letrados cujos registros se cristalizaram no sistema de calendários, desde muito cedo aperfeiçoados.</p>
<p>Se a duração ciclo completo do <strong>haab (365 dias + 1/5)</strong> era demarcada ao compasso do ano solar, a duração do ciclo completo do Tzol&#8217;kin (260 dias) corresponde a duração de um ciclo biológico humano desde a concepção até o nascimento.</p>
<p>Por isto, o haab regia a agricultura e as coisas, e por isto mesmo o tzol&#8217;kin regia a vida das pessoas, a partir de seu aniversário, fornecendo-lhes preceitos e presságios.</p>
<p>Alguns teóricos esotéricos afirmam que o número Vinte refere-se às 20 freqüências solares, que representam o ciclo de possibilidades de transformação que cada um desses radiopulsos pode sofrer nos espectros de freqüência. A união dessas energias cria um padrão de pulsação radiante que contém um tipo específico de informação para cada dia.</p>
<p>Afirmam que os 13 Tons e os 20 Selos se combinam, criando a matriz de 260 unidades coincidente com o calendário sagrado Tzolkin.</p>
<p>Este calendário é um índice que combina nossos níveis tridimensionais de freqüências com as freqüências da quarta dimensão. Ele nada tem a ver com começo ou fim.</p>
<p>Cada dia, que é chamado de <strong>Kin</strong> na língua maia, tem uma configuração energética específica, carregada de informações e ressonâncias. Um KIN é o padrão planetário de tempo, que corresponde à duração de uma única rotação do eixo terrestre, um dia e uma noite. Dependendo da energia que recebemos do centro da galáxia e do sol, cada kin, soa de modo distinto.</p>
<p>Existem <strong>260 kins</strong> no calendário sagrado Maia. E um deles influencia o destino de cada pessoa, pois ele codifica o aspecto energético e espiritual do dia em que nascemos. Este kin é a nossa assinatura galáctica. Segundo a antiga ciência maia, saber qual é nosso kin nos possibilita um conhecimento maior de nós mesmos e mostra o caminho para a integridade, a harmonia da mente e do espírito, proporcionando a paz interior através do reconhecimento de nossas potencialidades e dos desafios que devemos trabalhar para nossa evolução. Mostra como podemos agir de acordo com nossa essência, o que multiplica as chances de sermos bem sucedidos nas atitudes que tomamos em todos os aspectos de nossa vida.</p>
<p>Enfim, é o resgate e justificativa de algumas crenças que, embora reformuladas e retocadas, pululavam na primitiva religião dos maias.</p>
<p>Então, só pra lembrar, os maias usavam três calendários: o calendário histórico de Contagem Longa, o calendário civil Haab e o calendário religioso Tzolkin. Cada calendário estava organizado como uma hierarquia de ciclos de dias de vários comprimentos e não tinham nenhum mecanismo de sincronização com o Sol ou com a Lua. No entanto, o calendário de Contagem Longa e o calendário civil continham ciclos de 360 e 365 dias, respectivamente, correspondendo aproximadamente ao ano solar. Todos os ciclos eram representados por números (e não nomes) e os dias e os ciclos contavam-se a partir de zero (e não de 1, como na maioria dos calendários) o que facilitava a computação de datas.<br />
No calendário histórico de Contagem Longa, a cada ciclo de 20 dias (kin) correspondia um uinal; a cada ciclo de 18 uinal (360 dias) correspondia um tun; a cada ciclo de 20 tun (19,7 anos) correspondia um katun; a cada ciclo de 20 katun (394,3 anos) correspondia um baktun. Uma data era representada pela sequência dos números correspondentes a cada ciclo: baktun . katun . tun . uinal . kin.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif" title="Tzolkin" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif" title="Tzolkin" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif" title="Tzolkin" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif" title="Tzolkin" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif" title="Tzolkin" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.gif" alt="Tzolkin" height="265" width="303" /></a></p>
<p>A cada ciclo de 20 <strong>baktun</strong> (7 885 anos) correspondia um <strong>pictun</strong>;<br />
a cada ciclo de 20 <strong>pictun</strong> (157 704 anos) correspondia um <strong>calabtun</strong>;<br />
a cada ciclo de 20 <strong>calabtun</strong> (3 154 071 anos) correspondia um <strong>kinchiltun</strong>;<br />
a cada ciclo de 20 <strong>kinchiltun</strong> (63 081 429 anos &#8211; um período curiosamente parecido com o tempo desde o desaparecimento das dinossauros) correspondia um <strong>alautun</strong>.</p>
<p>Os Maia acreditavam que no final de cada ciclo pictun o universo era destruído e recreado de novo (o próximo apocalipse dar-se-ia em 12 de Outubro de 4772).</p>
<p>No calendário civil Haab e no calendário religioso Tzolkin não existia número para cada ano; quando acabava o ciclo total de 365 ou 260 dias, começava-se simplesmente um novo. Não é possível converter uma data desses calendários a uma data única de outros calendários. Os Maias especificavam por vezes uma data usando conjuntamente as datas de ambos os calendários; essa data composta só se repetia de <em>52 em 52 anos</em>.</p>
<p>No calendário civil, havia 18 períodos com nome, de 20 dias cada, seguidos de 5 dias extra (Uayeb) que não se consideravam fazer parte de nenhum período. As datas escreviam-se como o número para o dia (0 a 19 para períodos regulares e 0 a 4 para dias do Uayeb) seguido do nome do período.</p>
<p>No calendário religioso Tzolkin, usavam-se dois ciclos em paralelo: um ciclo de 13 dias numerados e um outro de 20 dias, cada um com o seu nome. O número de cada dia ia sempre sendo incrementando até chegar a 13, quando voltava a ser recolocado a 0. A cada novo dia era afixado o nome seguinte no ciclo de 20 nomes. Como 13 não é um divisor de 20, decorre um ciclo de 260 dias até que o calendário se repita.</p>
<p><strong><font color="#008000">O ciclo</font></strong></p>
<p>Basicamente, a finalidade desse ciclo, cujo nome não se conhece, era conciliar o ano Haab de 365 dias como o ano Tzolkin de 260.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.jpg" title="Ciclo do tempo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.jpg');" ></a>
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<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.jpg" title="Ciclo do tempo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin.jpg" alt="Ciclo do tempo" height="279" width="316" /></a></p>
<p>Ciclo do ano solar = 4 anos<br />
Ciclo do ano religioso = 13 meses<br />
O mínimo múltiplo comum de 4 e 13 é = 52<br />
52 anos X 365 dias= 18.980 dias<br />
73 X 260 dias = 18.980 dias</p>
<p>Não havia numeração seqüencial do ano solar. Em virtude do ciclo de 52 anos, que os maias denominavam de A Volta do Calendário, dificilmente um cidadão vivia mais do que duas voltas do mesmo (104 anos).</p>
<p align="justify">O mais extraordinário no sistema era que ao fundirem os dois calendários (religioso e solar), uma data somente se repetiria após 18.980 dias.</p>
<p align="justify">Os dois sistemas, Tzolkin e Haab, iniciavam ao mesmo tempo e, somente decorridos 18.980 dias, 73 anos religiosos e 52 anos solares, os dois primeiros dias dos respectivos calendários emparelhavam-se.</p>
<p align="justify"><strong><font color="#008000">Ordem síncrona</font></strong></p>
<p align="justify">A ordem sincrónica descrita pela Lei do Tempo consiste de camada sob camada de ciclos. Para entendê-las passaremos pelos estágios de abertura dessas diferentes camadas de ciclos.
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin1.gif" title="Dias Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin1.gif');" ></a></p>
<p>A perfeição harmónica do calendário das 13 Luas/28 Dias a torna o veículo perfeito para codificar as diversas dimensões cíclicas da ordem sincrónica. Este é o significado verdadeiro do tempo como a quarta dimensão.</p>
<p>A medição de tempo quadrimensional é chamada de Módulo Harmónico.</p>
<p>É baseada no Tzolkin, a chave para o sistema de calendário Maia.</p>
<p>Como o Módulo Harmónico, o Tzolkin é uma matriz de 13 x 20 (frequência 13:20), consistindo de permutações de 20 ícones ou selos solares e de treze números denominados de tons galácticos. As 260 permutações possíveis do selo e tom criam o ciclo de 260 Kin.</p>
<p>O ciclo de 260 Kin (dia) associado ao ciclo de 365 dias do calendário das 13 Luas cria um ciclo de 18.980 dias ou 52 anos, durante os quais não se repetem dois dias. Isto é chamado de Ciclo Solar-Galáctico.</p>
<p>O Tzolkin é um espelho de nossas relações e formas de se comportar no mundo.</p>
<p>O Tzolkin esclarece padrões de sincronicidades. Depois de identificados os padrões, nossos alinhamentos ou alianças se tornam intensificados. Primeiro vem o alinhamento com nosso próprio destino individual.</p>
<p>Os 20 signos sagrados e os 13 números do Tzolkin são os guias de destino que monitoram as sincronicidades de nossas vidas. Todos os dias têm: um signo diferente; um tom diferente; é um dia da semana; e é um dia de uma determinada Lua.</p>
<p>Esta combinação de informações determina como as sincronicidades de nossas vidas são traçadas e se tornam aparentes.</p>
<p align="justify"><strong><font color="#008000">Os 20 dias Maia</font></strong></p>
<p align="justify">Cada Kin (dia) é uma frequencia arquétipica, um modelo ideal de vibração potencialmente perfeito. Cada um representa um passo na evolução, uma missão e um foco único, porém todos são complementares entre si e associativos também.</p>
<p>Se comportam como sinalizadores de energia com qualidades ressonantes portadoras da informação necessária para a vida como processo evolutivo ascendente. Possuem o veículo do tempo presente nos <em>4 elementos</em> e no espaço.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin1.gif" title="Dias Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin1.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/tzolkin1.gif" alt="Dias Maia" /></a></p>
<p>Os dias são : <strong>Imix Ik Akbal Kan Chikchan Kimi Manik Lamat Muluk Ok Chuwen Eb Ben Ix Men Kib Kaban Etznab Kawak</strong> y <strong>Ahau</strong>.</p>
<p align="justify">O Tzolkin é um sistema elaborado para revelar informações que se referem a um propósito mais profundo ou de maiores dimensões. O <strong>I-Ching</strong> se sincroniza com precisão com o código galáctico, no entanto o código genético regula informações concernentes a operação de todos os níveis do ciclo de vida, incluindo todas as plantas e formas animais. O código galáctivo regula informações que afetam as operações do ciclo de luz. Este define os níveis de frequencia ressonante da energia radiante, incluindo a eletricidade, o calor, a luz e as ondas de rádio que informam as funções auto degenerativas de todos os fenomenos, orgánicos ou inorgánicos. Obviamente os dois códigos se interpenetram e se complementam.</p>
<p>Em outras palavras, o código genético só descreve a metade do cenário. A luz, a energia radiante proporciona a outra metade. Na verdade, se tivessemos que dizer qual é a mais importante ou o que vem primeiro entre a luz e a vida, deveriamos dizer &#8220;A Luz&#8221;.</p>
<p>Se observarmos os fenomenos mais simples, as flores ao abrir até concluir o seu ciclo diário, perceberiamos que tudo na vida e no solo depende da luz nos mostrando que a realidade aspira por ela.</p>
<p>Como um padrão do código que governa o funcionamento de todo o espectro de energias radiante e suas terminações mais simples, os componentes do Tzolkin se reduzem a uma série de constantes que nos possibilitam recordar facilmente. Estas constantes, um sistema coerente de simbolos e números, tem um único propósito: auxiliar-nos tanto na recuperação da informação galáctica como também proporcionar uma condição de alinhamento galáctico.</p>
<p align="justify"><strong><font color="#008000">Semana Maia</font></strong></p>
<p align="justify">Um KAL representa os 20 dias em ordem formando uma unidade ciclica de dias consecutivos.</p>
<p>Cada semana é um passo a mais na evolução interna, espiritual e social do ser, permitindo assim o progresso e a harmonia.</p>
<p>13 x 20 é a combinação das probabilidades do destino, que nos oferecem possibilidades, caminhos a seguir enquanto a transformação dos seres para a ascenção.</p>
<p>A semana maia pode ser analizada de muitas maneiras; como um ciclo evolutivo esconde mais de um subciclo dentro dela.<br />
Um exemplo que podemos citar pode ser: <strong>Ciclo da luz</strong></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/20glifos.gif" title="Ciclo da luz" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/20glifos.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/20glifos.gif" alt="Ciclo da luz" style="width: 370px; height: 40px" height="40" width="370" /></a></p>
<p align="justify"><strong>1</strong> A luz se aviva nas formas (não corpóreas também)<br />
<strong>2</strong> O vento purifica as formas<br />
<strong>3</strong> As formas estão em um espaço fechado e seguro onde o corpo se protege, sonha despertando a ilusão.<br />
<strong>4</strong> A forma (ser cósmico) gera sua própria semelhança corpórea(ovulo-esperma)</p>
<p><strong>5</strong> A forma entra em um indivíduo específico.<br />
<strong>6</strong> O corpóreo passa a não corpóreo, o ser específico conhece e transcende a morte (grupo de purificação)<br />
<strong>7 </strong>Transformação dos fenomenos através do conhecimento<br />
<strong>8</strong> A harmonia surge com a união de todas as coisas</p>
<p><strong>9</strong> A semente criativa é vislumbrada com a porta cósmica (umbral da consciencia desperta) e abandona a escuridão.<br />
<strong>10</strong> A semente criativa é guiada pela lealdade e fidelidade<br />
<strong>11 </strong>A semente criativa recebe capacitação de arte e estética<br />
<strong>12</strong> A semente criativa, já capacitada, penetra no interior, fazendo-se totalmente humana.</p>
<p><strong>13</strong> Os que passeam descendem dos ciclos<br />
<strong>14</strong> A estrela, nascida pela sabedoria dos magos, é guiada através da atemporalidade<br />
<strong>15</strong> Se adquire consciencia planetária<br />
<strong>16</strong> Momento de reunir-se com a força cósmica e personifica-la</p>
<p><strong>17</strong> Se produz o alinhamento das forças planetárias<br />
<strong>18</strong> Ritual de infresso no atemporal<br />
<strong>19</strong> Se inicia a transformação e a renovaçãoación<br />
<strong>20</strong> Termina a transformação da renovação da luz, se adquire a mente luminosa, e a semente da criatividade (o espirito) se sente completamente realizado.</p>
<p><strong><font color="#008000">Dias energéticos</font></strong></p>
<p>Os 52 dias marcados no calendário (e neste caso em verde) representam dias em que a energia chega com maior força a terra, iluminando o dia até o seu resplendor.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/energia.jpg" title="Dias energéticos" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/energia.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/energia.jpg" alt="Dias energéticos" style="width: 362px; height: 223px" height="223" width="362" /></a></p>
<p>Os primeiros 120 dias do calendário pertencem a parte positiva do ano, a fila central é o período de semente e os últimos 120 dias, a parte negativa do ano.</p>
<p>Nenhuma combinação número/dia se repete no ano sagrado maia. Para os maias, um dia começava com a saída do sol e não terminava até a próxima saída.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/verdevermelho.jpg" title="Kin" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/verdevermelho.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/verdevermelho.jpg" alt="Kin" style="width: 379px; height: 234px" height="234" width="379" /></a></p>
<p><strong>Kin Vermelho</strong>:<em> dias de portais galácticos</em>.<br />
<strong>Kin Verde</strong> : <em>Dias Nucleo/Semente</em>.</p>
<p><strong><font color="#008000">Matriz Tzolkin</font></strong></p>
<p align="justify">Para os Maias, a energia se move desde o centro da Galáxia para Alcion, nas Plêiades e desde ali para o nosso Sol, que a irradiará para todo o sistema solar.</p>
<p>A Lua, Vênus, Marte, Mercúrio principalmente e os outros planetas refletem para a Terra esta energia. A quantidade que refletem depende da localização deles na suas órbitas em redor do Sol e da posição do nosso planeta. Esta energia regula desde as marés até as fases de crescimento de todas as coisas em nosso planeta. Ela é aceita por todos os povos como a força vital. Parcelso a chamou de Evestrum, os Egipicios a chamaram de Kal, os Gregos de Pneuma, os Hebreus de Ruan, os Hindus de Prana, os Japoneses de Ki, os Chineses de Chi e os Maias de Puah.</p>
<p>A matriz é composta por 20 colunas, representadas por cada um dos 20 dias do mês e seus correspondentes glifos sagrados, e 13 níveis (linhas), representadas por 13 números Maias. A partir do primeiro nível e da primeira coluna, são inseridos, horizontalmente, uma sequência de 13 números. A sequência é então repetida a partir da décima-quarta posição, se deslocando da esquerda para a direita e de cima para baixo até completar um total de 20 repetições da série numérica.</p>
<p>Os Maias descobriram que pela posição dos planetas no sistema solar, há alguns dias em que se recebe mais energia na Terra, facilitando os processos de tomada de consciência, crescimento interior e sincronismo com o Universo. 52 dias dos 260 que formam o calendário do Tzolkin são portais energéticos. Dias que vibram de maneira especial pela energia que se recebe simultanêamente de todo o Universo. A marcação destes dias na matriz gera uma forma simétrica refletida sobre uma linha central, o sétimo nível da matriz. Eles a chamavam de coluna mística.</p>
<p style="text-align: center"><strong>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/mmm.jpg" title="Representaçã matricial" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/mmm.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/mmm.jpg" alt="Representaçã matricial" /></a></strong></p>
<p align="justify">Na parte superior encontra-se a onda positiva que todos os seres recebem de Hunab-Kú. O giro do furacão que irradia para fora uma energia indescritível desde o ponto central.</p>
<p>Na parte inferior encontra-se a representação da onda negativa, o giro contrário do furacão, que atrai para dentro uma enorme quantidade de energia para o ponto central no coração da Galáxia.</p>
<p>Hunab-Kú, no centro da Galáxia, pulsa energia e informação no sentido horário e anti-horário simultaneamente.</p>
<p>O coração da Galáxia emite uma série contínua de sinais, que nós chamamos de rádio emissões. Estes sinais sincronizam todos os seres vivos do Universo e encontram-se codificados de uma maneira muito simples, para que todos os seres possam coordenar-se harmonicamente ao utilizá-los.</p>
<p>Os Maias codificaram estas frequencias de luz, informação e energia na matriz do Tzolkin.</p>
<p>Uma matriz matematicamente muito simples que permite acomodar todas as combinações harmônicas possíveis.</p>
<p>É uma tabela periódica de frequencias galácticas.</p>
<p>Somando-se, a partir da coluna mística, o número das linha na parte superior e o seu correspondente na parte inferior teremos sempre o número 14 como resultado. (6 + 8 = 14, 5 + 9 = 14, &#8230; 1 + 13 = 14).</p>
<p>A soma de todos os níveis da matriz dá 91 (1 + 2 + 3 + 4 +&#8230;+ 12 + 13 = 91) que corresponde ao número de dias que tem cada uma das 4 estações climática do ano.</p>
<p>Também é igual 13, número mágico Maia, multiplicado por 7 (13 x 7 = 91).</p>
<p>A soma dos quatro números nas extremidades no retângulo externo na matriz do Tzolkin resultará em 1 + 7 + 7 + 13 = 28.</p>
<p>O próximo retângulo interno ao primeiro também resulta em 9 + 13 + 1 + 5 = 28.</p>
<p>Isto se repete até o retângulo mais interno formado pelos número 2 + 11 + 3 + 12 = 28.</p>
<p>Isso acontecerá sempre com as extremidades do retângulo avaliado.13 lunações se sucedem em um ano.</p>
<p>A Lua dá 13 giros em volta da Terra enquanto esta dá 1 volta ao redor do Sol. 13 ciclos de 28 dia completam 364 dias e que adicionados a um dia de purificação, para receber o ano novo, completam os 365 dias do ano.</p>
<p>A Lua gira 90 graus a cada semana (7 dias). Cada dia corresponde a um deslocamento de 13 graus. A cada 28 dias um giro completo de 360 graus.</p>
<p>Devido a órbita da Lua ao redor da Terra, que se desloca ao redor do Sol, ser elíptica e muito excêntrica, seu giro sinódico dura 29 dias e 12 horas.</p>
<p>Por desejo do Imperador Romano Julio César e do Papa Gregório 13, a medida do tempo foi modificada.</p>
<p>O ano foi dividido em 12 meses desiguais, com diferentes números de dias. Perdeu-se um mês, uma lunação completa, que ficou repartida em pequenas cotas nos outros meses do ano, e com ela perdemos a sincronia com a natureza, com o Sistema Solar.</p>
<p>Passamos a medir o tempo mecanicamente, sem nenhuma relação com os ciclos naturais do planeta, da Lua e do Sol.</p>
<p>O ser humano de hoje vê o Universo como um relógio, uma máquina insensível.</p>
<p><strong>Tzol</strong> significa contar, <strong>Kin</strong> significa dia, portanto o Tzolkin é um instrumento para contar os dias. Um calendário de 260 dias, 13 vezes 20 dias. No corpo existem 13 pontos de poder, nas articulações principais. Um no pescoço, dois nos ombros, dois nos cotovelos, dois nos pulsos, dois nos quadris, dois nos joelhos e dois nos tornozelos. Existem 13 Baktunes ou períodos de 400 anos (tunes) num ciclo Maia de 5.125 Tunes entre um raio sincronizador e outro. Treze multiplicado por quatro dá 52, uma fração do grande ciclo Maia de 5.125 tunes. 13 é o número da proporção cósmica, a chave interdimensional.O Tzolkin pode ser visto de duas maneira.Como um conjunto de rodas calendáricas ou como uma matriz. Duas rodas que giram em velocidades diferentes. Uma designa os dias como um número de 1 a 13 e a outra com um dos 20 glifos sagrados. Estas rodas giram eternamente em combinação com a roda de 365 posições do Haab, que marca em que mês está cada dia já designado pelas outras duas rodas. Coordenavam o giros dos dois calendários a cada 52 anos quando a posição inicial das rodas dos dois calendários coincidia. Uma proporção dos 5.125 tunes que dura o aparecimento do raio sincronizador da Galáxia. A cada 52 anos, ou seja, a cada 18.980 kines eram realizados 13 dias de festas durante os quais era comemorada a descida do céu do fogo novo e a saída do Sol. Estes 13 dias sincronizavam a duração do ano solar de 365,25 dias no ano do Haab de 365 kines. Isto é, 52,25 nos dá os 13 dias que eles festejavam a cada 52 anos.No calendário gregoriano que utilizamos, este ajuste é feito a cada 4 anos pela adição de um dia ao mês de fevereiro, o que deu origem ao anos bissextos.Para os Maias, o ser humano só completava o seu desenvolvimento ao atingir a idade de 52 anos.</p>
<p><strong><font color="#008000">Nomenclatura</font></strong></p>
<p>Kin = Dia</p>
<p>Unial = Mês (20 Kines)</p>
<p>Uayeb = Mês (5 Kines)</p>
<p>Tun = Ano (18 Uinales)</p>
<p>Katun = 20 Tunes (7200 Kines)</p>
<p>Baktun = 20 Katunes (144000 Kines)</p>
<p align="center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/uinal.gif" title="Uinal" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/uinal.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/uinal.gif" alt="Uinal" height="232" width="346" /></a></p>
<p>A data era representada por um conjunto de 5 elementos. Exemplo: 7.9.14.12.18</p>
<p>Esta data significava &#8230;<br />
7 baktun, 9 katun, 14 tun, 12 unial e 18 kin.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/kin.gif" title="Kin" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/kin.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/kin.gif" alt="Kin" style="width: 354px; height: 237px" height="237" width="354" /></a></p>
<p>O kin, o tun e o katun eram numerados de 0 a 19, o unial de 0 a 17 e o baktun de 1 a 13.</p>
<p>A data do exemplo representa o dia n. 1078098<br />
18 + 12 x 20 + 14 x 18 x 20 + 9 x 20 x 18 x 20 + 7 x 20 x 20 x 18 x 20 = 1078098.<br />
Um ciclo dura 1872000 dias, isto é 5125 anos (1872000 = 13 x 144000).</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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		<title>Maias: O Códice Grolier</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 18:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Nome
Códice Grolier.






História
A descoberta do Códice Grolier foi autenticada a 25 anos atrás, mas devida a dificuldade na elaboração de estudos sobre o manuscrito, poucas coisas foram reveladas. Como pouco se sabe sobre tal documento, devemos entender o perigo de se chegar a conclusões precipitadas com relação ao assunto. Sabemos que a descoberta do Códice Grolier [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#008000">Nome</font></strong></p>
<p>Códice Grolier.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" title="Fragmento do Códice Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" title="Fragmento do Códice Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" title="Fragmento do Códice Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" title="Fragmento do Códice Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groareia.jpg" alt="Fragmento do Códice Grolier" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">História</font></strong></p>
<p>A descoberta do Códice Grolier foi autenticada a 25 anos atrás, mas devida a dificuldade na elaboração de estudos sobre o manuscrito, poucas coisas foram reveladas. Como pouco se sabe sobre tal documento, devemos entender o perigo de se chegar a conclusões precipitadas com relação ao assunto. Sabemos que a descoberta do Códice Grolier é um tópico delicado, e para alguns, inquietante.</p>
<p>O Códice Grolier foi descoberto no México no ano de 1965, embora ainda não fosse concluída a sua origem Maia. A história de seu descobrimento é contada no livro &#8220;Breaking the Maya Code&#8221;, de Michael Coe( Thames e Hudson, 1992). Não podemos deixar de mencionar a pessoa de José Saenz, que partiu para uma viagem perto da Serra das Chiapas e Tortuguero, onde foram procurados os fragmentos desse códice juntamente com outras relíquias.</p>
<p>Relatos dizem que o manuscrito foi encontrado em uma caverna. Logo após alguns estudos, o documento foi levado para o Clube Grolier de Nova York(1971).</p>
<p><strong><font color="#008000">Curiosidade</font></strong></p>
<p>Algo interessante foi o fato de que o Códice Groiler foi montado através de fragmentos, fragmentos esses encontrados através de espedições e buscas no local onde inicialmente foram descobertos os vestígios.</p>
<p>Uma grande polêmica girou em torno dos estudos do manuscrito, onde se criou um clima hostil entre o estudioso Thompson e o linguista soviético Knorosov. Muitas pessoas consideravam o soviético como o grande descobridor dos hieróglifos do códice, embora algumas pessoas atribuissem tal feito para Thompson. Essa rivalidade gerou trocas de &#8220;elogios&#8221; de ambas as partes.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" title="Lâmina Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" title="Lâmina Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" title="Lâmina Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" title="Lâmina Grolier" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" alt="Lâmina Grolier" /></a><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/groliersample.jpg" alt="Lâmina Grolier" /></p>
<p><strong><font color="#008000">Particularidades</font></strong></p>
<p>Hoje em dia já se foi comprovada a autenticidade do Códice, sendo esta baseada nas característica próprias do documento, e não na sua forma. O Códice Groiler é um códice menos carregado de conceitos, de misticismos e estudos mais aprofundados, sendo ele considerado um códice genuíno, até mesmo erudito.</p>
<p><strong><font color="#008000">Falsa confirmação</font></strong></p>
<p>Algumas pessoas afirmaram que o Códice Grolier se travava de um falso documento, tais pessoas cometeram alguns erros para que viessem declarar tal afirmação:</p>
<p><strong>*</strong>A sua forma não convencional prejudicou a identificação do Códice como sendo um manuscrito Maia.</p>
<p><strong>*</strong>Não examinaram a consistência do documento.</p>
<p><strong>*</strong>Ao tentarem examinar o manuscrito, tais pessoas se prenderam nos pequenos detalhes que indicavam características que não fossem da civilização meso-americana, fechando os olhos para os indícios que provavam o contrário.</p>
<p>Dessa forma podemos dizer que devemos tomar o máximo de cuidado ao analizarmos um documento. Existem muitos vestígios que podem  definir a origem de certos objetos, e nunca o orgulho de um estudioso especialista deve ser maior que a verdade dos fatos.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" title="Lâmina danificada" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" title="Lâmina danificada" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" title="Lâmina danificada" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" title="Lâmina danificada" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/111.jpg" alt="Lâmina danificada" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Últimas informações</font></strong></p>
<p><strong>              </strong>Como última informação, sabemos que o Códice Groiler desapareceu misteriosamente, sem deixar pistas de onde possa se encontrar. Muitas códigos do documento ainda não foram desifrados. Pode-se dizer que o Códice Groiler é um dos documentos mais misteriosos da atualidade.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p><strong>                </strong>New York, Estados Unidos da América</p>
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		<title>Maias: O Códice Madrid</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Sep 2007 17:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[



Nome
Madrid, Tro-Cortesianus, Cortesianus, Troano, Tro-Cortés. 
História
O Códice Madrid apareceu nos arredores da Espanha por volta do ano de 1860 em poder de duas pessoas, Juan de Tro e Ortolano. Posteriormente o manuscrito passou pelas mãos do francês Brasseur de Bourbourg(1814-1874), grande conhecedor das culturas meso-americanas, que com suas pesquisas decifrou uma parte do Códice Maia.
Após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" title="Códice Madrid" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" alt="Códice Madrid" height="144" width="412" /></a></p>
<p><font color="#008000"><strong>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" title="Códice Madrid" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg');" ></a></strong></font></p>
<p><strong><font color="#008000">Nome</font></strong></p>
<p>Madrid, Tro-Cortesianus, Cortesianus, Troano, Tro-Cortés.<strong> </strong></p>
<p><strong><font color="#008000">História</font></strong></p>
<p>O Códice Madrid apareceu nos arredores da Espanha por volta do ano de 1860 em poder de duas pessoas, Juan de Tro e Ortolano. Posteriormente o manuscrito passou pelas mãos do francês Brasseur de Bourbourg(1814-1874), grande conhecedor das culturas meso-americanas, que com suas pesquisas decifrou uma parte do Códice Maia.</p>
<p>Após esse estudo, o documento veio a publico, como o nome de Códice Troano, em homenagem as pessoas que encontraram o Códice e o mantiveram em bom estado. Através das pesquisas, o estudioso Brasseur concluiu que o documento se tratava de um manuscrito Maia, devido as suas características inconfundíveis.</p>
<p>Alguns anos após tal descoberta, o espanhol Juan Palacios ofereceu a duas instituições culturais a venda de um suposto códice Maia, dizendo ser o quarto códice a ser encontrado.</p>
<p>Porém, nem o Museu britânico de Londres e nem a Biblioteca Imperial de Paris mostrou interesse no documento. Com o passar do tempo o documento passou por diversas mãos, dentre elas as do estudioso José Ignacio Miró, e em 1875 foi adquirido pelo Museu Arqueológico de Madrid. Este códice recebeu o nome de Cortesiano, sendo relacionado com a pessoa de Hernán Cortés.</p>
<p>Na realidade, Juan Palacios estava certo ao dizer que se tratava de um códice, mas errado ao crer ser um quarto códice descoberto. O manuscrito não era um novo códice, mas sim uma parte do Códice Troano. Tal informação veio a tona em 1880, quando Leon de Rosny teve a oportunidade de examinar o documento e concluir sobre sua origem. Dessa forma, unificaram o conteúdo de ambos os documentos, passando este a ser chamar Códice Tro &#8211; Cortesiano.</p>
<p>Em 1888 o filho de Tro e Ortolano venderam partes do documento para o Museu Arqueológico de Madrid; a partir daquele ano ambas as partes permaneceram reunidas, sendo denominadas como Códice Madrid.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" alt="Ritual Maia" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Composição</font></strong></p>
<p>O manuscrito possui 6.70m, sendo assim o mais longo dos manuscritos Maia. É composto por 50 folhas, que possuem as medidas de 12 por <metricconverter productid="24 cm" w:st="on"></metricconverter>24 cm. O Códice Madrid é o códice mais conservado dentre os já encontrados.</p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p>Sobre tudo tratasse de um texto de adivinhações, com o intuito de predizer a sorte. Ele é dividido em 11 seções: o primeiro inclui rituais dedicados aos deuses kukulcán e itzamná; o segundo recorre às influências más no cultivo, e rituais e oferecimento, que devem ser feitos para que ocorra a regularização das chuvas; a terceira seção é dedicada a descrever 52 rituais, com vários significados, dentre eles o de celebrar os acontecimentos dos anos anteriores. As outras 8 partes restantes falam sobre caça, armadilhas, calendários, morte e sobre a purificação.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif" title="Lâmina 35" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif');" ><strong><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif" alt="Lâmina 35" /></strong></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Origem</font> </strong></p>
<p>Após estudos concluiu-se que o documento é originário da parte ocidental da península de Yucatan. A data mais aceita é correspondente ao período de transição do século XIII, XIV e XV, por essa razão ele seria contemporâneo ao Códice Paris.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Madrid, Espanha.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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		<title>Estudo revela que a civilização Maia criou um sistema de escrita em 250 a.C</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 23:41:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Civilizações perdidas/antigas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A civilização Maia poderá ter desenvolvido um sistema de escrita próprio em 250 antes de Cristo, séculos antes do que se pensava, revela um estudo sobre inscrições hieroglíficas descobertas na Guatemala.
O estudo do antropólogo norte-americano William Saturno, que será publicado hoje na revista Science, conclui que os maias começaram a usar os hieróglifos no mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A civilização Maia poderá ter desenvolvido um sistema de escrita próprio em <strong>250</strong> antes de Cristo, séculos antes do que se pensava, revela um estudo sobre inscrições hieroglíficas descobertas na Guatemala.</p>
<p>O estudo do antropólogo norte-americano <em>William Saturno</em>, que será publicado hoje na revista <em>Science</em>, conclui que os maias começaram a usar os hieróglifos no mesmo período que as culturas meso-americanas mais precoces na comunicação escrita.</p>
<p>Saturno analisou um bloco de pedra retirado de uma pirâmide baptizada &#8220;<em>Las Pinturas</em>&#8221; em <em>San Bartolo</em>, <strong>Guatemala</strong>, onde já tinham sido descobertas as mais antigas pinturas murais maias de que há registo, em óptimo estado de conservação.</p>
<p>No bloco figuram dez hieróglifos, apenas parcialmente decifráveis porque a maior parte aparenta ser muito diferentes dos tipos maias conhecidos, que remontam a <strong>250-300 </strong>anos depois de Cristo, de acordo com Saturno, professor da Universidade de <em>New Hampshire</em> e perito do Museu de Arqueologia e Etnologia de <em>Harvard</em>.</p>
<p>O único hieróglifo totalmente decifrável é uma versão arcaica do sinal sinónimo de &#8220;<em>nobre</em>&#8221; ou &#8220;<em>dirigente&#8221;</em>, que se lê &#8220;<strong>AJAW</strong>&#8220;, e os outros têm características picturais, como uma lembrando uma mão segurando um pincel.</p>
<p>O sistema de escrita Maia compreende <strong>800</strong> sinais e é considerado pelos arqueólogos como o mais perfeito dos congéneres meso- americanos, estando decifrados perto de 85 por cento dos hieróglifos.</p>
<p>Fonte: 
<a  href="http://www.rtp.pt/index.php?article=216241&amp;visual=16" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/external/www.rtp.pt/index.php');" >RTP</a></p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maias: O Códice Paris</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 22:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
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		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome
Códice Paris, Códice Peresiano
História
Por incrível que pareça, o Códice Paris foi achado pelo estudioso francês Léon de Rosny em uma lata de lixo da Biblioteca Imperial de Paris em 1859. O Códice estava embrulhado por um papel, onde havia escrito duas palavras, &#8220;Peres&#8221; e &#8220;Tzeltal. Posteriormente, ao fazer uma busca nos registros descobriu-se que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#008000">Nome</font></strong></p>
<p>Códice Paris, Códice Peresiano</p>
<p><strong><font color="#008000">História</font></strong></p>
<p>Por incrível que pareça, o Códice Paris foi achado pelo estudioso francês Léon de Rosny em uma lata de lixo da Biblioteca Imperial de Paris em 1859. O Códice estava embrulhado por um papel, onde havia escrito duas palavras, &#8220;Peres&#8221; e &#8220;Tzeltal. Posteriormente, ao fazer uma busca nos registros descobriu-se que o manuscrito havia chegado por volta do ano de 1832, talvez antes.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" alt="Lâmina 22" /></a></p>
<p>Depois de ter salvo o documento, Rosny identificou o Códice como sendo um manuscrito Maia, devido a sua pictografia e hierogrifo. O estudioso colocou-lhe o nome de Peresiano, devido ao nome encontrado junto ao manuscrito. Infelizmente o Códice Paris não está em um bom estado de conservação, isso faz com que a sua qualidade artística seja infeior aos demais.</p>
<p><strong><font color="#008000">Composição</font></strong></p>
<p>O documento foi escrito em papel kópó, sendo constituído por 11 folhas de 24 por 13 cm, folhas essas que foram pintadas de ambos os lados.</p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p>O Códice Paris é um documento que revela basicamente algumas questões sobre os rituais. Uma parte dele é totalmente dedicada a sucessão dos Katunes(período de 20 anos). Muitos trechos do Códice datam provavelmente do período entre os anos de 1224 e 1441, através de alguns relatos. Em cada página há a representação de um Katún, e o texto hieroglífico que o  cerca está relacionado a ritos e profecias. O restante é formado pro almanaques divinatórios, cerimônias de ano novo e uma representação do zodíaco, com aproximadamente 364 dias.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" alt="Códice Paris" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Origem</font></strong></p>
<p>Muitas são as dúvidas a respeito de sua origem e ao período em que inicialmente foi escrito. A sua localização inicial mais aceita é a das províncias mexicanas, sendo considerado um Códice posterior ao Códice Dresde, datando provavelmente do século XIII.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Paris, França.</p>
<p>Infelizmente ainda possuimos poucas informações sobre esse códice, e estudiosos do mundo inteiro então empenhados em desvendar os mistérios desse importante manuscrito. Arduamente iremos trabalhar com o intuito de trazer novas informações sobre o assunto.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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		<title>Maias: O Códice Dresde</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 21:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[O descobrimento do Códice
É o primeiro Códice a ser descoberto, sendo consideração o mais importante entre a tríade formada por Códice Dresde, Códice Paris e Códice Madrid. Artisticamente é o mais belo, com muitas gravuras feitas através de pinturas, além de estar em um razoável estado de conservação. Em 1739, o diretor da Biblioteca Real [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#008000">O descobrimento do Códice</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">É o primeiro Códice a ser descoberto, sendo consideração o mais importante entre a tríade formada por <strong>Códice Dresde</strong>, <strong>Códice Paris</strong> e <strong>Códice Madrid</strong>. Artisticamente é o mais belo, com muitas gravuras feitas através de pinturas, além de estar em um razoável estado de conservação. Em <strong>1739</strong>, o diretor da Biblioteca Real de Dresde adquiriu o manuscrito das mãos de um influente cidadão de Viena, Áustria. Pouco se sabe sobre como o Códice foi parar na Áustria, não possuímos uma data específica para tal fato, mas muitos especialistas afirmam que o manuscrito foi para a Europa logo depois do domínio espanhol na América. O motivo de estar na Áustria pode ser explicado, pois provavelmente este documento adentrou o país no mesmo período em que Espanha e Áustria trabalhavam sob o domínio do mesmo soberano.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg" title="Códice Dresde" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg" alt="Códice Dresde" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Quando deixou <strong>Viena</strong>, o documento passou a fazer parte da riqueza da Biblioteca de Dresde, embora inicialmente não lhe fosse dado o devido valor, pois as pesquisas sobre o manuscrito haviam cessado a mais de <strong>70 anos</strong>. Até então não havia sido descoberto a origem do Códice, apenas após a retomada das pesquisas e estudos que foi comprovado que o documento era de origem Maia. Tal descoberta foi feita através da comparação da escrita e das característica da arte relatada no manuscrito. A partir desse fato, os estudiosos passaram a olhar o manuscrito com outros olhos, dando-lhe a devida importância, colocando-o no mais alto nível de prioridade e importância dos objetos ali encontrados.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg" alt="Ritual Maia" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Durante a Segunda Guerra Mundial a cidade de Dresde foi severamente bombardeada, e sua biblioteca sofreu gravíssimos danos. Devido aos danos causados pela guerra, e pelo desgaste referente ao tempo, 12 páginas do Códice foram bastante deterioradas. Muitos atribuem o mal estado de conservação dessas páginas a ação da água, que em muitas vezes esteve em contato com o manuscrito. Esta ação deteriorou totalmente o canto esquerdo superior do Códice, e dessa forma, perdendo todas as informações ali existentes. &#8220;<em>Mesmo com todas essas perdas, o documento mostra um belo estilo de pintura e representa fielmente a elegância Maia&#8221;</em>, são palavras de <strong>Salvador Toscana (1912-1949)</strong>, historiador, arqueólogo e crítico da arte mexicana.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/?attachment_id=119" rel="attachment wp-att-119" title="Sacerdote Maia"><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/madridnm4.jpg" alt="Sacerdote Maia" style="width: 376px; height: 225px" height="225" width="376" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Características físicas</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O Códice Dresde foi escrito em papel Kopó, sendo um documento em forma de tela, dividido em 39 folhas de <metricconverter productid="9 cm" w:st="on"></metricconverter>9 cm de largura por 20,4 de altura, um pouco abaixo da média documentada sobre os Códices Maia. A pintura foi feita de ambos os lados da folha, com exceção de apenas 4 paginas, que estão em branco. Estendido o documento mede <metricconverter productid="3,50 metros" w:st="on"></metricconverter>3,50 metros, possuindo 70 quadros paginais. Destaque para as pinturas, que foram feitas com máximo de cuidado, com certeza por um profissional da arte. Eram utilizados pincéis e outras ferramentas para sua confecção, que espalhavam com precisão as cores vermelho preto e azul por todo o Códice. Devido ao diferente modo de escrita em alguns trechos, concluiu-se que o Códice foi feito por cerca de 8 pessoas, sendo 1 pessoa responsável pela temática, e outro pela arte. Provavelmente o manuscrito é originário da região de Chichén Itzá, grande cidade Maia que se localizava ao norte da península de Yucatan. Estudos mostram que o documento foi concluído por volta de <strong>1000 D.C</strong> até <strong>1200 D.C</strong>, sendo ainda utilizado pelos Maias um pouco antes a invasão e domínio espanhol.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg" title="Estudo animal" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg" alt="Estudo animal" /></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm2053.jpg" title="Página Códice" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/mm2053.jpg');" ></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Modo de elaboração</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Aparentemente esse Códice trata de uma versão de um manuscrito de origem mais antiga, sendo que a última adição ao manuscrito é datada de <strong>1210 d.C</strong>. Boa parte do conteúdo foi elaborado de modo a poder ser reutilizado futuramente, esse aspecto é explicado ao fato dos Maias acreditarem que o tempo é algo cíclico e periódico. Percebesse também um sistema de correção de um &#8220;<em>erro acumulado</em>&#8220;, que se refere a falta de frações no sistema matemático, dessa forma não fazendo cálculos para os anos bissextos. O nascimento e desaparecimento de Vênus está totalmente relacionado com essa técnica utilizada pelos Maias, que mesmo sem a correção bissexta, conseguirão aproximar o seu calendário do ciclo do ano solar, mais próximo até mesmo que o calendário utilizado atualmente, o calendário gregoriano.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg" title="Purificação" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg" alt="Purificação" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Dresde pode ser considerado um documento astronômico, pois este é o tema central de seu contexto. No manuscrito podemos encontrar almanaques, cálculo de dias que envolvem rituais, ciclo lunar, cicli venusiano, calendário sistêmico e cíclico e adivinhações, além de uma seção dedicada ao planeta Marte; Algo que chama a atenção é a presença de um material astronômico-astrológico dividido em 2 quadros: o dos eclipses de Vênus e das profecias referentes às gerações futuras. Contém também referências sobre a agricultura e dos dias favoráveis para a manipulação das artes divinas. Não podemos deixar de mencionar que o texto possui explicações sobre algumas doenças e sobre a medicina que ali era utilizada. Aparentemente inclui dados sobre as constelações, planetas e sobre a Lua. Foi dedicada no Códice uma página inteira explanando sobre inundações já ocorridas e outras que hão de vir, sendo este um dos trechos proféticos do Códice Dresde. Fica claro a apresentação de ciclos de chuva na região Maia, e a influência que esta tinha sobre o seu povo.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg" title="Cerimônia de celebração" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg" alt="Cerimônia de celebração" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Principais pesquisadores</font></strong></p>
<p>Uma comunidade internacional de especialistas contribuiu para que o Códice pudesse ser compreedido. Entre eles realçam <em>William Gates(1932), Gunter Zimmermann(1956), Maria Cristina Lómeli(1974), Victoria R. Bricker(1986) </em>e <em>Roberto Trepadeira(1998).</em> <em>Yuri Knorozov </em>propôs uma leitura fonética dos glifos. <em>John Eric S. Thompson </em>fez um elaborado estudo, que deve duração de 16 anos(<strong>1972 </strong>à<strong> 1988</strong>). <em>Merideth Paxton(1991) </em>focalizou sua investigação aos provenientes problemas de data e na elaboração da pictografia, publicando no ano de 1997 um estudo com novas teorias sobre a pictografia Maia.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif" title="Conflitos" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif" alt="Conflitos" height="474" width="328" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Páginas Dresde</font></strong></p>
<p>Agora iremos relatar o conteúdo de algumas lâminas Dresde, ou páginas, se achar melhor, para que venha a ser exemplificado esse manuscrito de tamanha importância na história da civilização Maia. O conteúdo das páginas a serem mostradas talvez não esteja completo, devido aos danos sofridos pelo decorrer do tempo.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/?attachment_id=139" rel="attachment wp-att-139" title="Lâminas"><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/codeximg.jpg" alt="Lâminas" /></a></p>
<p><strong>Lâmina 1</strong></p>
<p>Por mais que esteja deteriorada em algumas partes, podesse observar a figura do deus <em>Chan Chique</em>, que segundo a crença Maia representava a fertilidade e a fecundação. Os Maias davam uma grande importância a esse deus, pois segundo eles era essa divindade a responsável pelo nascimento de todos os habitantes da terra, dando-lhes a vida de presente.</p>
<p><strong>Lâmina 2</strong></p>
<p>Nessa página notamos a presença de algumas datas divinas na parte superior. Abaixo percebemos a imagem de um homem decapitado com as mãos amarradas para trás, levando sobre si o colar da morte, estando este próximo ao deus da fecundidade. Tal morte simboliza o sacrifício para nascer pela segunda vez. Também é possível perceber a presença de outros deuses, estando esses em um plano superior<strong>.</strong></p>
<p><strong>Lâmina 3</strong></p>
<p>Essa parte do Códice relata o sacrifício humano, onde é possível visualizar um homem , estirado sobre uma pedra, perto da <em>árvore da vida</em> cujas raízes são cabeças de cobras. Anteriomente podesse perceber uma pintura simbolizando a tentação sobrevindo ao homem.</p>
<p><strong>Lâmina 9</strong></p>
<p>Na parte superior, <em>Itzamná</em> com um tridente na mão(que simboliza o domínio das três forças primárias da natureza), então um deus com os olhos vendados(é um hierarca da lei que não vê preferências e age de acordo com os fatos, esse é o sentido dos &#8220;<em>olhos vendados&#8221;</em>) e o deus do milho, que se convida a trabalhar com a semente para pagar uma dívida. Logo após o deus do milho recebe ordens de Itzamná, que o instrui em sabedoria, para que ele siga para a região de <em>Tiphereth. </em>Em segundo plano aparecem outros deuses, como a deusa do tecido e a deusa da morte.</p>
<p><strong>Lâmina 26</strong></p>
<p>Esta folha faz parte de uma unidade específica que foi desenvolvida por um período entre 25 e 28 horas, e que mostra rituais associados com o fim do ciclo de 365 dias e o começo de um novo. O periodo anual foi dividido em 18 seções de 20 dias, ou seja, 18 meses, que possuiam dias com nomes respectivos, seguidos por uma seção adicional de 5 dias(o Uayeb), que simbolizava os dias de azar daquele ano. O conteúdo da folha pode ser relacionado com as descriçoes de cerimônias de ano novo. As especificações encontradas na lâmina mais parecem com um manual, onde são representados os dias, os ciclos , e a sua relação com a humanidade.</p>
<p>Misteriosamente também se observa premonições relacionadas ao destino dos anos que hão de vir. Além de demonstrarem os dias, eles também relacionaram os anos na parte superior, mantendo a grafia dos dias na lateral esqueda na página.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Dresde, Alemanha</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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		<title>O Códice Maia</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 17:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema desse misterioso livro poderia estar ligado a religião, a astronomia, aos ciclos agrícolas, a história ou até mesmo a profecias, contudo podemos observar que o Códice possui um valor próprio, que o coloca em um patamar que não deve ser rotulado por nenhuma definição, apenas a de estar totalmente relacionado com o “mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O tema desse misterioso livro poderia estar ligado a religião, a astronomia, aos ciclos agrícolas, a história ou até mesmo a profecias, contudo podemos observar que o Códice possui um valor próprio, que o coloca em um patamar que não deve ser rotulado por nenhuma definição, apenas a de estar totalmente relacionado com o “<strong>mundo superior</strong>”, um mundo que talvez ainda não tenha sido imaginado por ninguém.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Na tradição Maia, para escrever nas páginas de um Códice era necessário ter um contato direto com os deuses, onde o produto daquela escrita era considerado um objeto sagrado, sendo conservados em quartos específicos dentro dos maiores templos e edifícios da civilização. Isso mostra a importância dada pelos Maias com relação aos livros sagrados.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Durante as festas e cerimônias especiais, os códices eram escritos em público, depois de sujeitar os participantes a rituais de purificação e renovação. Essa revelação chamou bastante à atenção dos estudiosos, que conseguiram assimilar a grandiosidade desses eventos, onde os Maias tiveram a preocupação de relatá-los em seus livros sagrados. Tais escrituras passaram pelas mãos de vários doutores da lei meso-americana e indígena, devido à complexidade que é decifrar e interpretar os códigos Maias.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong><font color="#008000">Códice Maia</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong>Composição</strong><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Os Códices Maias possuem algumas semelhanças com os nossos livros atuais, uma delas é o fato dele ser elaborado em papel, de modo diferente do nosso, mas com a mesma finalidade. Esse papel era chamado de Kopó, que era feito com folhas da árvore de figo, embora ainda tivessem em sua composição o algodão e alguns outros materiais.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/madrid.jpg" title="Códice Madrid(Tro- Cortesano)" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/madrid.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/madrid.jpg" alt="Códice Madrid(Tro- Cortesano)" /></a></p>
<p><strong>Processo de produção</strong><strong><font face="Times New Roman"> </font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O processo de produção utilizado pelos maias era muito semelhante aos processos utilizados por outras civilizações indígenas. O material, depois de misturado, era trabalhado da seguinte forma: a massa resultante da mistura era prensada, e alongada horizontalmente e verticalmente, até se obter uma macia e fina fibra. Depois desse processo era feito a secagem do material, que era exposto ao sol. Com isso surgia uma folha de dimensão<span> </span><strong>15</strong> por <metricconverter productid="25 cm" w:st="on"></metricconverter><strong>25</strong> <strong>cm</strong>, que formavam as páginas dos Códices. As páginas eram cobertas com uma “goma”, e finalmente preparada com a utilização de carbonato de cálcio, que dava consistência ao material.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Em cada página eram pintadas grossas linhas vermelhas, vertical e horizontalmente, formando quadros, que eram interligados entre si, formando o tema proposto para aquela ocasião. Os tópicos tratados poderiam ocupar uma ou várias páginas.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/conoci3.jpg" title="Códice Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/conoci3.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/conoci3.jpg" alt="Códice Maia" /></a></p>
<p><strong>Características</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Talvez o tema mais interessante dos Códices seja o das profecias, que eram adivinhações baseadas no <strong>Tzolkín</strong> (calendário maia de 260 dias). Cada um dos dias era representado por uma carga de energia, que eram interpretadas de um modo diferente, de acordo com o indivíduo ou comunidade que tivesse consultado o Códice. Essa cargas também mudavam de acordo com o momento.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Nos Códices Maias eram encontrados calendários com datas significativas para os homens, revelando o período e o momento de cada uma delas. Talvez seja por isso que os Códices possuíam uma importância divina para a sua civilização. Tais datas representavam situações cotidianas, fatos astronômicos e premonitórios.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/maya_r1_c1.jpg" title="Página Códice" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/maya_r1_c1.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/maya_r1_c1.jpg" alt="Página Códice" /></a></p>
<p><strong><strong><font color="#008000">Destruição e Salvação</font></strong></strong><strong> </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Os conquistadores espanhóis chegaram à península de Yucatan, no México, no começo do <strong>século XVI</strong>, quando a maioria dos centros cerimoniais Maias já haviam sido abandonados, e o esplendor da civilização chegado ao fim. Mesmo com a decadência da civilização, ainda eram encontradas comunidades indígenas, conservando a organização social, idiomas, tradições e religião, além de continuarem elaborando os Códices.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/pariscodex.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/pariscodex.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/pariscodex.jpg" alt="Códice Paris" height="239" width="333" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Os ideogramas encontrados nesses documentos provocaram tanto curiosidade quanto medo nos missionários europeus, que rapidamente implantaram o catolicismo nos remanescentes daquela civilização. A curiosidade foi tanta, que os espanhóis deram ordem para achar e agrupar todos os Códices encontrados, com o intuito de decifra através da ajuda de interpretes. A aversão a tais características encontradas nos Códices foi tanta, que muitos deles foram queimados, eliminando riquíssimas informações sobre aquele misterioso povo.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Um dos autores deste trabalho destrutivo foi o bispo de Yucatan, irmão <strong>Diego de Terreno Pantanoso(1524 – 1579</strong>). É incalculável a quantidade de Códices que foram enviados as chamas, porque eram vistos como produtos diabólicos: “Um número grande desses livros não tiveram outra coisa a não ser superstição e falsidades do demônio, que se maravilha ao ver a dor, assim queimamos tudo”. Esta é uma frase utilizada pelo bispo ao descrever aquela situação.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Ao ver a grande devastação a quem estavam sujeitos, os maias enterraram muitos Códices, e alguns foram escondidos em cavernas, afim de evitar a destruição pelos espanhóis. Deste modo, muitos manuscritos foram salvos da destruição, pelo menos momentaneamente. Depois de alguns anos, os maias já dominavam a língua espanhola, dessa forma eles transcreveram para a nova língua aqueles Códices que haviam sido escondidos.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Com o tempo, muitos dos manuscritos que estavam enterrados já haviam se deteriorado, devido à umidade do subterrâneo, onde a maioria deles é formada por pedaços completamente apagados, ou ilegíveis.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Porém, três Códices sobreviveram quase por completo ao fogo e a água, quase que misticamente. Tais manuscritos passaram por diversas mãos, muitas estradas, até chegarem ao continente europeu, resistindo por mais de 250 anos, até que foram enviados para locais onde pudessem ser mantidos conservados, o destino deles foram: <strong>Dresde(Alemanha)</strong>, <strong>Paris(França)</strong> e <strong>Madrid(Espanha)</strong>.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Os manuscritos mais importantes vêm do norte de Yucatan, e eles são conhecidos como “<strong>Livros de Chilam Balam</strong>”, que pode ser traduzido como “<strong>Livros do Adivinho das Coisas Escondidas</strong>”.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/merida-schilderij-2.jpg" title="Destruição Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/merida-schilderij-2.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/merida-schilderij-2.jpg" alt="Destruição Maia" style="width: 412px; height: 288px" height="288" width="412" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Com certeza tais manuscritos guardam segredos inimagináveis, e o mais interessante é que existe a possibilidade de novos Códices serem encontrados, tanto na região da antiga civilização Maia, quanto espalhados pelo mundo. Um verdadeiro tesouro de conhecimento e mistério esta sendo procurado por milhões de pessoas.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As ruínas Maias</title>
		<link>http://www.doismiledoze.com/as-ruinas-maias/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Aug 2007 22:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

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		<description><![CDATA[As mais importantes ruínas Maias
Iremos citar as principais ruínas Maias, observando suas características e importância diante desta civilização. Os vestígios ainda encontrados são de suma importância, pois é através deles que descobertas são feitas, indagações respondidas, e mistérios revelados.
Palenque
Palenque amada por muitos que declaram ser a ruína Maia mais bonita, Palenque assentasse orgulhosamente no Parque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#000000">As mais importantes ruínas Maias</font></strong></p>
<p>Iremos citar as principais ruínas Maias, observando suas características e importância diante desta civilização. Os vestígios ainda encontrados são de suma importância, pois é através deles que descobertas são feitas, indagações respondidas, e mistérios revelados.</p>
<p><strong><font color="#008000">Palenque</font></strong></p>
<p>Palenque amada por muitos que declaram ser a ruína Maia mais bonita, Palenque assentasse orgulhosamente no Parque Nacional de Palenque no Estado de Chiapas.</p>
<p>Palenque caracteriza-se pelos muitos efeitos decorativos não achados em qualquer outro lugar. Alguns destes motivos parecem quase chineses e dão lugar a especulação imaginativa sobre o contato Maya com a Ásia Oriental. Isto é muito improvável, mas há algo em Palenque que dá lugar a vôos da fantasia, mistério e assombro.</p>
<p>Cortez passou a cerca de 30 milhas da cidade, e nunca soube que esteve lá. O primeiro europeu a visitar este lugar foi um monge espanhol em 1773. Escreveu um livro em que reivindica ter descoberto um posto avançado de Atlântida. O próximo europeu a descrever o lugar, um funcionário real espanhol em 1784, escreveu uma descrição que permaneceu perdida nos Arquivos Reais durante um século. O próximo a vir, Capitão Antonia Del Rio em 1786, escreveu um relatório que esteve também perdido, até que inesperadamente uma cópia foi publicada em 1822.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/palenque.jpg" title="Ruínas de Palenque" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/palenque.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/palenque.jpg" alt="Ruínas de Palenque" style="width: 388px; height: 380px" height="380" width="388" /></a></p>
<p>Enquanto isso, uma expedição mexicana esteve lá em 1807. Eles escreveram um relatório, encaminhado ao governo que esteve perdido durante 30 anos. Então em 1831, o Conde de Waldeck, um excêntrico herdeiro de uma família que tinha vivido dias muito melhores, chegou e montou seu Quartel General em cima de uma pirâmide que ainda hoje é chamada o Templo do Conde. Ele passou dois anos desenhando e escrevendo sobre o lugar. Seu trabalho foi fantástico. O conde viveu até os 109 anos, o que talvez, tenha a ver ou não com os mistérios de Palenque.</p>
<p>O Templo das Inscrições é talvez a mais interessante pirâmide de Palenque, além de ser a mais alta. Alojou a cripta de Pa Kal, poderoso sacerdote maia, descoberto em 1952. A cripta esteve intacta durante um milênio.</p>
<p>O Templo do Sol data de 642. Tem um dos telhados melhor preservados de qualquer local maia. Os telhados foram ricamente decorados com fachadas falsas que dão uma idéia de grandeza aos edifícios maias.</p>
<p>O Templo do Jaguar é talvez o exemplo mais intrigante de semelhanças com a arte Asiática. O templo exibe um motivo tipo &#8220;Cruz Folhada&#8221; que é quase idêntico ao achado em Angkor Wat em Camboja, e alguns dos baixos relevos têm motivos bem parecidos com os usados pela arte hindu.</p>
<p>Chichen Itza significa &#8221; boca do poço de Itza &#8220;. Chichen é a mais conhecida, melhor restaurada e mais impressionante das ruinas Mayas. Chichen foi construída por volta do ano 550 DC.</p>
<p>Chichen teve dois poços principais, ou cenotes: um sagrado e o outro profano. O profano era usado para satisfazer as necessidades quotidianas. O poço sagrado, com 195 pés de largura e 120 pés de profundidade, era usado em rituais religiosos, e oferendas eram feitas continuamente a ele. Mergulhadores recobraram esqueletos e muitos objetos rituais de suas profundidades.</p>
<p>El Castillo é o &#8220;Templo do Tempo&#8221;, que esclarece o sistema astronômico Maya. Foi construído nos anos 800, pouco antes da invasão Tolteca.</p>
<p>Com impressionantes 78 pés de altura, El Castillo era de fato um enorme calendário solar. Se você fizer cálculos, verá que os 91 degraus de cada lado, vezes os 4 lados (cada um representando uma estação), mais 1 degrau para alcançar o topo da plataforma, soma 365, um degrau para cada dia do ano solar. Durante os equinócios, a sombra da pirâmide parece mostrar a uma serpente que escala os degraus em Março, e desce os degraus Setembro. Declínio</p>
<p>Quando se deu a conquista dos maias a partir de 1523, existiam Estados distintos: os da Península de Yucatán e os da atual Guatemala, já em decadência. Na região da atual Guatemala, os povos maias foram logo vencidos por Pedro Alvarado, enviado de cortês. Os maias deYucatán resistiram até 1546, porém, foram submetidos ao trabalho forçado, perderam sua identidade cultural e a população primitiva foi praticamente destruída.</p>
<p><strong><font color="#008000">Tikal</font></strong></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/tikal.jpg" title="Cerimonial de Tikal, Guatemala" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/tikal.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/tikal.jpg" alt="Cerimonial de Tikal, Guatemala" style="width: 301px; height: 294px" height="294" width="301" /></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/tikal.jpg" title="Cerimonial de Tikal, Guatemala" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/tikal.jpg');" ></a></p>
<p>Nas baixadas das florestas tropicais ao sul da península de Yucatán, o antigo povo maia construiu um enorme centro cerimonial conhecido como Tikal. Uma das maiores e mais importantes cidades maias, Tikal começou a ser habitada em aproximadamente 600 a.C., dominando depois o período clássico (300-900 d.C.) da civilização maia. Tikal foi um grande centro religioso, político e comercial, que sustentou uma população de quase 50.000 pessoas em seu apogeu, durante o final do período clássico (600-900 d.C.).</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/tikal1.jpg" title="Templo,Tikal" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/tikal1.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/tikal1.jpg" alt="Templo,Tikal" style="width: 366px; height: 239px" height="239" width="366" /></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/tikal1.jpg" title="Templo,Tikal" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/tikal1.jpg');" ></a></p>
<p>A Grande Praça, vista aqui, foi o centro cerimonial de Tikal e cenário de rituais religiosos que incluíam sacrifícios humanos e sangrias, realizados pelos reis maias. Tikal e outras cidades maias sofreram um colapso misterioso em aproximadamente 900 d.C., possivelmente causado pela superpopulação, doenças, guerras ou destruição dos recursos da floresta tropical. Após o abandono de Tikal, os maias continuaram a viver nas baixadas próximas e nas regiões montanhosas ao sul.</p>
<p>Hoje, milhões de pessoas ainda falam línguas maias em algumas partes do México e da América Central. As ruínas de Tikal fazem parte do Parque Nacional de Tikal, localizado em uma região ao norte da Guatemala, Petén. O parque é parte da Reserva da Biosfera Maia, que abrange 575 quilômetros quadrados da floresta tropical ao redor.</p>
<p dir="ltr" id="result_box"><strong><font color="#008000">Altun Ha</font></strong></p>
<p dir="ltr">Altun Ha significa a água da rocha. Era aqui que o existia o maior objeto da cultura Maia, uma cabeça de Jade, que foi encontrado através de escavações. Esta cabeça de Jade representa o deus do sol, Kinich Ahau, e pode ser visto estampado no centro de cada nota monetária do Banco de Belize. Altun Ha era o principal centro cerimonial do período clássico (250-900A.D) e funcionava como um meio de ligação com os demais centros Maia. Altun Ha fica situado à 31 milhas do norte da cidade de Belize.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/altunhahaha300.jpg" title="Altun Ha" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/altunhahaha300.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/altunhahaha300.jpg" alt="Altun Ha" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Cahal Pech</font></strong></p>
<p>Cahal Pech significa o lugar dos tiquetaques. Cahal Pech é um centro de tamanho médio. Situado ao longo do banco do rio de Macal no distrito de Caio. Os visitantes se deparam com uma vista panorâmica. Cahal Pech fica situado em San Inacio.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cayodistrict_cahal.gif" title="Cahal Pech" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cayodistrict_cahal.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cayodistrict_cahal.gif" alt="Cahal Pech" /></a></p>
<p dir="ltr" id="result_box"><strong><font color="#008000">Caracol</font></strong></p>
<p dir="ltr">Caracol (o caracol) foi descoberto em 1938. Em 1986, uma pedra elaborada foi descoberta, curiosamente esta pedra descrevia uma vitória de Caracol sobre Tikal. Esta descoberta posicionou Caracol como a cidade suprema dos Maias. É onde se encontra as maiores pirâmide. Possuindo a estrutura mais elevada de Belize. Caracol fica situado no distrito de Caio.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/as-ruinas-maias/caracol/" rel="attachment wp-att-77" title="Caracol"><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/2927322-view_from_the_ca_ana-caracol_ruins.jpg" alt="Caracol" style="width: 391px; height: 197px" height="197" width="391" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Becan</font></strong></p>
<p>Becan, que possui o significado de <em>&#8220;trincheira&#8221;, </em>é um conjuntos de construções que foram descobertas em 1934 pelos arqueólogos Karl Ruppert e John Denison, que a nomearam “Becan” após o estudo do sistema conspícuo dos fossos que cercam regiões significativas do local. O nome antigo Maia não é conhecido. De 1969 a 1971 as escavações arqueológicas foram feitas em Becan, patrocinadas pela Universidade e sociedade geográfica nacional(Tulane).</p>
<p>Becan funcionava como uma grande capital político, econômica e religiosa da região, exercendo uma grande influência em todo o território da civilização Maia. Hoje em dia os visitantes se deparam com 20 contruções, muitas dessas ainda bem conservadas, devido o dificil acesso a região, que possui a presença de uma selva alta.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/becan1.jpg" title="Becan" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/becan1.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/becan1.jpg" alt="Becan" height="176" width="378" /></a></p>
<p>Esperamos ter colaborado com o conhecimento sobre as principais ruínas Maias existentes até esta data. Futuramente estaremos trazendo novas notícias e estudos sobre os vestígios ainda remanecentes desta cultuta que tanto encantou e encanta o mundo.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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		<title>Maias: A arte</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 13:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos consideram a arte maia da Era Clássica (200 a 900 d.C.) como a mais sofisticada e bela do Novo Mundo antigo. Os entalhes e relevos em estuque de Palenque e a estatuária de Copán são especialmente refinados, mostrando uma graça e observação precisa da forma humana, que recordaram aos primeiros arqueólogos da civilização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos consideram a arte maia da Era Clássica <strong>(200 a 900 d.C.)</strong> como a mais sofisticada e bela do Novo Mundo antigo. Os entalhes e relevos em estuque de Palenque e a estatuária de Copán são especialmente refinados, mostrando uma graça e observação precisa da forma humana, que recordaram aos primeiros arqueólogos da civilização do Velho Mundo, daí o nome dado à era.</p>
<p>Somente existem fragmentos da pintura avançada dos maias clássicos, a maioria sobrevivente em artefatos funerários e outras cerâmicas. Também existe uma construção em Bonampak que tem murais antigos e que, afortunadamente, sobreviveram a um acidente.</p>
<p>Com as decifrações da escrita maia se descobriu que essa civilização foi uma das poucas nas quais os artistas escreviam seu nome em seus trabalhos.</p>
<p><strong><font color="#008000">Arquiterura</font></strong></p>
<p>A arquitetura maia abarca vários milênios; ainda assim, mais dramática e facilmente reconhecíveis como maias são as fantásticas pirâmides escalonadas do final do período pré-clássico em diante. Durante este período da cultura maia, os centros de poder religioso, comercial e burocrático cresceram para se tornarem incríveis cidades como <strong>Chichén Itzá</strong>, <strong>Tikal</strong> e<strong> Uxmal</strong>. Devido às suas muitas semelhanças assim como diferenças estilísticas, os restos da arquitetura maia são uma chave importante para o entendimento da evolução de sua antiga civilização.</p>
<p><strong><font color="#008000">Desenho Urbano</font></strong></p>
<p>Ainda que as cidades maias estivessem dispersas na diversidade da geografia da Mesoamérica, o efeito do planejamento parecia ser mínimo; suas cidades foram construídas de uma maneira um pouco descuidada, como ditava a topografia e declive particular. A arquitetura maia tendia a integrar um alto grau de características naturais. Por exemplo, algumas cidades existentes nas planícies de pedra calcária no norte do Iucatã se converteram em municipalidades muito extensas enquanto que outras, construídas nas colinas das margens do rio Usumacinta, utilizaram os declives e montes naturais de sua topografia para elevar suas torres e templos a alturas impressionantes. Ainda assim prevalece algum sentido de ordem, como é requerido por qualquer grande cidade.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/maias-a-arte/piramedes-de-comalcalco/" rel="attachment wp-att-54" title="Pirâmedes de Comalcalco"></a>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/maias-a-arte/piramedes-de-comalcalco/" rel="attachment wp-att-54" title="Pirâmedes de Comalcalco"></a></p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-comalcalco.jpg" title="Pirâmedes de Comalcalco" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-comalcalco.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-comalcalco.jpg" alt="Pirâmedes de Comalcalco" style="width: 356px; height: 246px" height="246" width="356" /></a></p>
<p>No começo da construção em grande escala, geralmente se estabelecia um alinhamento com as direções cardinais e, dependendo do declive e das disponibilidades de recursos naturais como água fresca <strong>(poços ou <em>cenotes</em>)</strong>, a cidade crescia conectando grandes praças com as numerosas plataformas que formavam os fundamentos de quase todos os edifícios maias, por meio de calçadas chamadas <em>sacbeob</em> (singular <em>sacbe</em>).</p>
<p>No coração das cidades maias existiam grandes praças rodeadas por edifícios governamentais e religiosos, como a acrópole real, grandes templos de pirâmides e ocasionalmente campos de jogo de bola. Imediatamente para fora destes centros rituais estavam as estruturas das pessoas menos nobres, templos menores e santuários individuais. Entretanto, quanto menos sagrada e importante era a estrutura, maior era o grau de privacidade. Uma vez estabelecidas, as estruturas não eram desviadas de suas funções nem outras eram construídas, mas as existentes eram freqüentemente reconstruídas ou remodeladas.</p>
<p>As grandes cidades maias pareciam tomar uma identidade quase aleatória, que contrasta profundamente com outras cidades da Mesoamérica como Teotihuacán em sua construção rígida e quadriculada.</p>
<p>Ainda que a cidade se dispusesse no terreno na forma em que a natureza ditara, se punha cuidadosa atenção à orientação dos templos e observatórios para que fossem construídos de acordo com a interpretação maia das órbitas das estrelas. Afora os centros urbanos constantemente em evolução, existiam os lugares menos permanentes e mais modestos do povo comum.</p>
<p>O desenho urbano maia pode descrever-se singelamente como a divisão do espaço em grandes monumentos e calçadas. Neste caso, as praças públicas ao ar livre eram os lugares de reunião para as pessoas. Por esta razão, o enfoque no desenho urbano tornava o espaço interior das construções completamente secundário. Somente no período pós-clássico tardio, as grandes cidades maias se converteram em fortalezas que já não possuíam, a maioria das vezes, as grandes e numerosas praças do período clássico.</p>
<p><strong><font color="#008000">Materiais de construção</font></strong></p>
<p>Um aspecto surpreendente das grandes estruturas maias é a carência de muitas das tecnologias avançadas que poderiam parecer necessárias a tais construções. Não há notícia do uso de ferramentas de metal, polias ou veículos com rodas. A construção maia requeria um elemento com abundância, muita força humana, embora contasse com abundância dos materiais restantes, facilmente disponíveis.</p>
<p>Toda a pedra usada nas construções maias parece ter sido extraída de pedreiras locais; com maior freqüência era usada pedra calcária, que, ainda que extraída e exposta, permanecia adequada para ser trabalhada e polida com ferramentas de pedra, só endurecendo muito tempo depois.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg" title="Grupo de templos de Palenque ao qual se integra o Templo da Cruz." onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg" title="Grupo de templos de Palenque ao qual se integra o Templo da Cruz." onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg" title="Grupo de templos de Palenque ao qual se integra o Templo da Cruz." onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg');" ></a></p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg" title="Grupo de templos de Palenque ao qual se integra o Templo da Cruz." onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-temples_of_the_cross_group.jpg" alt="Grupo de templos de Palenque ao qual se integra o Templo da Cruz." style="width: 359px; height: 180px" height="180" width="359" /></a></p>
<p>Além do uso estrutural de pedra calcária, esta era usada em argamassas feitas do calcário queimado e moído, com propriedades muito semelhantes às do atual cimento, geralmente usada para revestimentos, tetos e acabamentos e para unir as pedras apesar de, com o passar do tempo e da melhoria do acabamento das pedras, reduzirem esta última técnica, já que as pedras passaram a se encaixar quase perfeitamente. Ainda assim o uso da argamassa permaneceu crucial em alguns tetos de postes e vergas sobre portas e janelas <strong>(dintel)</strong>.</p>
<p>Quando se tratava das casas comuns, os materiais mais usados eram as estruturas de madeira, adobe nas paredes e cobertura de palha, embora tenham sido descobertas casas comuns feitas de pedra calcária, senão total mas parcialmente. Embora não muito comum, na cidade de Comalcalco, foram encontrados ladrilhos de barro cozido, possivelmente solução encontrada para o acabamento em virtude da falta de depósitos substanciais de boa pedra.</p>
<p><strong><font color="#008000">Processo de construção</font></strong></p>
<p>Todas as evidências parecem sugerir que a maioria dos edifícios foi construída sobre plataformas aterradas cuja altura variava de menos de um metro, no caso de terraços e estruturas menores, a até quarenta e cinco metros, no caso de grandes templos e pirâmides. Uma trama inclinada de pedras partia das plataformas em pelo menos um dos lados, contribuindo para a aparência bi-simétrica comum à arquitetura maia. Dependendo das tendências estilísticas que prevaleciam na área e época, estas plataformas eram construídas de um corte e um aterro de entulhos densamente compactado. Como no caso de muitas outras estruturas, os relevos maias que os adornavam, quase sempre se relacionavam com o propósito da estrutura a que se destinavam. Depois de terminadas, as grandes residências e os templos eram construídos sobre as plataformas. Em tais construções, sempre erguidas sobre tais plataformas, é evidente o privilégio dado ao aspecto estético exterior em contra-ponto à pouca atenção à utilidade e funcionalidade do interior.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/palenque_ruins.jpg" title="Ruinas de Palenque" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/palenque_ruins.jpg');" ></a>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/palenque_ruins.jpg" title="Ruinas de Palenque" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/palenque_ruins.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/palenque_ruins.jpg" alt="Ruinas de Palenque" style="width: 351px; height: 228px" height="228" width="351" /></a></p>
<p>Parece haver um certo aspecto repetitivo quanto aos vãos das construções nos quais os arcos (como curvas) são raros, mas freqüentemente retos, angulados ou imbricados, tentando mais reproduzir a aparência de uma cabana maia, do que efetivamente incrementar o espaço interior. Como eram necessárias grossas paredes para sustentar o teto, alguns edifícios das épocas mais posteriores utilizaram arcos repetidos ou uma abóbada arqueada para construir o que os maias denominavam <em><strong>pinbal</strong></em>, ou saunas, como a do Templo da Cruz em Palenque. Ainda que completadas as estruturas, a elas iam-se anexando extensos trabalhos de relevo ou pelo menos reboco para aplainar quaisquer imperfeições. Muitas vezes sob tais rebocos foram encontrados outros trabalhos de entalhes e dintéis e até mesmo pedras de fachadas. Comumente a decoração com faixas de relevos era feita em redor de toda a estrutura, provendo uma grande variedade de obras de arte relativas aos habitantes ou ao propósito do edifício. Nos interiores, e notadamente em certo período, foi comum o uso de revestimentos em reboco primorosamente pintados com cenas do uso cotidiano ou cerimonial.</p>
<p>Há sugestão de que as reconstruções e remodelações ocorriam em virtude do encerramento de um ciclo completo do calendário maia de conta larga, de 52 anos. Atualmente, pensa-se que as reconstruções eram mais instigadas por razões políticas do que pelo encerramento do ciclo do calendário, já que teria havido coincidência com a data da assunção de novos governantes. Não obstante, o processo de reconstrução em cima de estruturas velhas é uma prática comum. Notavelmente, a acrópole de Tikal, parece ser a síntese de um total de 1500 anos de modificações arquitetônicas.</p>
<p><strong><font color="#008000">Construções notáveis</font></strong></p>
<p><em><strong>Plataformas cerimoniais</strong></em></p>
<p>Estas eram comumente plataformas de pedra calcária com muros de menos de quatro metros de altura onde se realizavam cerimônias públicas e ritos religiosos. Construídas nas grandes plataformas, eram ao menos realçadas com figuras talhadas em pedra e às vezes <em>tzompantli</em> ou uma estaca usada para exibir as cabeças das vítimas geralmente os derrotados nos jogos de bola mesoamericanos.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-maya_ruins_in_mexico_003.jpg" title="Templo cerimonial" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-maya_ruins_in_mexico_003.jpg');" ></a>
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<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-maya_ruins_in_mexico_003.jpg" title="Templo cerimonial" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-maya_ruins_in_mexico_003.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-maya_ruins_in_mexico_003.jpg" alt="Templo cerimonial" style="width: 352px; height: 213px" height="213" width="352" /></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-maya_ruins_in_mexico_003.jpg" title="Templo cerimonial" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-maya_ruins_in_mexico_003.jpg');" ></a></p>
<p><em><strong>Palácios</strong></em></p>
<p>Grandes e geralmente muito decorados, os palácios geralmente ficavam próximos do centro das cidades e hospedavam a elite da população. Qualquer palácio real grande ou ao menos que tivesse várias câmaras ou erguido em vários níveis, tem sido chamado de acrópole. Tais construções consistiam de várias pequenas câmaras ou pelo menos um pátio interno, parecendo propositadas a servirem de residência a uma pessoa ou pequeno grupo familiar decorada como tal.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-0141_palenquepalacio.jpg" title="Palácio Palenque" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-0141_palenquepalacio.jpg');" ></a>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-0141_palenquepalacio.jpg" title="Palácio Palenque" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/800px-0141_palenquepalacio.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/800px-0141_palenquepalacio.jpg" alt="Palácio Palenque" style="width: 356px; height: 208px" height="208" width="356" /></a></p>
<p>Os arqueólogos parecem estar de acordo em que muitos palácios são também o lugar de muitas tumbas mortuárias. Em Copán, debaixo de 400 anos de remodelações posteriores, se descobriu a tumba de um de seus antigos governantes e a acrópole de Tikal parece ter sido o lugar de vários sepultamentos do final do período pré-clássico e início do clássico.</p>
<p>Existe, no entanto, alguns arqueólogos que afirmam serem os palácios locais não muito prováveis para a morada da elite governante, uma vez que tais moradas mostram-se demasiadamente infestadas de morcegos e um tanto quanto desconfortáveis; sugerindo &#8211; assim &#8211; ser um espécie de mosteiro ou quarteis para as comunidades sacerdotais. Nessa linha de pensamente, contudo, caímos em uma outra rua sem saída: não existem comprovações da existência de ordens eclesiásticas ou monásticas nos tempos clássicos. Concluir, portanto, que fossem moradas das classes governamentais &#8211; neste contexto &#8211; é a solução mais viável; o que não impede a existência de diversas teorias sobre a origem e a função de tais palácios<em>.</em></p>
<p><em><strong>Grupo E</strong></em></p>
<p>Os estudiosos têm denominado de &#8220;Grupo E&#8221; à freqüentemente encontrada formação de três pequenas construções, sempre situadas a oeste das cidades, tratando-se de um intrigante mistério a sua recorrência.</p>
<p>Estas construções sempre incluem pelo menos uma pequena pirâmide-templo a oeste da praça principal que tem sido aceita como observatório devido ao seu preciso posicionamento em relação ao Sol, quando observado da pirâmide principal nos solstícios e equinócios. Outras teses sugerem que sua localização reproduz ou pelo menos se relaciona com a história da criação do universo segundo a mitologia maia, posto que vários de seus adornos a ela, freqüentemente, se referem.</p>
<p><em><strong>Pirâmedes e templos</strong></em></p>
<p>Com freqüência os templos religiosos mais importantes se encontravam em cima das pirâmides maias, supostamente por ser o lugar mais perto do céu. Embora recentes descobertas apontem para o uso extensivo de pirâmides como tumbas, os templos raramente parecem ter contido sepulturas. A falta de câmaras funerárias indica que o propósito de tais pirâmides não é servir como tumbas e se as encerram isto é incidental.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s340x255.jpg" title="Pirâmede Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/s340x255.jpg');" ></a>
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<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s340x255.jpg" title="Pirâmede Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/s340x255.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s340x255.jpg" alt="Pirâmede Maia" style="width: 351px; height: 214px" height="214" width="351" /></a></p>
<p>Pelas íngremes escadarias, se permitia aos sacerdotes e oficiantes o acesso ao cume da pirâmide onde havia três pequenas câmaras com propósitos rituais. Os templos sobre as pirâmides, a mais de 70 metros de altura, como em El Mirador, de onde se descortinava o horizonte ao longe, constituíram estruturas impressionantes e espetaculares, ricamente decoradas. Comumente possuíam uma crista sobre o teto, ou um grande muro que, teorizam, poderia ter servido para a escrita de sinais rituais para serem vistos por todos.</p>
<p>Como eram ocasionalmente as únicas estruturas que excediam a altura da selva, as cristas sobre os templos eram minuciosamente talhadas com representações dos governantes que se podiam ver de grandes distâncias. Debaixo dos orgulhosos templos estavam as pirâmides que eram, em última instância, uma série de plataformas divididas por escadarias empinadas que davam acesso ao templo.</p>
<p><strong><font color="#008000">A arte da escrita</font></strong></p>
<p>O sistema de escrita maia (geralmente chamada hieroglífica por uma vaga semelhança com a escrita do antigo Egito, com o qual não se relaciona) era uma combinação de símbolos fonéticos e ideogramas. É o único sistema de escrita do novo mundo pré-colombiano que podia representar completamente o idioma falado no mesmo grau de eficiência que o idioma escrito no velho mundo.</p>
<p>As decifrações da escrita maia têm sido um longo e trabalhoso processo. Algumas partes foram decifradas no final do <strong>século XIX</strong> e início do <strong>século XX </strong>(em sua maioria, partes relacionadas com números, calendário e astronomia), mas os maiores avanços se fizeram nas décadas de 1960 e 1970 e se aceleraram daí em diante de maneira que atualmente a maioria dos textos maias podem ser lidos quase completamente em seus idiomas originais. Lamentavelmente, os sacerdotes espanhóis, em sua luta pela conversão religiosa, ordenaram a queima de todos os livros maias logo após a conquista.</p>
<p>Assim, a maioria das inscrições que sobreviveram são as que foram gravadas em pedra e isto porque a grande maioria estava situada em cidades já abandonadas quando os espanhóis chegaram.</p>
<p>Os livros maias, normalmente tinham páginas semelhantes a um cartão, feitas de um tecido sobre o qual aplicavam uma película de cal branca sobre a qual eram pintados os caracteres e desenhadas ilustrações. Os cartões ou páginas eram atadas entre si pelas laterais de maneira a formar uma longa fita que era dobrada em zigue-zague para guardar e desdobrada para a leitura.</p>
<p>Atualmente restam apenas três destes livros e algumas outras páginas de um quarto, de todas as grandes bibliotecas então existentes. Freqüentemente são encontrados, nas escavações arqueológicas, torrões retangulares de gesso que parecem ser restos do que fora um livro depois da decomposição do material orgânico.</p>
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<p>Relativamente aos poucos escritos maias existentes, Michael D. Coe, um proeminente arqueólogo da Universidade de Yale disse:</p>
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<dd><em>“Nosso conhecimento do pensamento maia antigo representa só uma minúscula fração do panorama completo, pois dos milhares de livros nos quais toda a extensão dos seus rituais e conhecimentos foram registrados, só quatro sobreviveram até os tempos modernos (como se toda a posteridade soubesse de nós, baseados apenas em três livros de orações e &#8220;El Progreso del Peregrino).”</em> (Michael D. Coe, The Maya, Londres: Thames y Hudson, 4ª ed., 1987, p. 161.) </dd>
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<p><strong><font color="#008000">A língua Maia</font></strong></p>
<p>São inúmeros os dialetos falados na área correspondente ao Yucatàn, Guatemala, El Salvador e Belize. De qualquer forma, os lingüistas dividem-nos em dois grandes ramos: o <strong>huasteca</strong> e o <strong>maia</strong>. Este segundo ramo se subdividiu em outras línguas (como o <strong>Chol</strong>, <strong>Chintal</strong>, <strong>Mopan</strong>, etc.).</p>
<p>A língua maia, falada no Yucatãn, sofreu inúmeras transformações com as invasões toltecas e também devido às influência da língua Náuatle falada pelos astecas.</p>
<p>Em seus monumentos deixaram uma série de inscrições que até hoje não foram decifradas. Infelizmente muitos documentos maias foram destruídos chegando até nós apenas três livros. São eles o <strong>Códice de Dresde</strong>, o <strong>Códice de Madri</strong> e o <strong>Códice de Paris</strong>.</p>
<p>Os livros maias eram confeccionados em uma única folha que era dobrada como uma sanfona. O papel era feito com uma fibra vegetal coberta por uma fina camada de cal. O conteúdo desses livros são de natureza calendárica e ritual, servindo para adivinhações.</p>
<p>Um dos cronista que viveu na época da conquista, o Bispo Diego de Landa, refere-se aos livros que os maias utilizavam permitindo-lhes saber o que havia sucedido há muitos anos. Portanto, a escrita representava um elemento importante na preservação de suas tradições culturais. Mas, infelizmente grande parte deles foram destruídos como se pode constatar na afirmação do próprio bispo: &#8220;&#8230;<em>Encontramos um grande número de livros escritos nesses caracteres, e como nada tivesse a não ser flagrantes superstições e mentiras do demônio, nós os queimamos a todos&#8221;. </em></p>
<p>Os maias desenvolveram uma escrita hieroglífica que, ao contrário dos hieróglifos egípcios eram esculpidos e não pintados, aliás os maias eram os melhores escultores do Novo-Mundo.</p>
<p>Infelizmente pouco material sobreviveu à invasão branca que destruía tudo em nome da fé católica &#8220;<em>contra as heresias pagãs</em>&#8220;. Os melhores vestígios dessa escrita são os livros de <strong>Chilan Balam</strong> (a pedra de roseta das Américas), escritos em língua maia, mas com caracteres latinos que ajudou muito na tradução de parte dos hieróglifos</p>
<p><em><strong><font color="#800000">Por Fenrir</font></strong></em></p>
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