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	<title>2012 - Dois Mil e Doze &#187; Economia</title>
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		<title>Maias: Economia e Agricultura</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 16:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>

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A base da economia era a agricultura primitiva praticada nas milpas, unidades de produção agrária. O trato da terra era comunal, em sistema rotativo de culturas, sem adubagem ou técnica elaborada, o que levava ao rápido esgotamento do solo e seu conseqüente abandono. Na preparação do terreno a ser cultivado, os maias cortavam as árvores [...]]]></description>
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</script></p><p>A base da economia era a <strong>agricultura</strong> <strong>primitiva</strong> praticada nas milpas, unidades de produção agrária. O trato da terra era comunal, em sistema rotativo de culturas, sem adubagem ou técnica elaborada, o que levava ao rápido esgotamento do solo e seu conseqüente abandono. Na preparação do terreno a ser cultivado, os maias cortavam as árvores e arbustos com machados de pedra e depois os queimavam. As sementes eram plantadas em buracos cavados no solo por estacas de madeira pontiagudas. Esgotada a terra, os maias há deixavam alguns anos em repouso, sem cultivar, e novas áreas da floresta eram desmatadas para o plantio.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg" title="Plantation maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg');" ></a>
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<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg" title="Plantation maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/natureza.jpg" alt="Plantation maia" /></a></p>
<p> Como unidade de troca, utilizavam sementes de cacau e sinetas de cobre, material que empregavam também para trabalhos ornamentais, ao lado do ouro, da prata, do jade, das conchas do mar e das plumas coloridas. Entretanto, desconheciam as ferramentas metálicas.</p>
<p>As observações astronômicas davam aos maias o domínio sobre o fenômeno da mudança das estações, o que permitia obter melhores colheitas.</p>
<p>Os principais produtos cultivados eram em primeiro lugar o <em>milho</em>, mas também <em>feijão</em>, <em>abóbora, vários tubérculos, cacau, mamão, abacate, algodão e tabaco</em>. Os excedentes da colheita se destinavam ao comércio, na base do escambo ou troca, que alcançou notável desenvolvimento entre as principais cidades e gerou respeitada classe de comerciantes.<br />
Os maias também se dedicavam à caça e à pesca e criavam animais para a alimentação. Desconheciam, no entanto a tração animal, o arado e a roda. Por falta de matéria-prima local não conheceram também a metalurgia, mas desenvolveram importante indústria lítica (de pedra) que lhes fornecia armas, enfeites e instrumentos de trabalho. Tiveram ainda muita importância na civilização maia à produção de cerâmica (embora não conhecessem a roda de oleiro), a cestaria, a tecelagem e a arte lapidária.</p>
<p><strong><font color="#008000">Atividades agrículas e comercias</font></strong></p>
<p>É importante observar que por serem os recursos naturais escassos não lhes garantindo o excedente que necessitavam a tendência foi desenvolverem técnicas agrícolas, como terraços, por exemplo, para vencer a erosão.Os pântanos foram drenados para se obter condições adequadas ao plantio.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" title="Cacau, antiga base de troca maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg');" ></a>
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<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" title="Cacau, antiga base de troca maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cacau.jpg" alt="Cacau, antiga base de troca maia" /></a></p>
<p>Ao lado desses progressos técnicos, observamos que o cultivo do milho se prendia  ao uso das queimadas. Durante os meses da seca, limpavam os terreno, deixando apenas as árvores mais frondosas. Em seguida, ateavam fogo para limpa-lo deixando o campo em condições de ser semeado, e com um bastão faziam buracos onde eram colocadas as semente.</p>
<p>Dada a forma com que era realizado o cultivo a produção se mantinha por apenas dois ou três anos consecutivos. Com o desgaste certo do solo, o agricultor era obrigado a procurar novas terras. Ainda hoje a técnica da queimada, apesar de prejudicar o solo, é utilizada em diversas regiões do continente americano.</p>
<p>As Terras Baixas concentraram uma população densa em áreas pouco férteis. Com produção pequena para as necessidades da população, foi necessário não apenas inovar em termos de técnicas agrícolas, como também importar de outras regiões produtos como o milho, por exemplo.</p>
<p>O comércio era dinamizado com produtos como o jade, plumas, tecidos, cerâmicas, mel, cacau e escravos, através das estradas ou de canoas.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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