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	<title>2012 - Dois Mil e Doze &#187; Religião</title>
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	<description>Verdade ou mentira?</description>
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		<title>Os deuses Maia</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 16:58:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[


Agora estaremos listando os principais deuses da civilização Maia, informando uma pequena descrição para uma melhor compreenção. Futuramente, os mais importantes deuses estarão sendo alvos de estudos mais minuciosos.
A
A.C. Yanto

Considerado o responsável pela  criação dos imigrantes espanhóis e de seus produtos. Apareceu nos últimos tempos da civilização do Maia. Seu irmão é o deus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><script type="text/javascript"><!--
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</script></p><p>Agora estaremos listando os principais deuses da civilização Maia, informando uma pequena descrição para uma melhor compreenção. Futuramente, os mais importantes deuses estarão sendo alvos de estudos mais minuciosos.</p>
<h2><font color="#008000">A</font></h2>
<p><strong>A.C. Yanto</strong></p>
<dl>
<dd>Considerado o responsável pela  criação dos imigrantes espanhóis e de seus produtos. Apareceu nos últimos tempos da civilização do Maia. Seu irmão é o deus Hachacyum e seu nome significa “nosso ajudante.”</dd>
</dl>
<p><strong>Acan</strong></p>
<dl>
<dd>O deus do vinho. Seu nome significa o “gemido.”</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Bolon Tz&#8217;acab (Dzacab)</strong></p>
<dl>
<dd>“Gerações Innumerable”, o deus do relâmpago, patrono da colheita e as sementes; prendido como um instrumento ceremonial pela régua clássica do Maia (chamada anteriormente do “sceptre manikin”).</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Cancum</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da caça.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Chun Caan</strong></p>
<dl>
<dd>Patrono da cidade de T&#8217;ho, Mérida moderno, Yucatán.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Chuy Kak</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da guerra.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Ciliz</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus dos eclipses solares.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Cun</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da guerra.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Cuxtal</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do parto.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Hulneb</strong></p>
<dl>
<dd>Associado com o console de Cozumel, era um deus da guerra. O ampère-hora Hulneb significa-o “o atirador da lança.”</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora</strong></p>
<dl>
<dd>Significando “do sol,” ele era um deus solar, das doenças e das secas.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Kumix Uinicob</strong></p>
<dl>
<dd>Deuses menores da água.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Mun</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do maize.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Muzencab</strong></p>
<dl>
<dd>Os deuses das abelhas.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Patnar Uinicob</strong></p>
<dl>
<dd>deuses menores da água.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Peku</strong></p>
<dl>
<dd>O deus do trovão.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Puch</strong></p>
<dl>
<dd>O deus da morte</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Tabai</strong></p>
<dl>
<dd>O deus da caça.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Uincir Dz&#8217;acab</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da vida e da medicina.</dd>
</dl>
<p><strong>Ampère-hora Uuc Ticab</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da terra.</dd>
</dl>
<p><strong>Ahau Chamahez</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da medicina e da saúde boa.</dd>
</dl>
<p><strong>Ahau-Parentes</strong></p>
<dl>
<dd>Significando o “senhor da cara do sol,” era um deus do sol e deus da lua; teve duas manifestações. Na noite, transformou-se um deus do jaguar e um senhor do sub-mundo.</dd>
</dl>
<p><strong>Ahmakiq</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da agricultura que protegesse as colheitas do vento.</dd>
</dl>
<p><strong>Ahulane</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da guerra, chamado também de archer. O console Cozumel era a posição do shrine de Ahulane.</dd>
</dl>
<p><strong>Ajbit</strong></p>
<dl>
<dd>Um dos treze deuses do criador que ajudaram a humanidade na construção do mundo.</dd>
</dl>
<p><strong>Ajtzak</strong></p>
<dl>
<dd>Um dos treze deuses do criador que ajudaram a humanidade na construção do mundo.</dd>
</dl>
<p><strong>Akhushtal</strong></p>
<dl>
<dd>O deus do parto.</dd>
</dl>
<p><strong>Akna</strong></p>
<dl>
<dd>Significando a “mãe,” deusa da fertilidade e do parto.</dd>
</dl>
<p><strong>Alaghom Naom</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da sabedoria, da consciência, da instrução e da intelectualidade. Conhecido também como Alaghom Naom Tzentel e mãe da mente.</dd>
</dl>
<p><strong>Alom</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do céu, que participou das últimas duas tentativas de criar a humanidade.</dd>
<dd>
</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">B</font></h2>
<p><strong>Backlum Chaam</strong></p>
<dl>
<dd>O deus do poder da sexualidade masculina.</dd>
</dl>
<p><strong>Balam</strong></p>
<dl>
<dd>Pertencente ao grupo de deuses do jaguar que protegeram povos e comunidades grandes ameaças.</dd>
</dl>
<p><strong>Balam-Agab</strong></p>
<dl>
<dd>Significando  “o jaguar da noite,” era o segundo dos homens criados, depois da grade  inundação emitida por Hurakan. </dd>
</dl>
<p><strong>Bitol</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do céu, que participou das últimas duas tentativas de criar a humanidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Bolontiku</strong></p>
<dl>
<dd>Um grupo de deuses do sub-mundo.</dd>
</dl>
<p><strong>Buluc Chabtan</strong></p>
<dl>
<dd>Consultado às vezes a como o “deus F,” é um deus da guerra que recebe sacrifícios humanos.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">C</font></h2>
<p><strong>Cabrakan</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus das montanhas e dos terremotos. Era um filho de Vucub Caquix e de Chimalmat. Teve seis crianças, embora apenas um sobreviveu: Chalybir.</dd>
</dl>
<p><strong>Cacoch</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da criação.</dd>
</dl>
<p><strong>Cakulha</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do relâmpago, luz de Yaluk. Seu irmão era Coyopa.</dd>
</dl>
<p><strong>Camaxtli</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da caça, da guerra, da dor e do fogo (que inventou). Era um dos quatro deuses da criação, que fizeram a terra.</dd>
</dl>
<p><strong>Camazotz</strong></p>
<dl>
<dd>deus golpeador, tentou matar os gêmeos do herói no <em>Popol Vuh</em>.</dd>
</dl>
<p><strong>Camulatz</strong></p>
<dl>
<dd>Um pássaro que comeu as cabeças dos primeiros homens.</dd>
</dl>
<p><strong>C. Lata Tzicnal</strong></p>
<dl>
<dd>Correspondente a cor branca, filho de Itzamna e Ixchel.</dd>
</dl>
<p><strong>Cay</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da água.</dd>
</dl>
<p><strong>Chaac</strong></p>
<dl>
<dd>O deus da chuva e do trovão</dd>
</dl>
<p><strong>Chac Uayab Xoc</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus dos peixes e o deus dos pescadores. Adorou seus prendedores, contudo comeu-os antes que se afogassem.</dd>
</dl>
<p><strong>Chalybir</strong></p>
<dl>
<dd>O filho de Cabrakan. É mencionado somente uma vez na literatura como um deus sobrevivente.</dd>
</dl>
<p><strong>Chamer</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da morte, particularmente popular na Guatemala. Foi casado a Ixtab.</dd>
</dl>
<p><strong>Chaob</strong></p>
<dl>
<dd>Os quatro deuses do vento.</dd>
</dl>
<p><strong>Chibirias</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da terra.</dd>
</dl>
<p><strong>Chiccan</strong></p>
<dl>
<dd>Um grupo de quatro deuses da chuva que vivem nos lagos e fazem nuvens da chuva da água naqueles lagos. Cada um dos deuses da chuva foi associado com um sentido cardinal, similar ao Bacabs. Chiccan era também o nome de um dia no ciclo de Tzolkin do calendário do maya.</dd>
</dl>
<p><strong>Chirakan</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da fertilidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Cit-Bolon-Tum</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da medicina e da vida.</dd>
</dl>
<p><strong>Chimalmat</strong></p>
<dl>
<dd>Uma deusa gigante que, por Vucub Caquix, foi mãe de Cabrakan e de Zipacna.</dd>
</dl>
<p><strong>Cizin</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da morte que vive em Metnal.</dd>
<dd>
</dd>
</dl>
<p><strong>Colel de Taxi</strong></p>
<dl>
<dd>Uma mãe e uma deusa da fertilidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Colop U Uichkin</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do céu.</dd>
</dl>
<p><strong>Coyopa</strong></p>
<dl>
<dd>O deus do trovão e do irmão de Cakulha.</dd>
</dl>
<p><strong>Cum Hau</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da morte e do sub-mundo.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">E</font></h2>
<p><strong>Ekchuah</strong></p>
<dl>
<dd>Ek também soletrado Chuah, “o chefe preto da guerra” era o deus dos guerreiros e dos comerciantes, descrito carregando um saco sobre seu ombro. Na arte, era um homem escuro-descascado com círculos em torno de seus olhos, de uma cauda de escorpião. Em estudos modernos adiantados da arte Maia, foi feita a sua identificação e estabelecida a sua definição</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">G</font></h2>
<p><strong>Ghanan</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da agricultura e da fertilidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Gukumatz</strong></p>
<dl>
<dd>deus criador da serpente.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">H</font></h2>
<p><strong>Hacha&#8217;kyum</strong></p>
<dl>
<dd>Adorado pelos povos de Lacandon, que era o seu deus patrono.</dd>
</dl>
<p><strong>Hobnil</strong></p>
<dl>
<dd>Corresponde a cor vermelha, filho de Itzamna e Ixchel (substituído mais tarde por Chaac).</dd>
</dl>
<p><strong>Hozanek</strong></p>
<dl>
<dd>Corresponde a cor amarela, filho de Itzamna e Ixchel.</dd>
<dd>
</dd>
</dl>
<p><strong>Hun veio</strong></p>
<dl>
<dd>Um senhor demônio do sub-mundo Xibalba que, junto com Vucub Caquix, matou o Hun Hunahpu. Foram mortos por seus filhos, gêmeos do herói do Maia.</dd>
</dl>
<p><strong>Hun Hunahpu</strong></p>
<dl>
<dd>O pai dos gêmeos Ixbalanque e Hun-APU do herói Maia por uma virgem. Beheaded em Xibalba, o sub-mundo, pelas réguas de Xibalba, Hun veio e Vucub Caquix. </dd>
</dl>
<p><strong>Hunab Ku</strong></p>
<dl>
<dd>O deus mais elevado. Reconstruiu o mundo depois de três inundações grandes, que vieram da boca de um monstro do mar. É pai de Itzamna e marido de Ixazalvoh.</dd>
<dd>Foi sabido também como Kinebahan.</dd>
</dl>
<p><strong>Hunahpu</strong></p>
<dl>
<dd>Um dos gêmeos do herói do Maya.</dd>
</dl>
<p><strong>Hunahpu-Gutch</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do céu, que participou das últimas duas tentativas de criar a humanidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Hunahpu Utiu</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do céu, que participou das últimas duas tentativas de criar a humanidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Huracan</strong></p>
<dl>
<dd>Deus da tempestade e do fogo, um dos deuses criadores.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">I</font></h2>
<p><strong>Itzamna</strong></p>
<dl>
<dd>O patriarca da cultura Maia, ensinou seus povos no modo de viver, a escrita, os calendários e a medicina. Era o pai do Bacabs. Foi associado com as serpentes e os mexilhões. Seu pai era Kinich Ahau ou Hunab Ku. A cidade de Izamal era pertencente a sua área de influência.</dd>
</dl>
<p><strong>Itzananohk&#8217;u</strong></p>
<dl>
<dd>O deus dos povos de Lacandon.</dd>
</dl>
<p><strong>Ixbalanque</strong></p>
<dl>
<dd>Um dos gêmeos do herói da civilização Maia.</dd>
</dl>
<p><strong>Ixchel</strong></p>
<dl>
<dd>deus do jaguar.</dd>
</dl>
<p><strong>Ixmucane</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do céu, que participou das últimas duas tentativas de criar a humanidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Ixpiyacoc</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do céu, que participou das últimas duas tentativas de criar a humanidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Ixtab</strong></p>
<dl>
<dd>deus do suicídio.</dd>
</dl>
<p><strong>Ixzaluoh</strong></p>
<dl>
<dd>deus da água.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">K</font></h2>
<p><strong>Kan-u-Uayeyab</strong></p>
<dl>
<dd>Um protetor das cidades.</dd>
</dl>
<p><strong>Kan-xib-yui</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus criador.</dd>
</dl>
<p><strong>Kianto</strong></p>
<dl>
<dd>O deus de estrangeiros, e a doença que trouxeram com eles.</dd>
</dl>
<p><strong>K&#8217;in</strong></p>
<dl>
<dd>Significando o “sol” ou o dia, era um deus solar.</dd>
</dl>
<p><strong>Kinich Ahau</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus e um pai de Itzamna.</dd>
</dl>
<p><strong>Kinich Kakmo</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus solar.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">N</font></h2>
<p><strong>Nacon</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da guerra.</dd>
</dl>
<p><strong>Naum</strong></p>
<dl>
<dd>O deus que inventou a mente e a consciência.</dd>
</dl>
<p><strong>Nohochacyum</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus criador, é o deus mais importante do Lacandon. Seu nome significa “nosso senhor verdadeiro”.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">Q</font></h2>
<dl>
<dt><strong>Qaholom</strong></dt>
<dd>um deuses  criador.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">T</font></h2>
<p><strong>Tecumbalam</strong></p>
<dl>
<dd>Um pássaro que feri o rosto dos homens.</dd>
</dl>
<p><strong>Tepeu</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus do céu, que participou das últimas duas tentativas de criar a humanidade.</dd>
</dl>
<p><strong>Tlacolotl</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus dos bandidos.</dd>
</dl>
<p><strong>Tohil</strong></p>
<dl>
<dd>Tohil é o nome de Quiché para Huracan e era seu deus patrono. Havia um grande templo em sua antiga capital de bastão Rotten.</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">V</font></h2>
<p><strong>Voltan</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da terra e do cilindro (originalmente um herói humano) casado com Ixchel.</dd>
</dl>
<p><strong>Vucub-Caquix</strong></p>
<dl>
<dd>Um poderoso governante do su-mundo, em Xibalba, e, por Chimalmat, pai dos gigantes demônios Cabrakan e Zipacna. </dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">X</font></h2>
<p><strong>Xaman Ek</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus dos viajantes e dos comerciantes, que lhe deram oferendas no lado das estradas ao viajar.</dd>
</dl>
<p><strong>Xecotcovach</strong></p>
<dl>
<dd>Um pássaro que retira os olhos dos primeiros homens.</dd>
</dl>
<p><strong>Xmucane e Xpiayoc</strong></p>
<dl>
<dd>deuses da criador que ajudou a criar os primeiros seres humanos. São também os pais de Hun Hunahpu (um hunahpu) e Vucub Hunahpu (hunahpu sete). Foram chamados Avó do dia e avó da luz .</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">Y</font></h2>
<p><strong>Yaluk</strong></p>
<dl>
<dd>O deus principal do relâmpago, e também é um grande governador</dd>
</dl>
<p><strong>Yum Caax</strong></p>
<dl>
<dd>Um deus da agricultura e da natureza. Nomes alternativos: Yum Kaax, deus E</dd>
</dl>
<h2><font color="#008000">Z</font></h2>
<p><strong>Zac Cimi</strong></p>
<dl>
<dd>Correspondente a cor preta, filho de Itzamnae Ixchel.</dd>
</dl>
<p><strong>Zipacna</strong></p>
<dl>
<dd>Demon do sub-mundo.</dd>
</dl>
<p><strong>Zotz</strong></p>
<dl>
<dd>O deus dos bastões, das cavernas e patrono dos povos de Tzotzil. Zotz também é o nome de um mês Maia. Nome alternativo: Zotzilaha, Sotz</dd>
</dl>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Maias: O Códice Madrid</title>
		<link>http://www.doismiledoze.com/maias-o-codice-madrid/</link>
		<comments>http://www.doismiledoze.com/maias-o-codice-madrid/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2007 17:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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Nome
Madrid, Tro-Cortesianus, Cortesianus, Troano, Tro-Cortés. 
História
O Códice Madrid apareceu nos arredores da Espanha por volta do ano de 1860 em poder de duas pessoas, Juan de Tro e Ortolano. Posteriormente o manuscrito passou pelas mãos do francês Brasseur de Bourbourg(1814-1874), grande conhecedor das culturas meso-americanas, que com suas pesquisas decifrou uma parte do Códice Maia.
Após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" title="Códice Madrid" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" alt="Códice Madrid" height="144" width="412" /></a></p>
<p><font color="#008000"><strong>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg" title="Códice Madrid" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/3madrid.jpg');" ></a></strong></font></p>
<p><strong><font color="#008000">Nome</font></strong></p>
<p>Madrid, Tro-Cortesianus, Cortesianus, Troano, Tro-Cortés.<strong> </strong></p>
<p><strong><font color="#008000">História</font></strong></p>
<p>O Códice Madrid apareceu nos arredores da Espanha por volta do ano de 1860 em poder de duas pessoas, Juan de Tro e Ortolano. Posteriormente o manuscrito passou pelas mãos do francês Brasseur de Bourbourg(1814-1874), grande conhecedor das culturas meso-americanas, que com suas pesquisas decifrou uma parte do Códice Maia.</p>
<p>Após esse estudo, o documento veio a publico, como o nome de Códice Troano, em homenagem as pessoas que encontraram o Códice e o mantiveram em bom estado. Através das pesquisas, o estudioso Brasseur concluiu que o documento se tratava de um manuscrito Maia, devido as suas características inconfundíveis.</p>
<p>Alguns anos após tal descoberta, o espanhol Juan Palacios ofereceu a duas instituições culturais a venda de um suposto códice Maia, dizendo ser o quarto códice a ser encontrado.</p>
<p>Porém, nem o Museu britânico de Londres e nem a Biblioteca Imperial de Paris mostrou interesse no documento. Com o passar do tempo o documento passou por diversas mãos, dentre elas as do estudioso José Ignacio Miró, e em 1875 foi adquirido pelo Museu Arqueológico de Madrid. Este códice recebeu o nome de Cortesiano, sendo relacionado com a pessoa de Hernán Cortés.</p>
<p>Na realidade, Juan Palacios estava certo ao dizer que se tratava de um códice, mas errado ao crer ser um quarto códice descoberto. O manuscrito não era um novo códice, mas sim uma parte do Códice Troano. Tal informação veio a tona em 1880, quando Leon de Rosny teve a oportunidade de examinar o documento e concluir sobre sua origem. Dessa forma, unificaram o conteúdo de ambos os documentos, passando este a ser chamar Códice Tro &#8211; Cortesiano.</p>
<p>Em 1888 o filho de Tro e Ortolano venderam partes do documento para o Museu Arqueológico de Madrid; a partir daquele ano ambas as partes permaneceram reunidas, sendo denominadas como Códice Madrid.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/madridsample.jpg" alt="Ritual Maia" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Composição</font></strong></p>
<p>O manuscrito possui 6.70m, sendo assim o mais longo dos manuscritos Maia. É composto por 50 folhas, que possuem as medidas de 12 por <metricconverter productid="24 cm" w:st="on"></metricconverter>24 cm. O Códice Madrid é o códice mais conservado dentre os já encontrados.</p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p>Sobre tudo tratasse de um texto de adivinhações, com o intuito de predizer a sorte. Ele é dividido em 11 seções: o primeiro inclui rituais dedicados aos deuses kukulcán e itzamná; o segundo recorre às influências más no cultivo, e rituais e oferecimento, que devem ser feitos para que ocorra a regularização das chuvas; a terceira seção é dedicada a descrever 52 rituais, com vários significados, dentre eles o de celebrar os acontecimentos dos anos anteriores. As outras 8 partes restantes falam sobre caça, armadilhas, calendários, morte e sobre a purificação.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif" title="Lâmina 35" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif');" ><strong><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/lamina-35.gif" alt="Lâmina 35" /></strong></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Origem</font> </strong></p>
<p>Após estudos concluiu-se que o documento é originário da parte ocidental da península de Yucatan. A data mais aceita é correspondente ao período de transição do século XIII, XIV e XV, por essa razão ele seria contemporâneo ao Códice Paris.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Madrid, Espanha.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maias: O Códice Paris</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 22:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome
Códice Paris, Códice Peresiano
História
Por incrível que pareça, o Códice Paris foi achado pelo estudioso francês Léon de Rosny em uma lata de lixo da Biblioteca Imperial de Paris em 1859. O Códice estava embrulhado por um papel, onde havia escrito duas palavras, &#8220;Peres&#8221; e &#8220;Tzeltal. Posteriormente, ao fazer uma busca nos registros descobriu-se que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#008000">Nome</font></strong></p>
<p>Códice Paris, Códice Peresiano</p>
<p><strong><font color="#008000">História</font></strong></p>
<p>Por incrível que pareça, o Códice Paris foi achado pelo estudioso francês Léon de Rosny em uma lata de lixo da Biblioteca Imperial de Paris em 1859. O Códice estava embrulhado por um papel, onde havia escrito duas palavras, &#8220;Peres&#8221; e &#8220;Tzeltal. Posteriormente, ao fazer uma busca nos registros descobriu-se que o manuscrito havia chegado por volta do ano de 1832, talvez antes.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" title="Lâmina 22" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_page22.jpg" alt="Lâmina 22" /></a></p>
<p>Depois de ter salvo o documento, Rosny identificou o Códice como sendo um manuscrito Maia, devido a sua pictografia e hierogrifo. O estudioso colocou-lhe o nome de Peresiano, devido ao nome encontrado junto ao manuscrito. Infelizmente o Códice Paris não está em um bom estado de conservação, isso faz com que a sua qualidade artística seja infeior aos demais.</p>
<p><strong><font color="#008000">Composição</font></strong></p>
<p>O documento foi escrito em papel kópó, sendo constituído por 11 folhas de 24 por 13 cm, folhas essas que foram pintadas de ambos os lados.</p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p>O Códice Paris é um documento que revela basicamente algumas questões sobre os rituais. Uma parte dele é totalmente dedicada a sucessão dos Katunes(período de 20 anos). Muitos trechos do Códice datam provavelmente do período entre os anos de 1224 e 1441, através de alguns relatos. Em cada página há a representação de um Katún, e o texto hieroglífico que o  cerca está relacionado a ritos e profecias. O restante é formado pro almanaques divinatórios, cerimônias de ano novo e uma representação do zodíaco, com aproximadamente 364 dias.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" title="Códice Paris" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/09/paris_small.jpg" alt="Códice Paris" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Origem</font></strong></p>
<p>Muitas são as dúvidas a respeito de sua origem e ao período em que inicialmente foi escrito. A sua localização inicial mais aceita é a das províncias mexicanas, sendo considerado um Códice posterior ao Códice Dresde, datando provavelmente do século XIII.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Paris, França.</p>
<p>Infelizmente ainda possuimos poucas informações sobre esse códice, e estudiosos do mundo inteiro então empenhados em desvendar os mistérios desse importante manuscrito. Arduamente iremos trabalhar com o intuito de trazer novas informações sobre o assunto.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maias: O Códice Dresde</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 21:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Códices]]></category>
		<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[O descobrimento do Códice
É o primeiro Códice a ser descoberto, sendo consideração o mais importante entre a tríade formada por Códice Dresde, Códice Paris e Códice Madrid. Artisticamente é o mais belo, com muitas gravuras feitas através de pinturas, além de estar em um razoável estado de conservação. Em 1739, o diretor da Biblioteca Real [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#008000">O descobrimento do Códice</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">É o primeiro Códice a ser descoberto, sendo consideração o mais importante entre a tríade formada por <strong>Códice Dresde</strong>, <strong>Códice Paris</strong> e <strong>Códice Madrid</strong>. Artisticamente é o mais belo, com muitas gravuras feitas através de pinturas, além de estar em um razoável estado de conservação. Em <strong>1739</strong>, o diretor da Biblioteca Real de Dresde adquiriu o manuscrito das mãos de um influente cidadão de Viena, Áustria. Pouco se sabe sobre como o Códice foi parar na Áustria, não possuímos uma data específica para tal fato, mas muitos especialistas afirmam que o manuscrito foi para a Europa logo depois do domínio espanhol na América. O motivo de estar na Áustria pode ser explicado, pois provavelmente este documento adentrou o país no mesmo período em que Espanha e Áustria trabalhavam sob o domínio do mesmo soberano.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg" title="Códice Dresde" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/precolom02.jpg" alt="Códice Dresde" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Quando deixou <strong>Viena</strong>, o documento passou a fazer parte da riqueza da Biblioteca de Dresde, embora inicialmente não lhe fosse dado o devido valor, pois as pesquisas sobre o manuscrito haviam cessado a mais de <strong>70 anos</strong>. Até então não havia sido descoberto a origem do Códice, apenas após a retomada das pesquisas e estudos que foi comprovado que o documento era de origem Maia. Tal descoberta foi feita através da comparação da escrita e das característica da arte relatada no manuscrito. A partir desse fato, os estudiosos passaram a olhar o manuscrito com outros olhos, dando-lhe a devida importância, colocando-o no mais alto nível de prioridade e importância dos objetos ali encontrados.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg" title="Ritual Maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresdensample1.jpg" alt="Ritual Maia" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Durante a Segunda Guerra Mundial a cidade de Dresde foi severamente bombardeada, e sua biblioteca sofreu gravíssimos danos. Devido aos danos causados pela guerra, e pelo desgaste referente ao tempo, 12 páginas do Códice foram bastante deterioradas. Muitos atribuem o mal estado de conservação dessas páginas a ação da água, que em muitas vezes esteve em contato com o manuscrito. Esta ação deteriorou totalmente o canto esquerdo superior do Códice, e dessa forma, perdendo todas as informações ali existentes. &#8220;<em>Mesmo com todas essas perdas, o documento mostra um belo estilo de pintura e representa fielmente a elegância Maia&#8221;</em>, são palavras de <strong>Salvador Toscana (1912-1949)</strong>, historiador, arqueólogo e crítico da arte mexicana.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/?attachment_id=119" rel="attachment wp-att-119" title="Sacerdote Maia"><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/madridnm4.jpg" alt="Sacerdote Maia" style="width: 376px; height: 225px" height="225" width="376" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Características físicas</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">O Códice Dresde foi escrito em papel Kopó, sendo um documento em forma de tela, dividido em 39 folhas de <metricconverter productid="9 cm" w:st="on"></metricconverter>9 cm de largura por 20,4 de altura, um pouco abaixo da média documentada sobre os Códices Maia. A pintura foi feita de ambos os lados da folha, com exceção de apenas 4 paginas, que estão em branco. Estendido o documento mede <metricconverter productid="3,50 metros" w:st="on"></metricconverter>3,50 metros, possuindo 70 quadros paginais. Destaque para as pinturas, que foram feitas com máximo de cuidado, com certeza por um profissional da arte. Eram utilizados pincéis e outras ferramentas para sua confecção, que espalhavam com precisão as cores vermelho preto e azul por todo o Códice. Devido ao diferente modo de escrita em alguns trechos, concluiu-se que o Códice foi feito por cerca de 8 pessoas, sendo 1 pessoa responsável pela temática, e outro pela arte. Provavelmente o manuscrito é originário da região de Chichén Itzá, grande cidade Maia que se localizava ao norte da península de Yucatan. Estudos mostram que o documento foi concluído por volta de <strong>1000 D.C</strong> até <strong>1200 D.C</strong>, sendo ainda utilizado pelos Maias um pouco antes a invasão e domínio espanhol.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg" title="Estudo animal" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm20531.jpg" alt="Estudo animal" /></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/mm2053.jpg" title="Página Códice" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/mm2053.jpg');" ></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Modo de elaboração</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Aparentemente esse Códice trata de uma versão de um manuscrito de origem mais antiga, sendo que a última adição ao manuscrito é datada de <strong>1210 d.C</strong>. Boa parte do conteúdo foi elaborado de modo a poder ser reutilizado futuramente, esse aspecto é explicado ao fato dos Maias acreditarem que o tempo é algo cíclico e periódico. Percebesse também um sistema de correção de um &#8220;<em>erro acumulado</em>&#8220;, que se refere a falta de frações no sistema matemático, dessa forma não fazendo cálculos para os anos bissextos. O nascimento e desaparecimento de Vênus está totalmente relacionado com essa técnica utilizada pelos Maias, que mesmo sem a correção bissexta, conseguirão aproximar o seu calendário do ciclo do ano solar, mais próximo até mesmo que o calendário utilizado atualmente, o calendário gregoriano.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg" title="Purificação" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/dresde_small.jpg" alt="Purificação" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Conteúdo</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Dresde pode ser considerado um documento astronômico, pois este é o tema central de seu contexto. No manuscrito podemos encontrar almanaques, cálculo de dias que envolvem rituais, ciclo lunar, cicli venusiano, calendário sistêmico e cíclico e adivinhações, além de uma seção dedicada ao planeta Marte; Algo que chama a atenção é a presença de um material astronômico-astrológico dividido em 2 quadros: o dos eclipses de Vênus e das profecias referentes às gerações futuras. Contém também referências sobre a agricultura e dos dias favoráveis para a manipulação das artes divinas. Não podemos deixar de mencionar que o texto possui explicações sobre algumas doenças e sobre a medicina que ali era utilizada. Aparentemente inclui dados sobre as constelações, planetas e sobre a Lua. Foi dedicada no Códice uma página inteira explanando sobre inundações já ocorridas e outras que hão de vir, sendo este um dos trechos proféticos do Códice Dresde. Fica claro a apresentação de ciclos de chuva na região Maia, e a influência que esta tinha sobre o seu povo.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg" title="Cerimônia de celebração" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/s2fgon1b.jpg" alt="Cerimônia de celebração" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Principais pesquisadores</font></strong></p>
<p>Uma comunidade internacional de especialistas contribuiu para que o Códice pudesse ser compreedido. Entre eles realçam <em>William Gates(1932), Gunter Zimmermann(1956), Maria Cristina Lómeli(1974), Victoria R. Bricker(1986) </em>e <em>Roberto Trepadeira(1998).</em> <em>Yuri Knorozov </em>propôs uma leitura fonética dos glifos. <em>John Eric S. Thompson </em>fez um elaborado estudo, que deve duração de 16 anos(<strong>1972 </strong>à<strong> 1988</strong>). <em>Merideth Paxton(1991) </em>focalizou sua investigação aos provenientes problemas de data e na elaboração da pictografia, publicando no ano de 1997 um estudo com novas teorias sobre a pictografia Maia.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif" title="Conflitos" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/image20.gif" alt="Conflitos" height="474" width="328" /></a></p>
<p><strong><font color="#008000">Páginas Dresde</font></strong></p>
<p>Agora iremos relatar o conteúdo de algumas lâminas Dresde, ou páginas, se achar melhor, para que venha a ser exemplificado esse manuscrito de tamanha importância na história da civilização Maia. O conteúdo das páginas a serem mostradas talvez não esteja completo, devido aos danos sofridos pelo decorrer do tempo.</p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/?attachment_id=139" rel="attachment wp-att-139" title="Lâminas"><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/codeximg.jpg" alt="Lâminas" /></a></p>
<p><strong>Lâmina 1</strong></p>
<p>Por mais que esteja deteriorada em algumas partes, podesse observar a figura do deus <em>Chan Chique</em>, que segundo a crença Maia representava a fertilidade e a fecundação. Os Maias davam uma grande importância a esse deus, pois segundo eles era essa divindade a responsável pelo nascimento de todos os habitantes da terra, dando-lhes a vida de presente.</p>
<p><strong>Lâmina 2</strong></p>
<p>Nessa página notamos a presença de algumas datas divinas na parte superior. Abaixo percebemos a imagem de um homem decapitado com as mãos amarradas para trás, levando sobre si o colar da morte, estando este próximo ao deus da fecundidade. Tal morte simboliza o sacrifício para nascer pela segunda vez. Também é possível perceber a presença de outros deuses, estando esses em um plano superior<strong>.</strong></p>
<p><strong>Lâmina 3</strong></p>
<p>Essa parte do Códice relata o sacrifício humano, onde é possível visualizar um homem , estirado sobre uma pedra, perto da <em>árvore da vida</em> cujas raízes são cabeças de cobras. Anteriomente podesse perceber uma pintura simbolizando a tentação sobrevindo ao homem.</p>
<p><strong>Lâmina 9</strong></p>
<p>Na parte superior, <em>Itzamná</em> com um tridente na mão(que simboliza o domínio das três forças primárias da natureza), então um deus com os olhos vendados(é um hierarca da lei que não vê preferências e age de acordo com os fatos, esse é o sentido dos &#8220;<em>olhos vendados&#8221;</em>) e o deus do milho, que se convida a trabalhar com a semente para pagar uma dívida. Logo após o deus do milho recebe ordens de Itzamná, que o instrui em sabedoria, para que ele siga para a região de <em>Tiphereth. </em>Em segundo plano aparecem outros deuses, como a deusa do tecido e a deusa da morte.</p>
<p><strong>Lâmina 26</strong></p>
<p>Esta folha faz parte de uma unidade específica que foi desenvolvida por um período entre 25 e 28 horas, e que mostra rituais associados com o fim do ciclo de 365 dias e o começo de um novo. O periodo anual foi dividido em 18 seções de 20 dias, ou seja, 18 meses, que possuiam dias com nomes respectivos, seguidos por uma seção adicional de 5 dias(o Uayeb), que simbolizava os dias de azar daquele ano. O conteúdo da folha pode ser relacionado com as descriçoes de cerimônias de ano novo. As especificações encontradas na lâmina mais parecem com um manual, onde são representados os dias, os ciclos , e a sua relação com a humanidade.</p>
<p>Misteriosamente também se observa premonições relacionadas ao destino dos anos que hão de vir. Além de demonstrarem os dias, eles também relacionaram os anos na parte superior, mantendo a grafia dos dias na lateral esqueda na página.</p>
<p><strong><font color="#008000">Localização</font></strong></p>
<p>Dresde, Alemanha</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Maias: A religião</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 13:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fenrir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maias]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[
O poder da natureza
A selva imprimiu por completo a percepção da realidade. Os maias acreditavam que uma energia biocósmica atravessava as pessoas, os animais, as plantas e os seres inanimados, imprimindo neles a sua razão de ser.






 Quanto maior fosse a carga de energia, maior era a categoria e a importância de cada ser vivo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><strong><font color="#008000">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg" title="Selva maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg');" ></a>O poder da natureza</font></strong></p>
<p>A selva imprimiu por completo a percepção da realidade. Os maias acreditavam que uma energia biocósmica atravessava as pessoas, os animais, as plantas e os seres inanimados, imprimindo neles a sua razão de ser.</p>
<p>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg" title="Selva maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg" title="Selva maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg');" ></a>
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg" title="Selva maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg');" ></a></p>
<p style="text-align: center">
<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg" title="Selva maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/selva.jpg" alt="Selva maia" style="width: 398px; height: 180px" height="180" width="398" /></a></p>
<p> Quanto maior fosse a carga de energia, maior era a categoria e a importância de cada ser vivo, coisa, ou entidade. Os maias acreditavam que o gasto descomunal dos deuses era reposto com o sangue humano dos sacrifícios.</p>
<p>A crença no poder de combustível do sangue mostra deuses vulneráveis. E ao contrário, destacava o papel dos homens para manter o universo.</p>
<p>Os maias representavam a superfície da terra como as costas de caimão, ou como uma tartaruga marinha que sustentava a paina, uma árvore gigante sobre a qual o céu se apoiava. Sob sua sombra descansavam os sacerdotes, os guerreiros mortos em combate, e as mulheres falecidas no parto. O céu era associado à imagem da serpente de duas cabeças, imagem da dualidade da vida e da morte.</p>
<p>Mas além da terra e do céu, os maias davam mais atenção ao subsolo ou inframundo. Esta era a moradia dos mortos e dos deuses, além de fonte da vida e do milho, componente fundamental de sua alimentação.</p>
<p>O Xibalbá, o País dos Mortos, era um reflexo do mundo terreno. Eles construíam as pirâmides como representação do interior da terra.</p>
<p>Centralizada no subsolo, a noção maia do Outro Mundo abraçava uma dimensão mais complexa, um universo paralelo ao dos seres vivos, que incluía o céu, a superfície terrestre, a profundidade do oceano e a espessura da floresta.</p>
<p>O Outro Mundo, segundo acreditavam, resguardava os segredos do cosmos e do transcurso do tempo, os mistérios da vida e o destino dos seres humanos.</p>
<p><strong><font color="#008000">Os deuses maia</font></strong></p>
<p>Os pesquisadores da religião maia enfrentam fortes polêmicas. A informação disponível não permite individualizar com precisão os distintos deuses do Período Clássico, suas origens, e suas funções. A cerâmica policroma relata mitos cosmogonicos e descreve o mundo subterrâneo. As imagens dos deuses se confundem com as cenas de adoração aos governantes.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/deusesmaia.jpg" title="Esculturas de deuses maia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/deusesmaia.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/deusesmaia.jpg" alt="Esculturas de deuses maia" /></a></p>
<p>Não obstante, nos templos de Uaxactún e Palenque é possível reconhecer representantes e esculturas do deus Kinich Ahau ou Kukulkán, Ixchel, Chac e Kauil.</p>
<p>Destacam-se Itzmaná, inventor da escrita, senhor dos céus, dia e noite; Hunab-Ku era irrepresentável e intocável, dele vinham todas as coisas materiais.</p>
<p>Vários deles eram antepassados divinizados. O próprio Kukulkán havia encabeçado os toltecas do Vale Central do México que se estabeleceram em Mayapán no final do século X.</p>
<p>O panteão maia se identificava com o cosmos e os objetos celestes. Kukulkán ou Kinich Ahau havia sido uma espécie de deus do sol, como o Ra dos egípcios. Seu nome significa: “Deus do rosto do sol”.</p>
<p>A influência do Teotihuacán foi muito importante, a ponto de muitas das entidades do norte serem incorporadas pelos maias. Quetzalcoalt, a “Serpente Emplumada”, foi assimilado com Kukulkán, reforçando a identidade entre deuses e governantes.</p>
<p>Os deuses combinavam formas humanas, animais, vegetais e astrais. O deus Jaguar era o senhor da noite estrelada, reinando sobre o céu, a terra e as trevas do inframundo.</p>
<p>As representações de Chac, o deus da chuva, o raio, o trovão e o vento, uniam a representação destes fenômenos com os pontos cardeais. Acompanhados de rãs que a anunciavam, Chac era uma divindade muito importante para os camponeses, e costumava se multiplicar esvaziando abóboras para produzir a chuva, enquanto atirava machados de pedra.</p>
<p>Ah Mun era o deus do milho, na batalha permanente com Ah Puch, o deus da morte. Também se relacionava com o inframundo Ek Chuah, um deus da guerra que aparece vestido de negro, divindade dos comerciantes e do cacau.</p>
<p>O panteão maia era bastante numeroso, com divindades altamente especializadas: Ixtab, deusa dos suicídios que era representada com uma corda no pescoço; IxChel, deusa do arco-íris, medicina, adivinhação e maternidade; Ah Chicum Ek, o deus benevolente da estrela polar; e Buluc Chabtan, deus guerreiro dos sacrifícios humanos entre outros.</p>
<p><strong><font color="#008000">Profecias e adivinhações</font></strong></p>
<p>Para conhecer o destino dos defuntos no Além, suas opiniões, seus prognósticos e seus anseios em relação aos vivos, os maias desenvolveram a técnica da necromancia.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/profecias_clave.jpg" title="Imagem referente a uma profecia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/profecias_clave.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/profecias_clave.jpg" alt="Imagem referente a uma profecia" /></a></p>
<p>Os reis maias acreditavam que se comunicavam com seus ancestrais ao se verem na superfície polida dos espelhos mágicos de obsidiana, consumindo drogas alucinógenas, ingressando nas covas ou nos templos-montanha.</p>
<p>Na língua maia, “profecia” e “lei” se escrevem com a mesma palavra, mostrando a concepção regular e circular que tinham do transcurso do tempo.</p>
<p>Assim como os astecas, os maias pensavam que as profecias se cumpriam. Por isso, toda tentativa de fugir da sorte estava destinada ao fracasso. O livro sagrado de Chilam Balam diz: “Estas coisas serão compridas. Ninguém poderá detê-las”.</p>
<p>Apesar de se tratar de um relato das invasões toltecas, a tradição considera que Ah Xupan Nauat, um profeta maia do século XI havia antecipado a chegada dos espanhóis a Yucatán, fato histórico que aconteceu quinhentos anos depois.</p>
<p>Formuladas de maneira retrospectiva, os maias faziam o possível para cumpri-las. Aquele que conhecia a profecia era considerado o favorito dos deuses, o mestre da interpretação, o dono absoluto do poder.</p>
<p>Ao constatar essa idéia, o filósofo, lingüista e historiador Tzvetan Todorov explicou que a vida social dos maias se caracterizava pela regularidade absoluta: “a palavra chave da sociedade mesoamericana é ordem”, escreveu Todorov.</p>
<p><strong><font color="#008000">Cosmologia e o poder político</font></strong></p>
<p>De modo parecido a outras sociedades antigas, a forma como percebiam o universo nos dá uma radiografia da estrutura de poder, as funções dos governantes, as divisões territoriais, a ordem das cidades, e os aparatos administrativos.</p>
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<a  href="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cosmos.jpg" title="Nebulosa MZ3" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2007/08/cosmos.jpg');" ><img src="http://www.doismiledoze.com/wp-content/uploads/2007/08/cosmos.jpg" alt="Nebulosa MZ3" style="width: 356px; height: 188px" height="188" width="356" /></a></p>
<p>Os reis tinham caráter divino e trabalhavam como sumos sacerdotes. Eles fixavam a doutrina e estabeleciam os procedimentos rituais. Os membros de suas linhagens também desempenhavam tarefas religiosas.</p>
<p>O rei estava diretamente relacionado com os deuses, era considerado um deles. Quanto mais o governante fosse sagrado e o culto fastuoso, mais a sociedade se sentia segura e integrada. De acordo com as crenças, os reis eram potências geradoras de vida.</p>
<p>Governar para os maias significava administrar corretamente a ordem do cosmos, a sociedade e a natureza. Isso explica o poder absoluto dos reis, a partir da posse dos segredos do mundo dos mortos.</p>
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<p>Os ancestrais fundadores de linhagens eram associados a seres sobrenaturais, denominados wayob. Os arqueólogos identificaram imagens destes seres nas peças de cerâmica. Para os maias, os espíritos dos wayob viviam nas construções gigantescas das principais cidades.</p>
<p><strong><font color="#008000">Os rituais</font></strong></p>
<p>Os relatos mais minuciosos sobre os ritos de sangue maia provêm do Período Pós-Clássico. Entre eles, a cena da extração do coração de um guerreiro para oferecê-lo aos deuses.</p>
<p>Os jovens guerreiros pertencentes às elites inimigas eram as presas mais cobiçadas. No caso de capturar um governante, ou um chefe principal, a vítima era reservada para ser decapitada durante uma cerimônia especial.</p>
<p>Por outro lado, quanto mais distante fosse o povo de um cativo, geográfica ou culturalmente, mais os maias o depreciavam para o sacrifício. Segundo Todorov, as vítimas preferidas deviam ser simultaneamente, estrangeiras e próximas.</p>
<p>Os métodos de sacrifício eram diversos. Durante o Período Clássico foi posto em prática o esquartejamento, realizado em ocasiões durante o jogo de bola.</p>
<p>O Templo dos Jaguares e dos Guerreiros em Chichén Itzá foram âmbitos privilegiados para a prática dos sacrifícios humanos.</p>
<p>Os cronistas espanhóis descrevem o equipamento dos sacerdotes: resina de copal para utilizar incenso, pintura negra e facas de sacrifício.</p>
<p>Segundo o pensamento maia, os ritos eram imprescindíveis para garantir o funcionamento do universo, os acontecimentos do tempo, a passagem das estações, o crescimento do milho, e a vida dos seres humanos. Os sacrifícios eram necessários para assegurar a existência dos deuses, repondo seu consumo periódico de bioenergia.</p>
<p><strong><font color="#800000"><em>Por Fenrir</em></font></strong></p>
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