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escrito por Fenrir

Nome

Códice Paris, Códice Peresiano

História

Por incrível que pareça, o Códice Paris foi achado pelo estudioso francês Léon de Rosny em uma lata de lixo da Biblioteca Imperial de Paris em 1859. O Códice estava embrulhado por um papel, onde havia escrito duas palavras, “Peres” e “Tzeltal. Posteriormente, ao fazer uma busca nos registros descobriu-se que o manuscrito havia chegado por volta do ano de 1832, talvez antes.

Lâmina 22

Depois de ter salvo o documento, Rosny identificou o Códice como sendo um manuscrito Maia, devido a sua pictografia e hierogrifo. O estudioso colocou-lhe o nome de Peresiano, devido ao nome encontrado junto ao manuscrito. Infelizmente o Códice Paris não está em um bom estado de conservação, isso faz com que a sua qualidade artística seja infeior aos demais.

Composição

O documento foi escrito em papel kópó, sendo constituído por 11 folhas de 24 por 13 cm, folhas essas que foram pintadas de ambos os lados.

Conteúdo

O Códice Paris é um documento que revela basicamente algumas questões sobre os rituais. Uma parte dele é totalmente dedicada a sucessão dos Katunes(período de 20 anos). Muitos trechos do Códice datam provavelmente do período entre os anos de 1224 e 1441, através de alguns relatos. Em cada página há a representação de um Katún, e o texto hieroglífico que o cerca está relacionado a ritos e profecias. O restante é formado pro almanaques divinatórios, cerimônias de ano novo e uma representação do zodíaco, com aproximadamente 364 dias.

Códice Paris

Origem

Muitas são as dúvidas a respeito de sua origem e ao período em que inicialmente foi escrito. A sua localização inicial mais aceita é a das províncias mexicanas, sendo considerado um Códice posterior ao Códice Dresde, datando provavelmente do século XIII.

Localização

Paris, França.

Infelizmente ainda possuimos poucas informações sobre esse códice, e estudiosos do mundo inteiro então empenhados em desvendar os mistérios desse importante manuscrito. Arduamente iremos trabalhar com o intuito de trazer novas informações sobre o assunto.

Por Fenrir

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3 Comentários para 'Maias: O Códice Paris':
  1. Pedro Francisco disse:

    Amigos e amigas,
    Sou um amante da Civilização Maia, Asteca e Inca. Pouco conheço desses povos, além do que tive oportunidade de ler e a felicidade de conhecer ‘in loco’ o grande sítio arqueológico dos Incas, em Machu Pichu – Peru. Fiquei maravilhado, porque não dizer extasiado com a grandeza daquela construção, suas divisões todas em pedra trabalhada e milimetricamente juntadas. É, sem dúvida, uma das mais belas construções arqueológicas que pude conhecer na vida. Então, se aquele povo peruano pôde construir tão bela cidade, porque não devo acreditar nas descobertas e conhecimentos astronômicos dos Maias. Acredito piamente que haverá uma grande catástrofe natural nos próximos anos, envolvendo o Planeta Terra, haja vista os avisos naturais que recebemos: Tsunamis, enchentes gigantescas, inundações, clima fora do normal, aumento visível da temperatura do Planeta, tudo isso são indícios da grande revolução que acontecerá neste nosso maravilhoso e tão maltratado Planeta Terra. Não sei se ainda temos tempo, de qualquer forma, devemos nos conscientizar das nossas ações perante o nosso habitat e evitarmos a todo custo maiores danos a terra, sua biodiversidade, seus recursos naturais. Quem sabe Ele poderá interceder por nós e nos salvar do grande cataclisma que cairá sobre toda a humanidade, conforme dito no Códice Maia para o ano 2012 de nossa era.

    Deus nos ilumine!

    Pedro

  2. Armando Marques disse:

    Tento há muito encontrar uma série de DVD’s com as 7 Profecias Maias, mas não encontro. Creio tratar-se da edição de um programa já exibido no Canal História ou no National Geografy. Há por aí alguém que dê uma dica?

  3. david barbosa disse:

    É certo que algo está em curso, algo que envolve o homem e as forças cósmicas das quais ele é oriundo. Todavia, há uma pretenção generalizada em atribuir, às mudanças na pelicula de vida que assegura nossa permanencia na biofesra, uma relação direta com nossa sêde de domínio sobre a natureza e sua provável destruição. Lêdo engano! As profecias Maias e todos os demais livros sagrados de diferentes culturas mostram que não somos tão poderosos assim e que, verdadeiramente, o que somos mesmo capazes de destruir é a natureza humana. Este é, de longe, o maior perigo que enfrentamos. Mas mesmo que tal estúpidez consigamos, o espírito da verdade é infinito, a beleza novamente fará aqui sua morada. Novos céus e nova terra virão.

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