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escrito por Fenrir

O tempo para os Maias

A Lei natural do Tempo afirma que existe uma única frequência de tempo que unifica a ordem inteira galáctica desde o seu componente maior até ao mais ínfimo da existência: essa frequência de tempo é a relação 13:20. A matemática do Calendário Maia revela a matemática Universal da Quarta Dimensão.

A grande importância dada pelos maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham, de que tempo e espaço em verdade tratam-se de uma só coisa e que flui, não linearmente como na conceção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. O conceito chama-se Najt e é representado glificamente por uma espiral.

Os maias acreditavam que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre êle.

Por esta razão, a adivinhação era a mais importante função da religião dos maias. Tanto é assim, que a palavra maia usada para designar seus sacerdotes, tem origem na expressão guardião dos dias.

O calendário maia com ciclo equivalente a um ano solar era chamado Haab, e tinha ordinariamente 18 meses de 20 dias (mais cinco dias sem nome), seu uso era mais afeto às atividades agrícolas, notadamente na prescrição das datas de plantio, colheita, tratos culturais e previsão dos fenômenos meteorológicos. Era o calendário das coisas e das plantas.

Já o calendário Tzol’kin que possuía 13 meses de 20 dias, com ciclo completo de 260 dias, era usado para as funções religiosas em função do qual se marcavam as cerimonias religiosas, se fazia a adivinhação das pessoas e se encontravam as datas propícias para seus atos civis.

Assim que nascia uma criança, os maias as apresentavam aos sacerdotes que, em função do dia do nascimento, adivinhavam a futura personalidade da criança, seus traços marcantes, suas propensões, habilidades e dificuldades, analogicamente ao horóscopo mesopotâmico.

Os Maias souberam interpretar os ciclos corretos do tempo, da natureza e do cosmos, reconheciam e celebravam pontos de poder no tempo, e, para isso, observavam o céu e consultavam as efemérides, o livro dos dias ou das mudanças, como era designado pelos gregos, onde se registava o movimento dos planetas.

Além de estudar o posicionamento dos astros, eles perceberam mudanças energéticas, que ocorriam em períodos específicos durante o ano; mudanças estas que não se limitavam apenas à alteração da luz e do calor, mas que aconteciam a níveis bem mais subtis. Assim, demarcaram as quatro estações do ano, e nesses períodos aproveitavam para fazer mudanças sazonais adequadas a cada uma delas, reunindo-se em celebrações que chamavam festivais, os célebres festivais do fogo da Antiguidade. Reconheceram também o ciclo das quatro estações da Lua, que, além de os orientar para a plantação e colheita, os ordenava em ritmos internos.

Os Maias entendiam o tempo da mesma forma que o conceito de ‘Noosfera‘ de Teilhard de Chardin e o ‘Num‘ dos egípcios, uma espécie de oceano cósmico de onde tudo flui e de onde plasmam todas as formas vivas. Compreenderam o tempo mais do que qualquer outra cultura, percebendo que ele é a quarta dimensão, assim como afirmou Einstein. Para eles, o tempo não era uma medida linear (presente, passado e futuro), mas uma série de ciclos que se repetem, tal como afirmava Pitágoras, no século V a.C. E concebiam a Terra como um ser vivo orgânico, antecipando o pensamento dos ecologistas de nosso século.

Engrenagem do tempo

O calendário Tzolkin, com 20 selos(solares) e 13 tons galácticos(ou lunares) que possui 7 dias de semana, 13 meses de 28 dias e um dia fora do tempo no final do ano.

Alguns acreditam que os maias identificaram o aspecto energético e espiritual do tempo de cada dia e codificaram isso em seus calendários. O que temos, com efeito, é que, a par do arranjo dos ciclos, os maias tentaram consolidar os principais eventos de tais dias.

Há quem diga que os maias definiam o tempo como uma energia real ou força que existe em todo o universo, cuja freüência seria 13:20

Treze referir-se-ia às 13 lunações anuais (13 x 28 = 364) onde o mês lunar tem 28 dias, que, coincidentemente multiplicado por 20 (base) resulta em 260 dias, período algo próximo ao ciclo ovariano da reprodução humana.

Estudiosos defendem que a observação da repetição cíclica das estações do ano e seus eventos climáticos, dos ciclos vegetativos e reprodutivos das plantas e dos animais, sincronizada à repetição do curso dos astros na abóbada celeste, é que acabou inspirando os maias à criação de seus calendários.

É pois reconhecido que muito da matemática e astronomia dos maias se desenvolveu sob a necessidade de sistematizar o calendários com os principais eventos no qual o desenvolvimento da escrita tinha o papel preponderante de registrar tanto as datas como os eventos.

O mês de vinte dias é um tanto mais natural e adequado na cultura maia, já que a sua matemática usava a numeração na base vinte, que corresponde à soma dos dedos humanos das mãos e dos pés.

Relação entre os calendários

Não é por outra razão que a cada katum (período de 20 anos), data auspiciosa como nossa década, os maias erigiam uma estela, monumento lítico belíssimamente decorado, no qual registravam as datas e principais eventos, que poderiam ser interpretados no futuro.

Como qualquer outra civilização antiga, os maias sacralizavam os conhecimentos de astronomia, matemática e escrita, sendo estas de função dos sacerdotes e letrados cujos registros se cristalizaram no sistema de calendários, desde muito cedo aperfeiçoados.

Se a duração ciclo completo do haab (365 dias + 1/5) era demarcada ao compasso do ano solar, a duração do ciclo completo do Tzol’kin (260 dias) corresponde a duração de um ciclo biológico humano desde a concepção até o nascimento.

Por isto, o haab regia a agricultura e as coisas, e por isto mesmo o tzol’kin regia a vida das pessoas, a partir de seu aniversário, fornecendo-lhes preceitos e presságios.

Alguns teóricos esotéricos afirmam que o número Vinte refere-se às 20 freqüências solares, que representam o ciclo de possibilidades de transformação que cada um desses radiopulsos pode sofrer nos espectros de freqüência. A união dessas energias cria um padrão de pulsação radiante que contém um tipo específico de informação para cada dia.

Afirmam que os 13 Tons e os 20 Selos se combinam, criando a matriz de 260 unidades coincidente com o calendário sagrado Tzolkin.

Este calendário é um índice que combina nossos níveis tridimensionais de freqüências com as freqüências da quarta dimensão. Ele nada tem a ver com começo ou fim.

Cada dia, que é chamado de Kin na língua maia, tem uma configuração energética específica, carregada de informações e ressonâncias. Um KIN é o padrão planetário de tempo, que corresponde à duração de uma única rotação do eixo terrestre, um dia e uma noite. Dependendo da energia que recebemos do centro da galáxia e do sol, cada kin, soa de modo distinto.

Existem 260 kins no calendário sagrado Maia. E um deles influencia o destino de cada pessoa, pois ele codifica o aspecto energético e espiritual do dia em que nascemos. Este kin é a nossa assinatura galáctica. Segundo a antiga ciência maia, saber qual é nosso kin nos possibilita um conhecimento maior de nós mesmos e mostra o caminho para a integridade, a harmonia da mente e do espírito, proporcionando a paz interior através do reconhecimento de nossas potencialidades e dos desafios que devemos trabalhar para nossa evolução. Mostra como podemos agir de acordo com nossa essência, o que multiplica as chances de sermos bem sucedidos nas atitudes que tomamos em todos os aspectos de nossa vida.

Enfim, é o resgate e justificativa de algumas crenças que, embora reformuladas e retocadas, pululavam na primitiva religião dos maias.

Então, só pra lembrar, os maias usavam três calendários: o calendário histórico de Contagem Longa, o calendário civil Haab e o calendário religioso Tzolkin. Cada calendário estava organizado como uma hierarquia de ciclos de dias de vários comprimentos e não tinham nenhum mecanismo de sincronização com o Sol ou com a Lua. No entanto, o calendário de Contagem Longa e o calendário civil continham ciclos de 360 e 365 dias, respectivamente, correspondendo aproximadamente ao ano solar. Todos os ciclos eram representados por números (e não nomes) e os dias e os ciclos contavam-se a partir de zero (e não de 1, como na maioria dos calendários) o que facilitava a computação de datas.
No calendário histórico de Contagem Longa, a cada ciclo de 20 dias (kin) correspondia um uinal; a cada ciclo de 18 uinal (360 dias) correspondia um tun; a cada ciclo de 20 tun (19,7 anos) correspondia um katun; a cada ciclo de 20 katun (394,3 anos) correspondia um baktun. Uma data era representada pela sequência dos números correspondentes a cada ciclo: baktun . katun . tun . uinal . kin.

Tzolkin

A cada ciclo de 20 baktun (7 885 anos) correspondia um pictun;
a cada ciclo de 20 pictun (157 704 anos) correspondia um calabtun;
a cada ciclo de 20 calabtun (3 154 071 anos) correspondia um kinchiltun;
a cada ciclo de 20 kinchiltun (63 081 429 anos – um período curiosamente parecido com o tempo desde o desaparecimento das dinossauros) correspondia um alautun.

Os Maia acreditavam que no final de cada ciclo pictun o universo era destruído e recreado de novo (o próximo apocalipse dar-se-ia em 12 de Outubro de 4772).

No calendário civil Haab e no calendário religioso Tzolkin não existia número para cada ano; quando acabava o ciclo total de 365 ou 260 dias, começava-se simplesmente um novo. Não é possível converter uma data desses calendários a uma data única de outros calendários. Os Maias especificavam por vezes uma data usando conjuntamente as datas de ambos os calendários; essa data composta só se repetia de 52 em 52 anos.

No calendário civil, havia 18 períodos com nome, de 20 dias cada, seguidos de 5 dias extra (Uayeb) que não se consideravam fazer parte de nenhum período. As datas escreviam-se como o número para o dia (0 a 19 para períodos regulares e 0 a 4 para dias do Uayeb) seguido do nome do período.

No calendário religioso Tzolkin, usavam-se dois ciclos em paralelo: um ciclo de 13 dias numerados e um outro de 20 dias, cada um com o seu nome. O número de cada dia ia sempre sendo incrementando até chegar a 13, quando voltava a ser recolocado a 0. A cada novo dia era afixado o nome seguinte no ciclo de 20 nomes. Como 13 não é um divisor de 20, decorre um ciclo de 260 dias até que o calendário se repita.

O ciclo

Basicamente, a finalidade desse ciclo, cujo nome não se conhece, era conciliar o ano Haab de 365 dias como o ano Tzolkin de 260.

Ciclo do tempo

Ciclo do ano solar = 4 anos
Ciclo do ano religioso = 13 meses
O mínimo múltiplo comum de 4 e 13 é = 52
52 anos X 365 dias= 18.980 dias
73 X 260 dias = 18.980 dias

Não havia numeração seqüencial do ano solar. Em virtude do ciclo de 52 anos, que os maias denominavam de A Volta do Calendário, dificilmente um cidadão vivia mais do que duas voltas do mesmo (104 anos).

O mais extraordinário no sistema era que ao fundirem os dois calendários (religioso e solar), uma data somente se repetiria após 18.980 dias.

Os dois sistemas, Tzolkin e Haab, iniciavam ao mesmo tempo e, somente decorridos 18.980 dias, 73 anos religiosos e 52 anos solares, os dois primeiros dias dos respectivos calendários emparelhavam-se.

Ordem síncrona

A ordem sincrónica descrita pela Lei do Tempo consiste de camada sob camada de ciclos. Para entendê-las passaremos pelos estágios de abertura dessas diferentes camadas de ciclos.

A perfeição harmónica do calendário das 13 Luas/28 Dias a torna o veículo perfeito para codificar as diversas dimensões cíclicas da ordem sincrónica. Este é o significado verdadeiro do tempo como a quarta dimensão.

A medição de tempo quadrimensional é chamada de Módulo Harmónico.

É baseada no Tzolkin, a chave para o sistema de calendário Maia.

Como o Módulo Harmónico, o Tzolkin é uma matriz de 13 x 20 (frequência 13:20), consistindo de permutações de 20 ícones ou selos solares e de treze números denominados de tons galácticos. As 260 permutações possíveis do selo e tom criam o ciclo de 260 Kin.

O ciclo de 260 Kin (dia) associado ao ciclo de 365 dias do calendário das 13 Luas cria um ciclo de 18.980 dias ou 52 anos, durante os quais não se repetem dois dias. Isto é chamado de Ciclo Solar-Galáctico.

O Tzolkin é um espelho de nossas relações e formas de se comportar no mundo.

O Tzolkin esclarece padrões de sincronicidades. Depois de identificados os padrões, nossos alinhamentos ou alianças se tornam intensificados. Primeiro vem o alinhamento com nosso próprio destino individual.

Os 20 signos sagrados e os 13 números do Tzolkin são os guias de destino que monitoram as sincronicidades de nossas vidas. Todos os dias têm: um signo diferente; um tom diferente; é um dia da semana; e é um dia de uma determinada Lua.

Esta combinação de informações determina como as sincronicidades de nossas vidas são traçadas e se tornam aparentes.

Os 20 dias Maia

Cada Kin (dia) é uma frequencia arquétipica, um modelo ideal de vibração potencialmente perfeito. Cada um representa um passo na evolução, uma missão e um foco único, porém todos são complementares entre si e associativos também.

Se comportam como sinalizadores de energia com qualidades ressonantes portadoras da informação necessária para a vida como processo evolutivo ascendente. Possuem o veículo do tempo presente nos 4 elementos e no espaço.

Dias Maia

Os dias são : Imix Ik Akbal Kan Chikchan Kimi Manik Lamat Muluk Ok Chuwen Eb Ben Ix Men Kib Kaban Etznab Kawak y Ahau.

O Tzolkin é um sistema elaborado para revelar informações que se referem a um propósito mais profundo ou de maiores dimensões. O I-Ching se sincroniza com precisão com o código galáctico, no entanto o código genético regula informações concernentes a operação de todos os níveis do ciclo de vida, incluindo todas as plantas e formas animais. O código galáctivo regula informações que afetam as operações do ciclo de luz. Este define os níveis de frequencia ressonante da energia radiante, incluindo a eletricidade, o calor, a luz e as ondas de rádio que informam as funções auto degenerativas de todos os fenomenos, orgánicos ou inorgánicos. Obviamente os dois códigos se interpenetram e se complementam.

Em outras palavras, o código genético só descreve a metade do cenário. A luz, a energia radiante proporciona a outra metade. Na verdade, se tivessemos que dizer qual é a mais importante ou o que vem primeiro entre a luz e a vida, deveriamos dizer “A Luz”.

Se observarmos os fenomenos mais simples, as flores ao abrir até concluir o seu ciclo diário, perceberiamos que tudo na vida e no solo depende da luz nos mostrando que a realidade aspira por ela.

Como um padrão do código que governa o funcionamento de todo o espectro de energias radiante e suas terminações mais simples, os componentes do Tzolkin se reduzem a uma série de constantes que nos possibilitam recordar facilmente. Estas constantes, um sistema coerente de simbolos e números, tem um único propósito: auxiliar-nos tanto na recuperação da informação galáctica como também proporcionar uma condição de alinhamento galáctico.

Semana Maia

Um KAL representa os 20 dias em ordem formando uma unidade ciclica de dias consecutivos.

Cada semana é um passo a mais na evolução interna, espiritual e social do ser, permitindo assim o progresso e a harmonia.

13 x 20 é a combinação das probabilidades do destino, que nos oferecem possibilidades, caminhos a seguir enquanto a transformação dos seres para a ascenção.

A semana maia pode ser analizada de muitas maneiras; como um ciclo evolutivo esconde mais de um subciclo dentro dela.
Um exemplo que podemos citar pode ser: Ciclo da luz

Ciclo da luz

1 A luz se aviva nas formas (não corpóreas também)
2 O vento purifica as formas
3 As formas estão em um espaço fechado e seguro onde o corpo se protege, sonha despertando a ilusão.
4 A forma (ser cósmico) gera sua própria semelhança corpórea(ovulo-esperma)

5 A forma entra em um indivíduo específico.
6 O corpóreo passa a não corpóreo, o ser específico conhece e transcende a morte (grupo de purificação)
7 Transformação dos fenomenos através do conhecimento
8 A harmonia surge com a união de todas as coisas

9 A semente criativa é vislumbrada com a porta cósmica (umbral da consciencia desperta) e abandona a escuridão.
10 A semente criativa é guiada pela lealdade e fidelidade
11 A semente criativa recebe capacitação de arte e estética
12 A semente criativa, já capacitada, penetra no interior, fazendo-se totalmente humana.

13 Os que passeam descendem dos ciclos
14 A estrela, nascida pela sabedoria dos magos, é guiada através da atemporalidade
15 Se adquire consciencia planetária
16 Momento de reunir-se com a força cósmica e personifica-la

17 Se produz o alinhamento das forças planetárias
18 Ritual de infresso no atemporal
19 Se inicia a transformação e a renovaçãoación
20 Termina a transformação da renovação da luz, se adquire a mente luminosa, e a semente da criatividade (o espirito) se sente completamente realizado.

Dias energéticos

Os 52 dias marcados no calendário (e neste caso em verde) representam dias em que a energia chega com maior força a terra, iluminando o dia até o seu resplendor.

Dias energéticos

Os primeiros 120 dias do calendário pertencem a parte positiva do ano, a fila central é o período de semente e os últimos 120 dias, a parte negativa do ano.

Nenhuma combinação número/dia se repete no ano sagrado maia. Para os maias, um dia começava com a saída do sol e não terminava até a próxima saída.

Kin

Kin Vermelho: dias de portais galácticos.
Kin Verde : Dias Nucleo/Semente.

Matriz Tzolkin

Para os Maias, a energia se move desde o centro da Galáxia para Alcion, nas Plêiades e desde ali para o nosso Sol, que a irradiará para todo o sistema solar.

A Lua, Vênus, Marte, Mercúrio principalmente e os outros planetas refletem para a Terra esta energia. A quantidade que refletem depende da localização deles na suas órbitas em redor do Sol e da posição do nosso planeta. Esta energia regula desde as marés até as fases de crescimento de todas as coisas em nosso planeta. Ela é aceita por todos os povos como a força vital. Parcelso a chamou de Evestrum, os Egipicios a chamaram de Kal, os Gregos de Pneuma, os Hebreus de Ruan, os Hindus de Prana, os Japoneses de Ki, os Chineses de Chi e os Maias de Puah.

A matriz é composta por 20 colunas, representadas por cada um dos 20 dias do mês e seus correspondentes glifos sagrados, e 13 níveis (linhas), representadas por 13 números Maias. A partir do primeiro nível e da primeira coluna, são inseridos, horizontalmente, uma sequência de 13 números. A sequência é então repetida a partir da décima-quarta posição, se deslocando da esquerda para a direita e de cima para baixo até completar um total de 20 repetições da série numérica.

Os Maias descobriram que pela posição dos planetas no sistema solar, há alguns dias em que se recebe mais energia na Terra, facilitando os processos de tomada de consciência, crescimento interior e sincronismo com o Universo. 52 dias dos 260 que formam o calendário do Tzolkin são portais energéticos. Dias que vibram de maneira especial pela energia que se recebe simultanêamente de todo o Universo. A marcação destes dias na matriz gera uma forma simétrica refletida sobre uma linha central, o sétimo nível da matriz. Eles a chamavam de coluna mística.

Representaçã matricial

Na parte superior encontra-se a onda positiva que todos os seres recebem de Hunab-Kú. O giro do furacão que irradia para fora uma energia indescritível desde o ponto central.

Na parte inferior encontra-se a representação da onda negativa, o giro contrário do furacão, que atrai para dentro uma enorme quantidade de energia para o ponto central no coração da Galáxia.

Hunab-Kú, no centro da Galáxia, pulsa energia e informação no sentido horário e anti-horário simultaneamente.

O coração da Galáxia emite uma série contínua de sinais, que nós chamamos de rádio emissões. Estes sinais sincronizam todos os seres vivos do Universo e encontram-se codificados de uma maneira muito simples, para que todos os seres possam coordenar-se harmonicamente ao utilizá-los.

Os Maias codificaram estas frequencias de luz, informação e energia na matriz do Tzolkin.

Uma matriz matematicamente muito simples que permite acomodar todas as combinações harmônicas possíveis.

É uma tabela periódica de frequencias galácticas.

Somando-se, a partir da coluna mística, o número das linha na parte superior e o seu correspondente na parte inferior teremos sempre o número 14 como resultado. (6 + 8 = 14, 5 + 9 = 14, … 1 + 13 = 14).

A soma de todos os níveis da matriz dá 91 (1 + 2 + 3 + 4 +…+ 12 + 13 = 91) que corresponde ao número de dias que tem cada uma das 4 estações climática do ano.

Também é igual 13, número mágico Maia, multiplicado por 7 (13 x 7 = 91).

A soma dos quatro números nas extremidades no retângulo externo na matriz do Tzolkin resultará em 1 + 7 + 7 + 13 = 28.

O próximo retângulo interno ao primeiro também resulta em 9 + 13 + 1 + 5 = 28.

Isto se repete até o retângulo mais interno formado pelos número 2 + 11 + 3 + 12 = 28.

Isso acontecerá sempre com as extremidades do retângulo avaliado.13 lunações se sucedem em um ano.

A Lua dá 13 giros em volta da Terra enquanto esta dá 1 volta ao redor do Sol. 13 ciclos de 28 dia completam 364 dias e que adicionados a um dia de purificação, para receber o ano novo, completam os 365 dias do ano.

A Lua gira 90 graus a cada semana (7 dias). Cada dia corresponde a um deslocamento de 13 graus. A cada 28 dias um giro completo de 360 graus.

Devido a órbita da Lua ao redor da Terra, que se desloca ao redor do Sol, ser elíptica e muito excêntrica, seu giro sinódico dura 29 dias e 12 horas.

Por desejo do Imperador Romano Julio César e do Papa Gregório 13, a medida do tempo foi modificada.

O ano foi dividido em 12 meses desiguais, com diferentes números de dias. Perdeu-se um mês, uma lunação completa, que ficou repartida em pequenas cotas nos outros meses do ano, e com ela perdemos a sincronia com a natureza, com o Sistema Solar.

Passamos a medir o tempo mecanicamente, sem nenhuma relação com os ciclos naturais do planeta, da Lua e do Sol.

O ser humano de hoje vê o Universo como um relógio, uma máquina insensível.

Tzol significa contar, Kin significa dia, portanto o Tzolkin é um instrumento para contar os dias. Um calendário de 260 dias, 13 vezes 20 dias. No corpo existem 13 pontos de poder, nas articulações principais. Um no pescoço, dois nos ombros, dois nos cotovelos, dois nos pulsos, dois nos quadris, dois nos joelhos e dois nos tornozelos. Existem 13 Baktunes ou períodos de 400 anos (tunes) num ciclo Maia de 5.125 Tunes entre um raio sincronizador e outro. Treze multiplicado por quatro dá 52, uma fração do grande ciclo Maia de 5.125 tunes. 13 é o número da proporção cósmica, a chave interdimensional.O Tzolkin pode ser visto de duas maneira.Como um conjunto de rodas calendáricas ou como uma matriz. Duas rodas que giram em velocidades diferentes. Uma designa os dias como um número de 1 a 13 e a outra com um dos 20 glifos sagrados. Estas rodas giram eternamente em combinação com a roda de 365 posições do Haab, que marca em que mês está cada dia já designado pelas outras duas rodas. Coordenavam o giros dos dois calendários a cada 52 anos quando a posição inicial das rodas dos dois calendários coincidia. Uma proporção dos 5.125 tunes que dura o aparecimento do raio sincronizador da Galáxia. A cada 52 anos, ou seja, a cada 18.980 kines eram realizados 13 dias de festas durante os quais era comemorada a descida do céu do fogo novo e a saída do Sol. Estes 13 dias sincronizavam a duração do ano solar de 365,25 dias no ano do Haab de 365 kines. Isto é, 52,25 nos dá os 13 dias que eles festejavam a cada 52 anos.No calendário gregoriano que utilizamos, este ajuste é feito a cada 4 anos pela adição de um dia ao mês de fevereiro, o que deu origem ao anos bissextos.Para os Maias, o ser humano só completava o seu desenvolvimento ao atingir a idade de 52 anos.

Nomenclatura

Kin = Dia

Unial = Mês (20 Kines)

Uayeb = Mês (5 Kines)

Tun = Ano (18 Uinales)

Katun = 20 Tunes (7200 Kines)

Baktun = 20 Katunes (144000 Kines)

Uinal

A data era representada por um conjunto de 5 elementos. Exemplo: 7.9.14.12.18

Esta data significava …
7 baktun, 9 katun, 14 tun, 12 unial e 18 kin.

Kin

O kin, o tun e o katun eram numerados de 0 a 19, o unial de 0 a 17 e o baktun de 1 a 13.

A data do exemplo representa o dia n. 1078098
18 + 12 x 20 + 14 x 18 x 20 + 9 x 20 x 18 x 20 + 7 x 20 x 20 x 18 x 20 = 1078098.
Um ciclo dura 1872000 dias, isto é 5125 anos (1872000 = 13 x 144000).

Por Fenrir

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5 Comentários para 'Maias: Tzolkin':
  1. viviane disse:

    gostaria que me enviasse por e-mail essas informações. que ao meu ver são suma importância

  2. Rod disse:

    Tem como saber, pela continuidade, qual data de hoje se equivale a data do calendário maia?
    Por exemplo, dia 21 de maio de 1982 seria qual data no calendário maia?

  3. andréia disse:

    mto legal + eu tbm qeria os numeros maias

    bjokas e um abração

  4. Francharles disse:

    Bom dia!
    Adorei o post, sou vidrado por assuntos Pré-colombianos.

    Gostaria de saber como ficaria a data 30-08-2008 representado com os simbolos Maias, como os de cima.
    Francharles Neves (024) 92720682 segue meu tel.
    Agradecido.

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