Chamados pela língua nativa (o Nahuatl) de Hueyi Tlatoani – que significava “O Grande Orador”, os imperadores Astecas foram os maiores responsáveis tanto pelo crescimento do império, quanto para a decadência do mesmo. Ahuitzotl, por exemplo, foi um dos imperadores mais cruéis da história Asteca e também foi responsável pela maior expansão dos domínios do império. Por outro lado, Montezuma II (ou Moctezuma) foi considerado fraco em suas decisões quanto à solidez do império, permitindo, por exemplo, que os espanhóis adentrassem seus domínios (mesmo após a circulação de histórias de que os espanhóis teriam massacrado tribos).
A sucessão de imperadores Astecas não era feita por herança direta, de pai para filho, mas sim por um consenso existente entre a elite Asteca.
Ser imperador Asteca significava controlar a Tríplice Aliança.
A ordem dos imperadores Astecas foi:
- Acamapichtli (1376–1395)
– Huitzilíhuitl (1395–1417)
– Chimalpopoca (1417–1427)
– Itzcóatl (1427–1440)
– Moctezuma I (1440–1469)
– Axayacatl (1469–1481)
– Tízoc (1481–1486)
– Ahuitzotl (1486–1502)
– Moctezuma II (1502–1520)
– Cuitláhuac (1520)
– Cuauhtémoc (1520–1521)
Por The Earth
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