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Ursos polares em risco de extinção

escrito por The Earth 7lk

WASHINGTON – Dois terços dos ursos polares do planeta – cerca de 16 mil – podem desaparecer até 2050 por causa do acelerado derretimento das geleiras, segundo denunciou o U.S. Geological Survey, órgão de pesquisas geológicas dos Estados Unidos, em relatório publicado nesta sexta-feira.

Os dados do estudo foram compilados durante seis meses por cientistas americanos e canadenses atuando no Ártico. De acordo com eles, o gelo oceânico na região está desaparecendo mais rapidamente do que se previa. O objetivo principal do estudo é determinar se o urso polar deve ser incluído na lista de espécies em extinção.

Os cientistas concluíram que até metade deste século os ursos polares vão perder 42% da área que têm disponíveis para viver durante o verão no Pólo Norte, onde eles caçam e se reproduzem.

Até 2100, prossegue o estudo, a grande maioria dos ursos polares da Terra já terá desaparecido. Na entrada do próximo século, acreditam os pesquisadores, só haverá população da espécie na ilhas do Ártico canadense e na costa oeste da Groenlândia.

Em janeiro, o Serviço de Vida Selvagem e Pesca dos EUA propôs listar o urso polar como espécie ameaçada, de acordo com a Lei de Espécies em Risco, destacando que o animal precisa do gelo marítimo como plataforma para caçar focas, sua principal fonte de alimento. O estudo publicado nesta sexta-feira foi enviado ao órgão. Uma decisão sobre o tema deverá ser tomada no início do próximo ano.

fonte: O Globo

Por The Earth

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Morte de abelhas nos EUA seria ocasionada por vírus

escrito por The Earth 7lk

WASHINGTON – Detetives científicos têm um novo suspeito na norte de bilhões de abelhas melíferas nos Estados Unidos: um vírus até então desconhecido no país.

Pesquisadores informam ter utilizado uma nova técnica genética e análises estatísticas para identificar o vírus israelense da paralisia aguda como o mais recente culpado potencial na morte generalizada de abelhas operárias, fenômeno batizado de distúrbio de colapso da colônia.

O próximo passo é tentar infectar abelhas deliberadamente com o vírus, para ver se ele realmente causa a morte.

“Pelo menos, agora temos uma pista para seguir. Podemos usar isso como um marcador, usá-lo para investigar se, de fato, causa a doença”, disse um dos autores do trabalho, o epidemiologista W. Ian Lipkin, da Universidade Columbia. Detalhes do trabalho aparecem na edição online da revista Science, Science Express.

Especialistas reforçam que parasitas, pesticidas e má nutrição continuam na lista de suspeitos, bem como o estresse de viagem: apicultores dos EUA deslocam as abelhas pelo país, para que polinizem as lavouras que florescem em cada estação.

fonte: Estadão

Por The Earth

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Maias: Raab

escrito por Fenrir

O Haab faz parte de um sistema de calendários usados pelos povos meso-americanos, mais precisamente, pelo Maias. Esse calendário é constituído por 365 dias, sendo o calendário que mais se aproxima do ano solar.

Calendário Haab(Solar)

O calendário possui 18 meses de 20 dias cada, trabalhando assim em uma matriz de ordem 18×20.

Os cálculos não estão errados, 18 x 20 equivale à 360 dias, sendo que os últimos 5 dias restantes correspondem aos “dias de azar”. Os nomes dos meses são baseados nas estações e nos eventos ligados a agricultura, por exemplo, o décimo terceiro mês, Mak, pode consultar ao fim da estação chuvosa e o décimo quarto mês, K’ank’in, pode consultar às colheitas maduras na queda.

A grande importância dada pelos maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço, em verdade, tratam-se de uma só coisa e que flui não linearmente, como na convenção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. O conceito chama-se Najt e é representado graficamente por uma espiral.

Os maias acreditavam que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre ele.

Por esta razão, a adivinhação era a mais importante função da religião dos maias. Tanto é assim, que a palavra maia usada para designar seus sacerdotes, tem origem na expressão guardião dos dias.

Os nomes dos meses no são comumente referidos pelos seus nomes da era colonial Yucateca. Na ortografia revisada eles são os seguintes:

1) Pop
2) Wo
3) Sip
4) Sotz’
5) Sek
6) Xul
7) Yaxk’in
8) Mol
9) Ch’en
10) Yax
11) Sak
12) Keh
13) Mak
14) K’ank’in
15) Muwan
16) Pax
17) K’ayab’
18) Kumk’u
19) Wayeb’

Nomenclatura dos dias

Cada dia no Haab é identificado por um número que representa o dia do mês, seguido pelo nome do mês. A contagem inicia-se em 0 e vai até 19, então o primeiro dia do Haab seria 0 Pop, seguido por 1 Pop, 2 Pop até 19 Pop, quando então iniciaria o primeiro dia do segundo mês, ou 0 Wo. O Haab é considerado um calendário Inexato, pois ele não trabalha com as correções bissextas, dessa forma de 4 em 4 anos as estações do ano flutuam em seu calendário. Mas o Maias não aceitaram essa imperfeição, praticando técnicas de correção fora do próprio calendário, técnicas essas que já foram expostas.

Tzolkin e Haab

Cada dia no calendário Haab foi identificado por um número do dia dentro do mês, seguido do nome do mês.

É incrível pensar na sincronia que havia entre os calendário Maia. Tal precisão ainda não havia sido encontrada em nenhuma outra civilização, sincronismo e precisão, resumem a eficiência da civilização Maia.

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Vídeo: Maya – Lost Civilization – Parte 6 de 6

escrito por Fenrir

Continuação da série Maya – Lost Civilization – Parte 6 – Final

Imagem de Amostra do You Tube

Por Fenrir

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