2012 – Dois Mil e Doze
Verdade ou mentira?
Vídeo: A grandiosidade do universo
Félix se transforma em furacão e ameaça a Jamaica
A tempestade tropical Félix se transformou neste sábado em um furacão, com ventos superiores a 120 Km/h, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.
> Tempestade tropical Félix ganha força
> Tempestade Félix se forma no Atlântico
O Félix se movimenta a 30Km/h e às 21h(de Brasília), se encontrava a 450Km ao leste de Aruba.
O Governo da Jamaica declarou um aviso de tempestade tropical e espera-se que o ciclone siga uma trajetória leste-noroeste.
O Félix é o segundo furacão da temporada que se encontra neste momento em seu ponto mais álgido.
Fonte: TERRA
Por Fenrir
Estudo revela que a civilização Maia criou um sistema de escrita em 250 a.C
A civilização Maia poderá ter desenvolvido um sistema de escrita próprio em 250 antes de Cristo, séculos antes do que se pensava, revela um estudo sobre inscrições hieroglíficas descobertas na Guatemala.
O estudo do antropólogo norte-americano William Saturno, que será publicado hoje na revista Science, conclui que os maias começaram a usar os hieróglifos no mesmo período que as culturas meso-americanas mais precoces na comunicação escrita.
Saturno analisou um bloco de pedra retirado de uma pirâmide baptizada “Las Pinturas” em San Bartolo, Guatemala, onde já tinham sido descobertas as mais antigas pinturas murais maias de que há registo, em óptimo estado de conservação.
No bloco figuram dez hieróglifos, apenas parcialmente decifráveis porque a maior parte aparenta ser muito diferentes dos tipos maias conhecidos, que remontam a 250-300 anos depois de Cristo, de acordo com Saturno, professor da Universidade de New Hampshire e perito do Museu de Arqueologia e Etnologia de Harvard.
O único hieróglifo totalmente decifrável é uma versão arcaica do sinal sinónimo de “nobre” ou “dirigente”, que se lê “AJAW“, e os outros têm características picturais, como uma lembrando uma mão segurando um pincel.
O sistema de escrita Maia compreende 800 sinais e é considerado pelos arqueólogos como o mais perfeito dos congéneres meso- americanos, estando decifrados perto de 85 por cento dos hieróglifos.
Fonte: RTP
Por Fenrir
Astronautas poderão pousar em asteróide
A NASA acredita ser possível enviar astronautas para um asteróide. Só que a agência espacial norte-americana não sabia como fazer isto. E os engenheiros achavam que o estilo Bruce Willis, visto em Armagedon, era arriscado demais.
Astronautas num asteróide
Agora, a empresa privada DigitalSpace, acaba de divulgar um plano completo para que astronautas possam pousar com segurança em um asteróide, utilizando o mesmo aparato técnico que está sendo desenvolvido para o retorno do homem à Lua.
A mineração em asteróides sempre povoou os livros de ficção científica. Mas, além do fato de nunca ter sido detectado um asteróide de alto teor de qualquer coisa economicamente viável, nesse ítem a agência espacial se aproxima mais de Hollywood – a preocupação da NASA é com a segurança da Terra. Hoje não existe nenhum “plano B” para o caso de um asteróide vir de encontro ao nosso planeta.
Risco de choque com a Terra
A DigitalSpace se baseou na arquitetura Constellation, que agrupa todo o aparato de foguetes e naves espaciais que a NASA está construindo para o retorno à Lua e, quem sabe, para ir à Marte. Mas a viagem a um asteróide ainda é apenas uma proposta de uma empresa privada e não há manifestação oficial da NASA de que o governo norte-americano pretenda investir no projeto.
O que a NASA nunca escondeu é sua preocupação com os asteróides não mapeados, chamados NEO, a sigla em inglês para “Near Earth Object” – objetos próximos à Terra. Existe um programa contínuo de monitoramento desses objetos, com descobertas quase mensais de novos asteróides.
Fonte: INOVACAOTECNOLOGICA
Por Fenrir
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