2012 – Dois Mil e Doze
Verdade ou mentira?
Água em outro Sistema Solar
O telescópio espacial Spitzer da NASA detectou num sistema planetário em formação uma quantidade de vapor d’água cinco vezes maior que os oceanos da Terra, revelou nesta quarta-feira o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL).
A Nasa explicou em comunicado que as observações do observatório constituem a primeira visão direta da forma como a água, elemento crucial na formação de vida, começa a fazer parte dos planetas, inclusive os rochosos como a Terra.
“Pela primeira vez estamos vendo como a água surge numa região onde provavelmente se formam planetas”, disse Dan Watson, astrônomo da Universidade de Rochester e autor de um estudo sobre o sistema, identificado como NGC 1333-IRAS 4B.
Segundo os astrônomos, o vapor vem de uma nuvem central do sistema e cai sobre um disco de poeira estelar, que seria o material da formação inicial dos planetas. “Na Terra, a água chegou na forma de asteróides e cometas de gelo. A água também existe como gelo nas densas nuvens que formam as estrelas”, disse Watson.
“Agora vimos que a água, que cai na forma de gelo de um sistema estelar jovem, evapora para depois se congelar novamente e se transformar em asteróides e cometas”, acrescentou.
“Detectamos uma fase muito especial na evolução de uma jovem estrela, na qual o material da vida avança dinamicamente rumo a um ambiente no qual podem se formar planetas”, acrescentou Michael Wenero, cientista da missão do Spitzer nos escritórios do JPL, em Pasadena (Califórnia).
O NGC 1333-IRAS 4B se encontra a aproximadamente mil anos-luz da Terra, na constelação de Perseu.
fonte: UOL
Por The Earth
A Tríplice Aliança Asteca
Também conhecida como “O Império Asteca”, foi uma aliança entre três cidades-estado astecas: Tenochtitlán, Texcoco e Tlacopan. Cada uma dessas cidades-estado controlaria uma área entorno do Vale do México.
Foi formada em 1428 d.C. pelo imperadores Itzcoatl de Tenochtitlán, Nezahualcoyotl de Texcoco e a pequena cidade de Tlacopan. Apesar da aliança possuir esse nome, Tenochtitlán era a cidade-estado dominante e Tlacopan a de menor influência. Tenochtitlán e Texcoco recebiam 2/5 dos tributos arrecadados cada, enquanto Tlacopan ficava com somente 1/5 dessa divisão.
No seu apogeu, a Aliança chegou a controlar a grande parte do México, de costa a costa, exceto por uma pequena área localizada ao sudeste de Tenochtitlán, o reino de Tlaxcalteca, atualmente conhecido pelo estado de Tlaxcala no México dos dias modernos. Foram justamente os Tlaxcalas que se uniram aos espanhóis, para derrubar a Aliança.
Em 1520 d.C., quando os espanhóis desembarcaram, Tlacopan estava quase desaparecida, com sua área também sendo controlada por Tenochtitlán. Em 1521 d.C., os espanhóis liderados por Hernán Cortés (juntamente com aliados nativos da região – os Tlaxcalas, como foi dito anteriormente), destruíram por completo a Aliança.
Na imagem abaixo, retirada do Códice Osuna, de 1565 d.C., você pode observar as três cidades estados sendo representadas:
Por The Earth
A Religião dos Astecas
A religião Asteca foi uma combinação de elementos do politeísmo, do {pt:xamanismo} e da crença de que todos os seres, animados ou inanimados, tivessem uma alma, baseando-se na astronomia e em seu calendário. Assim como em outras religiões mesoamericanas, a religião Asteca apresentou elementos de sacrifícios humanos, ligado a inúmeros festivais religiosos. Possuíam uma incrível quantidade de crenças, algumas até incorporadas de outras religiões de povos próximos à região ou que viveram ali anteriormente, como é o exemplo de Tlaloc, Quetzalcoatl and Tezcatlipoca, que foram adorados por outras culturas e possuíam diferentes nomes.
A cosmologia Asteca era dividida entre o “Mundo Superior” – o céu e o “Mundo Inferior” – o inferno, cada um sendo associado a um grupo de divindades e objetos astronômicos – o Sol, a Lua e Vênus eram os mais importantes e cada um possuía significados diferentes ligados a diferentes divindades e localizações geográficas.
Para os Astecas alguns deuses importantes eram: Tlatoc, o deus da chuva, Huitzilopochtli – guardião da tribo Mexica, Quetzalcoatl – herói cultural, deus da civilização e da ordem e Tezcatlipoca – deus do “Inferno” ligado às guerras e a magia. Cada um desses deuses possuía seu próprio templo em Tenochtitlán, a capital asteca.
Uma prática comum da religião asteca era a da “recriação” das divindades. Os eventos mitológicos eram recriados e pessoas vivas personificavam os deuses. Elas eram reverenciadas como sendo deuses e ao final de cada ritual eram sacrificadas.
Teotl
Teotl é um conceito central da religião Asteca. No idioma Nahuatl é interpretado como “Deus”, mas pode ser muito mais abrangente, referindo-se a todo “poder” divino ou energia, assim como o conceito dos polinésios sobre Mana.
Essa crença pode ter possibilitado a queda do império Asteca, pois, segundo algumas fontes, a chegada de Cortés foi comemorada e ele foi reverenciado como sendo um Teotl.
As Divindades
Os deuses astecas podem ser agrupados em diferentes temas, com diferentes relações. Assim como foi dito anteriormente, os Astecas incorporavam deuses de outras culturas e esses eram cultuados assim como outros deuses já existentes. Xipe Totec, o deus da fertilidade, foi um exemplo, sendo incorporado dos Yopis (tradução em Nahuatl de “Povo de Tlapanec”). Ás vezes um deus incorporado possuía os mesmos “poderes” que outro já existente no conjunto de divindades e era identificado como tal.
Outras divindades, como é o caso de Tezcatlipoca and Quetzalcoatl, tiveram origem em civilizações anteriores aos astecas na mesoamérica e foram cultuados com diferentes nomes em diferentes culturas. Alguns deuses eram relacionados com a natureza, outros com o pulque (espécie de licor mexicano que se faz com o suco do maguei, variedade de agave ou pita), com a embriaguez, com os excessos (gula, por exemplo), com as diversões e prazeres, com os jogos e com o comércio.
Vários deuses possuíam diferentes formas e nomes, onde cada nome destacava uma determinada função ou peculiaridade. Muitas vezes dois deuses distintos se fundiam em um só.
Para conhecer mais de cada deus Asteca visite:
A Religião e a Sociedade
A religião Asteca estava presente em todas as camadas da sociedade. Nas camadas mais altas era controlada por Tlatoani e os “padres” de maior escalão governavam os templos e comandavam as cerimônias que eram realizadas ao redor de Tenochtitlán. Eles eram responsáveis pela maioria dos rituais que aconteciam, inclusive os rituais para a estabilização do sistema cósmico e político (esses rituais envolviam sacrifícios humanos).
Na celebração de Huey Tozoztl, o próprio imperador se declarou Mt. Tlaloc e se auto-sacrificou, ordenando que chovesse. Por toda a sociedade, cada nível tinha seus próprios rituais e crenças que completavam os rituais maiores de toda a comunidade. Por exemplo, os comerciantes de Pochteca faziam uma celebração chamada Tlaxochimaco, onde a divindade seria reverenciada, se tornaria um escravo e seria comercializada entre comerciantes distantes para ser sacrificada. Na celebração de Ochpaniztli, os participantes tinham de realizar limpezas nas ruas e participar de um ritual que envolvia um banho místico. O ritual mais espetacular era a “Cerimônia do Novo Fogo”, no qual era realizada em um lugar distinto a cada 52 anos e envolvia todos os cidadãos do império Asteca. Durante essa comemoração os participantes destruíam utensílios de suas casas, apagavam todas as fogueiras e recebiam um “novo fogo” no topo de Mt. Huixachtlan, feita com a pessoa sacrificada pelos “padres” (ou sacerdotes).
Sacerdotes e Templos em Tenochtitlán
A palavra usada para designar um sacerdote no idioma Nahuatl era ‘tlamacazqui’, que significa “o doador”. A maior responsabilidade de um sacerdote era a de oferecer aos deuses sacrifícios, oferendas e cerimônias, afim de que eles pudessem retribuir.
Huitzilopochtli (deus do Sol e da guerra) era o centro dos cultos feitos pelos Tlatoanis (título dado a cada imperador) de Tenochtitlán e também da religião em geral do império Asteca, para ele eram feitos rituais especiais.
No centro cerimonial de Tenochtitlán, o templo mais importante era o “Templo Maior”, que era uma pirâmide dupla e em seu topo possuía dois templos. Um era dedicado a Huitzilopochtli, que era chamado de “Coatepetl” (ou “Cobra da Montanha”) e o outro era dedicado a Tlaloc (deus da chuva e da fertilidade). Abaixo deles, os Tlatoanis – que eram chamados pelo título de Quetzalcoatl – eram os mais altos sacerdotes dos dois templos. O sacerdote de Huitzilopochtli era “Quetzalcoatl Totec Tlamacazqui”, enquanto o sacerdote de Tlaloc era chamado de “Quetzalcoatl Tlaloc Tlamacazqui”.
Outros templos importantes estavam localizados nas quatro divisões da cidade, como, por exemplo, o templo Yopico em Moyoatlan, que era dedicado a Xipe Totec.
Todos as Calpullis (cidades-estados) possuíam templos próprios para os guardiões de suas cidades.
Os sacerdotes de família nobre eram educados na escola Calmecac, enquanto os outros eram educados em Telpochcalli.
Visão dos Mundos e Rituais
Como já foi dito anteriormente, o mundo Asteca consistia em três partes principais: a Terra (que era onde os humanos viviam), “um mundo inferior” – o Inferno e um “mundo superior” – o céu.
O Inferno Asteca era chamado de Mictlan, que se traduz em “Lugar da Morte”. A existência para os astecas era prevista como um ciclo entre os dois mundos acessíveis. O ciclo era: nascer, viver, morrer e renascer (ou reencarnar). Acreditavam os Astecas que, assim como o Sol (que passava pelo Mictlan na noite) e o milho (que renascia na primavera após um período de morte), os humanos seguiriam o mesmo destino.
O céu e o inferno eram divididos em camadas. Mictlan tinha nove camadas nas quais eram habitadas por diferentes divindades e seres mitológicos. O céu possuía 13 camadas, onde a mais alta era chamada de Omeyocan (“O Lugar da Dualidade”), no qual permanecia o deus Ometeol (dualidade entre “Ometecutli/Omecihuatl”). Outro lugar místico era Tlalocan (“O Lugar de Tlaloc”), que possuía um aroma primaveril e água abundante – era onde as pessoas que morriam afogadas tinham a sua pós-vida e Tamoanchan, o local da origem dos deuses.
A idéia Asteca sobre vida após a morte, para os guerreiros e para as mulheres que morriam durante o parto, era de que suas almas seriam transformadas em beija-flores, que seguiriam na direção da trajetória do Sol no céu. As pessoas que morriam de forma menos gloriosa iam para Mictlan.
Na “Visão dos Mundos” Asteca, assim como na Mesoamérica em geral, as cavernas e montanhas eram vistas como “portais”, ou lugares de conexão dos dois mundos – o “inferior” e o “superior”. Até mesmo as direções cardeais eram tidas como símbolos que se associavam com cores e deuses.
Sacrifícios
Para os Astecas, a morte era fundamental para a perpetuação da criação. Deuses e humanos obtinham a responsabilidade de se sacrificarem para que o ciclo da vida pudesse continuar. Essa visão é mais bem relatada no mito dos “Cinco Sóis”, que foi escrito no Codex Chimalpopoca e conta que Quetzalcoatl Primeiro roubou a semente da vida em Mictlan e que mais tarde deuses criaram quatro mundos (ou “sóis”) consecutivos com o intuito de neles viver. Todos os mundos foram destruídos. Então, em um momento de auto-sacrifício de um dos deuses, Nanahuatzin – “o Espinhoso”, causou a criação de um quinto e último Sol. Com isso os primeiros humanos, feitos de milho, puderam viver. Ficou com os humanos a responsabilidade de continuar com o ciclo da vida.
O sacrifício humano entre os Astecas e a população da mesoamérica em geral deve ser visto neste contexto – era necessário para a continuação da existência do mundo.
Cada parte da vida estava associada a uma ou mais divindades, e essas deveriam ser “pagas” para que cada uma das fases fosse realizada com sucesso. Os deuses eram “pagos” com oferendas – comida, flores e animais. Mas a maior oferenda a ser oferecida era o próprio sangue, uma vida humana e até a vida de um deus.
A Personificação de uma divindade
Um importante aspecto dos rituais Astecas era a personificação de divindades. Sacerdotes ou pessoas eleitas (chamados de “ixiptlatli“) se vestiam de acordo com a divindade a ser homenageada. Tais indivíduos, antes do inevitável fim, eram adorados como sendo uma manifestação espiritual do deus no ritual. Para os Astecas, todos os momentos do ritual eram feitos de acordo com o gosto da divindade, inclusive o final – que era o sacrifício desse indivíduo.
Por The Earth
Maias: O Códice Dresde
O descobrimento do Códice
É o primeiro Códice a ser descoberto, sendo consideração o mais importante entre a tríade formada por Códice Dresde, Códice Paris e Códice Madrid. Artisticamente é o mais belo, com muitas gravuras feitas através de pinturas, além de estar em um razoável estado de conservação. Em 1739, o diretor da Biblioteca Real de Dresde adquiriu o manuscrito das mãos de um influente cidadão de Viena, Áustria. Pouco se sabe sobre como o Códice foi parar na Áustria, não possuímos uma data específica para tal fato, mas muitos especialistas afirmam que o manuscrito foi para a Europa logo depois do domínio espanhol na América. O motivo de estar na Áustria pode ser explicado, pois provavelmente este documento adentrou o país no mesmo período em que Espanha e Áustria trabalhavam sob o domínio do mesmo soberano.
Quando deixou Viena, o documento passou a fazer parte da riqueza da Biblioteca de Dresde, embora inicialmente não lhe fosse dado o devido valor, pois as pesquisas sobre o manuscrito haviam cessado a mais de 70 anos. Até então não havia sido descoberto a origem do Códice, apenas após a retomada das pesquisas e estudos que foi comprovado que o documento era de origem Maia. Tal descoberta foi feita através da comparação da escrita e das característica da arte relatada no manuscrito. A partir desse fato, os estudiosos passaram a olhar o manuscrito com outros olhos, dando-lhe a devida importância, colocando-o no mais alto nível de prioridade e importância dos objetos ali encontrados.
Durante a Segunda Guerra Mundial a cidade de Dresde foi severamente bombardeada, e sua biblioteca sofreu gravíssimos danos. Devido aos danos causados pela guerra, e pelo desgaste referente ao tempo, 12 páginas do Códice foram bastante deterioradas. Muitos atribuem o mal estado de conservação dessas páginas a ação da água, que em muitas vezes esteve em contato com o manuscrito. Esta ação deteriorou totalmente o canto esquerdo superior do Códice, e dessa forma, perdendo todas as informações ali existentes. “Mesmo com todas essas perdas, o documento mostra um belo estilo de pintura e representa fielmente a elegância Maia”, são palavras de Salvador Toscana (1912-1949), historiador, arqueólogo e crítico da arte mexicana.
Características físicas
O Códice Dresde foi escrito em papel Kopó, sendo um documento em forma de tela, dividido em 39 folhas de
Modo de elaboração
Aparentemente esse Códice trata de uma versão de um manuscrito de origem mais antiga, sendo que a última adição ao manuscrito é datada de 1210 d.C. Boa parte do conteúdo foi elaborado de modo a poder ser reutilizado futuramente, esse aspecto é explicado ao fato dos Maias acreditarem que o tempo é algo cíclico e periódico. Percebesse também um sistema de correção de um “erro acumulado“, que se refere a falta de frações no sistema matemático, dessa forma não fazendo cálculos para os anos bissextos. O nascimento e desaparecimento de Vênus está totalmente relacionado com essa técnica utilizada pelos Maias, que mesmo sem a correção bissexta, conseguirão aproximar o seu calendário do ciclo do ano solar, mais próximo até mesmo que o calendário utilizado atualmente, o calendário gregoriano.
Conteúdo
Dresde pode ser considerado um documento astronômico, pois este é o tema central de seu contexto. No manuscrito podemos encontrar almanaques, cálculo de dias que envolvem rituais, ciclo lunar, cicli venusiano, calendário sistêmico e cíclico e adivinhações, além de uma seção dedicada ao planeta Marte; Algo que chama a atenção é a presença de um material astronômico-astrológico dividido em 2 quadros: o dos eclipses de Vênus e das profecias referentes às gerações futuras. Contém também referências sobre a agricultura e dos dias favoráveis para a manipulação das artes divinas. Não podemos deixar de mencionar que o texto possui explicações sobre algumas doenças e sobre a medicina que ali era utilizada. Aparentemente inclui dados sobre as constelações, planetas e sobre a Lua. Foi dedicada no Códice uma página inteira explanando sobre inundações já ocorridas e outras que hão de vir, sendo este um dos trechos proféticos do Códice Dresde. Fica claro a apresentação de ciclos de chuva na região Maia, e a influência que esta tinha sobre o seu povo.
Principais pesquisadores
Uma comunidade internacional de especialistas contribuiu para que o Códice pudesse ser compreedido. Entre eles realçam William Gates(1932), Gunter Zimmermann(1956), Maria Cristina Lómeli(1974), Victoria R. Bricker(1986) e Roberto Trepadeira(1998). Yuri Knorozov propôs uma leitura fonética dos glifos. John Eric S. Thompson fez um elaborado estudo, que deve duração de 16 anos(1972 à 1988). Merideth Paxton(1991) focalizou sua investigação aos provenientes problemas de data e na elaboração da pictografia, publicando no ano de 1997 um estudo com novas teorias sobre a pictografia Maia.
Páginas Dresde
Agora iremos relatar o conteúdo de algumas lâminas Dresde, ou páginas, se achar melhor, para que venha a ser exemplificado esse manuscrito de tamanha importância na história da civilização Maia. O conteúdo das páginas a serem mostradas talvez não esteja completo, devido aos danos sofridos pelo decorrer do tempo.
Lâmina 1
Por mais que esteja deteriorada em algumas partes, podesse observar a figura do deus Chan Chique, que segundo a crença Maia representava a fertilidade e a fecundação. Os Maias davam uma grande importância a esse deus, pois segundo eles era essa divindade a responsável pelo nascimento de todos os habitantes da terra, dando-lhes a vida de presente.
Lâmina 2
Nessa página notamos a presença de algumas datas divinas na parte superior. Abaixo percebemos a imagem de um homem decapitado com as mãos amarradas para trás, levando sobre si o colar da morte, estando este próximo ao deus da fecundidade. Tal morte simboliza o sacrifício para nascer pela segunda vez. Também é possível perceber a presença de outros deuses, estando esses em um plano superior.
Lâmina 3
Essa parte do Códice relata o sacrifício humano, onde é possível visualizar um homem , estirado sobre uma pedra, perto da árvore da vida cujas raízes são cabeças de cobras. Anteriomente podesse perceber uma pintura simbolizando a tentação sobrevindo ao homem.
Lâmina 9
Na parte superior, Itzamná com um tridente na mão(que simboliza o domínio das três forças primárias da natureza), então um deus com os olhos vendados(é um hierarca da lei que não vê preferências e age de acordo com os fatos, esse é o sentido dos “olhos vendados”) e o deus do milho, que se convida a trabalhar com a semente para pagar uma dívida. Logo após o deus do milho recebe ordens de Itzamná, que o instrui em sabedoria, para que ele siga para a região de Tiphereth. Em segundo plano aparecem outros deuses, como a deusa do tecido e a deusa da morte.
Lâmina 26
Esta folha faz parte de uma unidade específica que foi desenvolvida por um período entre 25 e 28 horas, e que mostra rituais associados com o fim do ciclo de 365 dias e o começo de um novo. O periodo anual foi dividido em 18 seções de 20 dias, ou seja, 18 meses, que possuiam dias com nomes respectivos, seguidos por uma seção adicional de 5 dias(o Uayeb), que simbolizava os dias de azar daquele ano. O conteúdo da folha pode ser relacionado com as descriçoes de cerimônias de ano novo. As especificações encontradas na lâmina mais parecem com um manual, onde são representados os dias, os ciclos , e a sua relação com a humanidade.
Misteriosamente também se observa premonições relacionadas ao destino dos anos que hão de vir. Além de demonstrarem os dias, eles também relacionaram os anos na parte superior, mantendo a grafia dos dias na lateral esqueda na página.
Localização
Dresde, Alemanha
Por Fenrir
Countdown:
- 21/12/2012:
em 2 anos, 4 meses, 20 dias, 8 horas, 29 minutos, 16 segundos













