2012 – Dois Mil e Doze
Verdade ou mentira?
Ufólogos exigem liberação de dados sobre ETs
Participantes de uma conferência internacional sobre extraterrestres solicitaram uma “anistia“, que seria a divulgação de dados, incluindo relatórios, filmagens e fotos sobre a aparição de seres de outros planetas. Eles alegam que os Estados Unidos e outros países escodem centenas de arquivos relacionados ao assunto.
O primeiro passo já foi dado, a França se prontificou a liberar os dados que estão em seu poder, mas até então não sabemos a veracidade desse fato.
O produtor executivo do X – Conference afirmou que os EUA manipulam os conflitos internacionais e guerras como a do Oriente Médio para distrair a população e ocultar a sua tentativa de monopólio das tecnologias extraterrestres.Entre as informações que o governo americano estaria ocultando, segundo Salla, outro membro da organização X-Conference, estaria provas de que representantes das agências de segurança nacional dos EUA se reuniram e chegaram a um acordo com visitantes extraterrestres em 1947.
Em julho de 1947 caiu um objeto perto de Roswell, no Novo México. Na época, foi investigado pela aeronáutica do exército, já que a Força Aérea como tal ainda não existia. A conclusão foi de que o objeto era um globo usado em investigações secretas. Mas quem acredita na chegada de extraterrestres acha que, na verdade, era uma nave de outro mundo.
Esta é a maior história do milênio”, disse Stanton Friedman, um físico americano radicado no Canadá. “Trata-se da chegada à Terra de uma nave interplanetária, do resgate de corpos e materiais no lugar do acidente, e tudo tem sido ocultado durante seis décadas”, acrescentou. Estamos presenciando um fato que pode realmente mudar os rumos e as concepções da humanidade. Muitas pessoas estão reivindicando respostas, e mais cedo ou mais tarde as autoridades terão que revelar os fatos.
Só esperamos não ser tarde demais.
Por Fenrir
A segunda profecia Maia
O Eclipse
A 2ª profecia anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente apartir do eclipse solar de 11 de agosto de 1999. Naquele dia vimos como um anel de fogo que se recortava contra o céu, foi um eclipse sem precedentes na historia pelo alinhamento em crus cósmica com o centro da terra de quase todos os planetas do sistema solar. Eles se posicionaram nos 4 signos do zodíaco que são os signos do 4 evangelistas, os 4 guardas do trono que protagonizam o apocalipse segundo São João. Além disso, a sombra que a lua projetou sobre a terra atravessou a Europa, passando por Corsovo, depois pelo Oriente Médio , Irã, Iraque e posteriormente dirigindo-se ao Paquistão e a Índia . Com a sua sombra ela parecia prever uma área de conflitos e guerras.
Os Maias sustentavam que apartir desse eclipse, o homem perderia facilmente o controle ou então alcançaria sua paz interior e tolerância evitando os conflitos, então viveremos uma época de mudanças, que é a ante-sala de uma nova era, a noite fica mais escura antes do amanhecer.
O fim dos tempos é uma época de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separação, loucura que vai gerar por sua vez processos de sofrimento, destruição e evolução.
A segunda profecia indica que a energia que se recebe do centro da galáxia aumentará e acelerará a vibração em todo o universo para conduzir a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no sol e mudanças psicológicas no ser humano que mudará sua forma de pensar e de sentir. Serão transformadas as formas de relacionamento e de comunicação, os sistemas econômico-sociais de ordem e justiça, serão mudados as convicções religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano irá defrontar-se com seus medos e angustias para soluciona-los e assim poderá sincronizar-se com o ritmo do planeta e do universo.
A humanidade irá se concentrar no seu lado negativo e poderá ver claramente as coisas ruins que estão fazendo, esse é o primeiro passo para mudar de atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento de consciência coletiva. Serão incrementados os acontecimentos que nos separam mas também os que nos unem, criando uma instabilidade emocional, o medo, a agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, modelos de moralidade e nacionalismo. Simultaneamente mais pessoas encontrarão a paz interior, aprenderão a controlar suas emoções, haverá mais respeito, serão mais tolerantes e compreensivas, encontrarão o amor e a unidade. Surgirão homens com altíssimos níveis de energia interna, pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salvação. Mas também surgirão farsantes que pretenderão obter lucro econômico as custas do desespero alheio.
O tempo fora de tempo
Os Maias previram que apartir de 1999 começaria a era do “tempo do não-tempo”, uma etapa de mudanças rápidas necessária para renovar os processos geológicos, sociais e humanos. Ao final do ciclo cada um seria seu próprio juiz, será quando o seu humano entrará no grande salão dos espelhos para analisar tudo o que fez na vida. Ele será classificado pelas qualidades que tenho conseguido desenvolver na vida, sua maneira de agir dia após dia, seu comportamento com o semelhante e com o planeta.
Todos irão se posicional segundo o que sejam, os que conservam a harmonia entenderão o que aconteceu como um processos de evolução no universo. Por outro lado, haverá outros que por ambição ou frustração culpará os outros ou a Deus pelo que acontecerá.
Serão geradas situações de destruição, morte e sofrimento. Mas elas também darão lugar ao mesmo tempo a circunstancias de solidariedade e respeito pelo semelhante, de unidade com o planeta e com o cosmos. Isso significa que o céu e o inferno estarão se manifestando ao mesmo tempo e cada ser humano viverá em um ou em outro dependendo de seu próprio comportamento. No céu com a sabedoria para transcender o que acontecerá. No inferno para aprender com a dor e com o sofrimento. Duas forças inseparáveis, uma que entende que tudo no universo evolui para a perfeição, que tudo muda, outra envolta em um plano de materialismo que só alimenta o egoísmo. Na época da mudança dos tempos, todas a opções estarão disponíveis e praticamente sem censura de nenhum tipo e os valores morais serão mais frouxos que nunca para que cada um se manifeste livremente como é.
A 2 profecia afirma que se a maioria da população muda seu comportamento e se sincroniza com o planeta serão neutralizadas as mudanças drásticas que serão descritas nas seguintes profecias. Devemos estar conscientes de que o ser humano sempre decide seu próprio destino especialmente nesta época, as profecias são apenas advertências para que tomemos consciência da necessidade de mudanças de rumo para evitar que isso se torne realidade.
Por Fenrir
Entrevista com Alberto Frederico Beuttenmüller – Parte 3
Continuando a entrevista com o professor Alberto Frederico Beuttenmüller, essa é a terceira e última parte. Conheça mais sobre os pensamentos desse grande mestre relacionados ao ano de 2012 e veja uma grande crítica a respeito do “Calendário da Paz”, criado por José Argüelles.
Não viu as partes anteriores?
Entrevista com Alberto Frederico Beuttenmüller – Parte 1
Entrevista com Alberto Frederico Beuttenmüller – Parte 2
17 – Como você define a evolução dos povos mesoamericanos em relação as suas conquistas durante o auge de suas histórias?
O que é importante saber (e que os europeus escondem) é que as raças da Mesoamérica eram mais civilizadas que os povos europeus da época (século XVI). Desde costumes: os astecas tomavam dois banhos por dia; os espanhóis, nenhum. Os astecas tomavam banho de sauna, tinham escolas específicas para as crianças, viviam em harmonia com a natureza, usavam um calendário melhor do que o europeu seja este Juliano ou gregoriano. Sabiam de astronomia muito mais do que a Europa da época. A matemática da Mesoamérica era bem mais fácil do que a romana ou qualquer outra, pois havia apenas três sinais: o ponto, o traço e o zero. Os números de 1 a 4 eram pontos, 1=um ponto, 2 dois pontos etc, o cinco era uma traço horizontal; o seis era um traço com um ponto em cima, assim por diante, até o dez que eram dois traços horizontais paralelos. O zero era a imagem de uma concha, tal e qual o nosso zero. Portanto, a invasão espanhola foi a desgraça da Mesoamérica, por amputou uma civilização muito mais adiantada, em nome de Deus (?).
18 – Para Alberto Frederico, o que mais chamou atenção dos europeus ao se depararem com as civilizações americanas? Podemos dizer que os americanos possuíam uma linhagem de evolução diferente da linhagem seguida pelos europeus?
O problema é de soberbia da Europa Os europeus se sentem até hoje superiores às raças que dominam pela força. Sylvanus G. Morley que foi o primeiro a estudar a civilização maia chamou-os de aborígines geniais (?). Chamar os maias de aborígines diz tudo sobre como pensavam os brancos europeus, em relação às demais culturas. Para Morley, os maias eram geniais, mas aborígines. Os espanhóis perceberam que os astecas eram uma grande civilização, mas vieram à América para levar ouro para o rei de Espanha, não vieram discutir quem era mais civilizado. Traziam a bênção da igreja católica, por isso achavam que podia tudo, uma vez que a igreja era o maior poder da época. Quando se estuda uma civilização, temos de pensar com os seus dados, jamais querer comparar a nossa civilização com a civilização estudada. São dois fatores diferentes, não podem ser comparados. A questão da descoberta do zero para mim é fundamental. O zero é uma abstração, mas sem o zero não se consegue fazer uma conta de somar, diminuir ou qualquer outra. O restante da Europa, à exceção da Espanha, só adotou o zero no século XV de nossa era.
19 – Qual poderia ter sido a razão para que os Maias deixassem as cidades de templos suntuosos para viverem em tribos e aldeias de menor expressão? A decadência Maia poderia estar relacionada com esse fato?
Há muitos motivos pelos quais uma civilização comete um êxodo. É algo muito complexo. Os maias clássicos abandonaram suas cidades a partir do século VIII, e os motivos podem ser vários, dependendo de cada cidade, As populações eram imensas para a época. Muitas cidades, como Tikal e Palenque tinham excesso de população. Cerca de 200 mil habitantes.
A nobreza não fazia nada, a não ser estudar os astros e erigir templos. As plantações eram feitas de modo primitivo pelos agricultores, por queimadas, o que arruinava o solo, e cada vez mais precisavam ir mais longe para semear e plantar, distanciando-se da cidade sede. Este motivo não anula os demais, pelo contrário soma-se às tempestades solares, à seca, etc.
Não creio que tenha havido apenas um motivo, mas a soma de todos esses, além de que os sacerdotes maias achavam que o ciclo de abundância estava no fim e que as tempestades solares estavam fazendo com que as crianças maias nascessem com deformações. Segundo alguns especialistas, só a elite maia deslocou-se para o Yucatan, unindo-se aos toltecas, para criar uma outra civilização já no século X, ou seja, as cidades maias não foram abandonadas ao mesmo tempo, mas aos poucos. Dessas teses todas, eu acredito que as tempestades solares e a mudança dos pólos sejam as mais prováveis, e que nós iremos passar por isso em breve.
20 – É inegável que os Maias nos deixaram um gigantesco legado. Como se poderia explicar a exatidão dos cálculos Maia com relação aos seus estudos astrológicos?
Os maias tinham o que hoje dissemos que não temos: tempo. Além disso, quem garante que eles não usaram lentes para ver o céu. Se foi achado um crânio de cristal numa cidade maia do Belize. Vou contar. O arqueólogo F.A. Mitchell-Hedges estava escavando a cidade de Lubaantun (A Cidade das Pedras Caídas), nas Honduras Britânicas, em 1929, hoje, Belize, quando teve de buscar dinheiro para continuar as escavações. Durante o período que esteve fora, deixou sua filha adotiva, Anna, apelidada Sammy, com os maias quichés, que o ajudavam. Eis que menina viu um objeto translúcido, em meio às pedras caídas de um templo, que sofrera um terremoto. Assim, descobriram o primeiro crânio de cristal. Outros foram descobertos ao longo do tempo. A pergunta é: se numa cidade maia foi descoberto um crânio de cristal de quartzo, será que os maias não usavam tais artefatos para ver o céu, espécie de telescópio primitivo? Os maias eram excelentes matemáticos e astrônomos, porque tinham duas obsessões: medir o tempo e estudar os astros. Isso, claro, que a elite maia. O povo alimentava a elite, enquanto esta estudava e anotava suas pesquisas. Para os maias não havia diferença entre astronomia e astrologia, ao mesmo tempo em que mediam, profetizavam o que fora medido. Além disso, os números não somente quantificavam, os números tinha qualidades. No horóscopo maia, obtido através do calendário sagrado Tzolkin, se a pessoa é 1 Chicchan (1 Serpente), como eu, pode ser um líder carismático que harmonize razão e coração, mas se ele for 13 Chicchan, será uma fanático religioso, como é o caso de Osama Bin Laden, que é 13 Serpente, como também o presidente Bush dos EUA.
21 – Como você avalia o misticismo gerado ao redor da “Profecia Maia?” No seu modo de ver, a partir de que momento nós deixamos de caminhar nos limites da razão, para nos perdermos no perigoso mundo da especulação e do sensacionalismo?
O problema todo foi a Conta Longa, um ciclo de 5.200 anos, deixado pelos maias, sem que houvesse uma indicação do que se tratava. Este ciclo é a Profecia Maia e vai de 3113 ªC. a 2012 d.C. Não creio que os maias tivessem deixado o ciclo sem um códice a respeito, mas provavelmente foi queimado no século XVI, pelos padres católicos. Uma profecia sem estar escrita, gera muita especulação. Os espertos dela se aproveitam, principalmente escrevem livros, criam comunidades e todo tipo de produto comercializável para ganhar dinheiro. É o que vem acontecendo com a Profecia Maia, desde os anos 1980 do século passado, quando vários autores, seguindo as pegadas do José Argüelles, começaram a especular.
22 – Como sabemos, José Argüelles propôs a substituição do calendário gregoriano (atual) pelo calendário da paz, afirmando ser essa a solução para o desvio comportamental da humanidade, o que Alberto Frederico pensa a este respeito? O que simboliza a figura de Argüelles em relação às novas tendências ideológicas atuais?
Creio que um calendário pode fazer com que uma pessoa pensar com mais tirocínio, mas o Argüelles propôs o Calendário da Paz como se fosse maia, foi aí que ele errou. Disse uma meia verdade, o Calendário das Treze Luas ou Calendário da Paz foi usado pelos maias em breves quatro anos. Era o Calendário Tun-Uc de 13 luas de 28 dias, como o Calendário do Argüelles. O Tun-Uc tem 364 dias (13×28), daí o esperto Argüelles criou o dia Fora do Tempo, que é sempre dia 25 de julho, para completar os 365 dias do ano. Os calendários maias autênticos são cíclicos, não têm fim, rodam sempre. Ao acoplar o Calendário da Paz ao Gregoriano, ele errou e fez o mundo crer que era um calendário maia, mas não é. Aliás, os maias tinham dois calendários –o solar, chamado de Haab, e o Tzolkin, o sagrado, e os dois calendários funcionavam acoplados, como duas rodas dentadas de um mecanismo de relógio. A cada 52 anos eles se encontram na origem, mas continuavam rodando, sem parar. Além de que não há anos bissextos nos calendários maias.
23 – Uma pergunta objetiva, mas talvez não tão simples. O que Alberto Frederico Beuttenmuller espera para o dia 21 de dezembro de 2012?
Não espero nada, porque em um ciclo profético as coisas acontecem no decorrer do ciclo e não apenas no fim. As mudanças estão acontecendo. É um erro esperar que tudo vá suceder no dia 21 de dezembro. Os fatos estão nas manchetes dos jornais, furacões, tsunamis, vulcões em erupção, mudança dos pólos, aquecimento global, degelo dos pólos, os mares subindo, tempestades solares. No dia 21 de dezembro pode ser apenas o fim da Conta Longa, mas as desgraças já podem ter ocorrido antes deste dia…
–
Gostou da entrevista? Tem alguma pergunta para o professor? Deixe um comentário!
Foto: Tufão Nari provoca destruição na Coréia
Foto mostra o desespero de uma mulher coreana, que tinha acabado de sair de seu carro, tentando sobreviver ao terror dos ventos fortes. Segunda-feira, dia de destruição na Coréia do Sul. Tufão Nari mata 13 pessoas até agora.
Por The Earth
Countdown:
- 21/12/2012:
em 2 anos, 9 meses, 8 dias, 20 horas, 18 minutos, 54 segundos




